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Praça Capital - Lojas e Salas Comerciais - SIA

A Brasal Incorporações e a Odebrecht Realizações Imobiliárias apresentam: PRAÇA CAPITAL.

VIVA Arquitetura de Lazer - Samambaia

O conceito de bem-estar, comodidade e conforto criado pela Brasal chega a Samambaia.

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Reserva 109 - Noroeste

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Como preparar o imóvel para vender ou alugar

Vender ou alugar um imóvel é uma decisão que envolve buscar a melhor rentabilidade para o investimento feito naquele bem. Para que isso seja alcançado, é necessário que o imóvel seja atraente para o mercado. Isso não significa, necessariamente, grandes reformas. Às vezes, pequenos reparos em locais estratégicos modificam completamente a apresentação visual e, consequentemente, a avaliação que o interessado fará, favorecendo o fechamento de um bom negócio.

“É fundamental estar atento aos detalhes para causar boa impressão na visita. Limpeza e pintura, por exemplo, são alguns dos critérios que podem ser determinantes no desempate para a escolha na comparação com outros imóveis”, alerta Tiago Seltenreich, gerente comercial de locações da Guarida Imóveis.

Confira a seguir os pontos que devem ser levados em conta:

Reparos importantes
O primeiro passo é dar atenção aos reparos menores, como a troca de azulejos quebrados, o conserto de vazamentos, rachaduras e furos nas paredes ou forros e a substituição de maçanetas e tomadas com defeito. Se forem identificados mofo, umidade ou entupimentos, também é necessário tirá-los.

Mantenha o imóvel limpo e organizado
É importante tornar o imóvel acolhedor, para que os visitantes se sintam em casa. Deixe-o sempre limpo e perfumado, sem odores desagradáveis, como de animais domésticos, fritura, mofo e cigarro.

Uma boa pintura faz a diferença
Se a pintura do imóvel estiver manchada ou em cores fortes e chamativas, pinte novamente em tons neutros, como bege, gelo ou branco. Eles transmitem sensação de limpeza e dão a impressão de que os ambientes são maiores.

Cuidado com móveis e objetos pessoais
Se você ainda estiver morando no imóvel enquanto tenta negociá-lo, deixe a decoração o mais neutra possível. Os objetos muito pessoais, que se relacionem à sua personalidade, também devem retirados.
Ao desocupar o imóvel, deixe apenas o que for essencial para o futuro morador ou então deixe o imóvel vazio. No caso do aluguel, o apartamento mobiliado é ideal para quem pretende permanecer um tempo curto no local e não quer se preocupar com o transporte ou a compra dos móveis.

Instalações elétricas e hidráulicas
Em relação às reformas estruturais, como aquelas feitas na parte elétrica ou hidráulica, o reparo ou modernização ajuda a valorizar o imóvel. Mas, antes de gastar tempo e dinheiro nesses reparos, verifique se a falta irá prejudicar o negócio. No caso da venda, por exemplo, a sugestão é deixar claro para o comprador que esses ajustes serão necessários após a compra.

Fonte: Exame.com

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Site permite cálculo on line de custos de reforma

A Superficie.org criou o software bim.bon, que calcula o orçamento de reformas on-line gratuitamente.

O programa usa um banco de dados com custos de materiais de construção e mão de obra e pode ser baixado
aqui

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pintar telhado de branco não assegura o conforto térmico


Contrariando as usuais dicas de sustentabilidade, um estudo realizado na Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo) mostra que pintar o telhado de branco não resolve a longo prazo problemas de conforto térmico nem contribui para reduzir as ilhas de calor.

O problema é que as tintas imobiliárias são suscetíveis ao crescimento de fungos escuros. Atacado por micro-organismos, o telhado volta a absorver a mesma quantidade de calor devido à cor.

"Nossos estudos mostraram que o início da colonização ocorre já nas primeiras semanas após a pintura, mas os efeitos visíveis a olho nu começam a ser observados a partir do primeiro ano", explica Márcia Shirakawa, responsável pela pesquisa. 

Mesmo com biocida, usado para impedir o crescimento de micro-organismos, as tintas perdem essa capacidade porque o produto é retirado da superfície por ação da água de chuva conforme o tempo de exposição.

"O crescimento de fungos foi superior nas tintas expostas na cidade de São Paulo do que em Belém do Pará", afirma a pesquisadora.

Possivelmente isso acontece pela poluição atmosférica da capital paulista, avalia.

As tintas podem ficar bastante comprometidas antes de três anos de exposição, o que obrigaria à frequente manutenção do telhado.

Para resolver a questão, há outras opções. "É possível usar o sombreamento da unidade habitacional, soluções de isolamento térmico, tetos frios e telhados verdes", cita Vera Hachich, conselheira do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável). 

Telhado verde foi a solução usada nas torres Rochaverá para melhorar o conforto térmico, zona oeste de São Paulo
Fonte: Folha.com

Rejunte de azulejos. Qual o melhor?

A dúvida sobre qual rejunte utilizar na hora de assentar seu piso ou revestimento de parede é bastante comum. É um item de grande preocupação para quem está fazendo uma obra ou reforma porque é muito irritante investir em um piso de boa qualidade e o rejunte deixar o resultado final com aparência feia e maltratada.

Como definição, o rejunte é um material cremoso a ser aplicado em juntas de peças de revestimento (de variados tipos), com a intenção de impermeabilizar e proteger a lateral dessas peças, além de evitar frestas no material. No entanto existem alguns tipos diferentes de rejunte uma grande variação dependendo do tipo de material utilizado.

Há, por exemplo, algumas opções para pisos cerâmicos, mas mosaico de vidro e mármore exigem outros tipos de rejunte. As dimensões da espessura do rejunte também variam bastante em função das instruções de assentamento de cada tipo de produto.

Iremos citar abaixo os tipos mais comuns de rejunte existentes no mercado e suas aplicações. Caso pretenda utilizar um material diferente dos citados, sugerimos fortemente uma pesquisa a respeito junto ao fabricante do material a ser aplicado.

Rejuntes de Cimento

Lixado: orejunte lixado está entre os mais comuns do mercado e é composto de diversos materiais, entre eles areia e cimento. Embora apresente grande resistência uma vez curado, ele absorve sujeira e, assim, mancha. Para evitar que isso aconteça, utilize sempre um impermeabilizante pouco após a instalação.

Por conter areia, o rejunte lixado também pode riscar o material de revestimento na hora da colocação, dependendo do tipo de acabamento. Caso esteja assentando ladrilhos de mármore branco polido, por exemplo, não utilize esse rejunte porque ele pode acabar marcando as peças.

É perfeitamente indicado para uso com pedras rústicas, cerâmicas, cerâmicas vermelhas (lajotão), ladrilhos hidráulicos e outros.
Não lixado: o rejunte não-lixado é basicamente o mesmo citado anteriormente, mas sem areia, o que o torna ideal para preencher frestas menores e materiais suscetíveis a riscos. Também é recomendada impermeabilização do material.

O rejunte não-lixado também é conhecido como “rejunte de parede”. Pode ser utilizado para cerâmicas, cerâmicas finas, pedras com acabamento (mármores e granitos que não estejam brutos) e outros.

Rejunte com látex

O rejunte com adição de látex é similar ao produto de cimento, mas é acrescido de látex ou impermeabilizante similar já em sua composição. A adição do látex ou de elementos similares faz com que o material seja mais resistente às manchas e mantenha sua cor por mais tempo.

A maioria dos grandes fabricantes de argamassas já formulam os rejuntes comercializados em pó com impermeabilizantes e fungicidas, o que facilita a vida do aplicador.

Pode ser utilizado em cerâmicas, pedras, pedras finas e diversos materiais (verifique na embalagem as indicações de uso, pois muitas vezes o fabricante possui subtipos derivados de um produto básico para aplicações específicas).

Rejunte epóxi

O rejunte epóxi é feito com resinas epóxi, um material similar ao plástico. Geralmente vem dividido em duas partes: a resina epóxi e o endurecedor, que devem ser misturados no momento da aplicação.

A vantagem do rejunte epóxi é a grande resistência a manchas e mofo, alem da maior facilidade para limpeza no dia a dia. No entanto, tende a ser bem mais caro do que os outros tipos de rejunte e sua aplicação é mais difícil. Por isso, certifique-se de que o assentador ou pedreiro sabe o que está fazendo, do contrário a aplicação será bastante demorada e o próprio material poderá acabar manchando seu piso.

É indicado para uso com cerâmicas, algumas pedras, ladrilhos, porcelanato e outros.

Rejunte Furan

O rejunte Furan é um rejunte industrial de alta resistência, feito com polímeros e raramente utilizado em residências. Seu emprego é bastante comum na indústria alimentícia, em cozinhas industriais, frigoríficos e locais dessa natureza. Sua aplicação é mais complexa e requer mão de obra especializada.

Rejunte com argamassa de assentamento

Alguns materiais como pastilhas e mosaico de vidro não são assentados com um material e depois rejuntados com outro, como acontece com a maioria das cerâmicas, por exemplo. O próprio material de assentamento -ou seja, a argamassa- deve ser utilizada para o rejuntamento das peças.

É importante, quando for utilizar esse tipo de material, que haja mão de obra especializada, que já tenha feito esse tipo de trabalho anteriormente. A colocação e rejuntamento desses produtos é bastante diferente do assentamento tradicional de cerâmicas.

Outras opções

Existem alguns outros tipos de rejunte, bem mais incomuns, que não valem a pena serem citados aqui. Mas evite qualquer tipo de rejunte feito em obra, pois os materiais industrializados possuem vida útil mais longa e maior resistência a manchas e fungos.

Como limpar o rejunte existente?

Existem algumas maneiras de se tratar o rejunte manchado ou com fungos. A mais radical é utilizar uma chave de fenda para arrancar a superfície do material e realizar uma nova aplicação.

Mas para uma forma caseira mais prática e corriqueira é o uso de detergente de lavar louça para lavar bem e desengordurar, seguido de uma aplicação de cloro (água sanitária) para limpeza e remoção dos fungos.

Também é possível utilizar um dos diversos produtos que recentemente invadiram o mercado com este fim. Eles podem ser encontrados nos grandes supermercados ou lojas de material de construção.

Fonte:

Rodrigo Marcondes Ferraz Fernando Forte e Rodrigo Marcondes Ferraz são arquitetos formados pela FAU-USP e sócios do escritório Forte Gimenes Marcondes Ferraz (www.fgmf.com.br) para UOL

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Veja como dar efeito de papel de parede na pintura

Com um pedaço de tela de juta e duas cores de tinta epóxi é possível deixar a superfície com cara de que recebeu um papel de parede.

O efeito é discreto e pode ser usado em paredes extensas ou apenas em uma área, como sobre a cama ou no hall de entrada.

Confira nosso passo-a-passo

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Como faço para dimensionar o escoamento e não acumular água na laje de minha casa?

Para quem vai construir uma casa, ou vai colocar uma nova cobertura em uma já existente, esta é uma dúvida frequente. Quantos ralos minha laje deve ter para que eu não corra o risco de o sistema não aguentar uma chuva mais forte? Qual a inclinação que esta cobertura deve ter para que a água seja devidamente encaminhada para os tubos de drenagem?
 
É preciso primeiro entender o sistema como um todo: uma cobertura plana, uma laje, vai receber uma grande quantidade de água durante uma chuva. Essa água vai se acumular sobre a laje e será drenada por tubos verticais, ou seja, os ralos, conhecidos como tubos de queda ou de drenagem.
 
Esses tubos que recebem as águas de chuva devem ser levados da forma mais direta possível para fora da residência e são ligados no sistema público de coletas de águas de chuva pela guia da rua, ou ainda podem ser encaminhados para uma caixa coletora (inclusive para reuso), um reservatório ou um sistema de drenagem via caixa de areia, brocas infiltrantes e outros. Esse sistema faz parte do projeto de hidráulica da residência ou construção.
 
A laje deve sempre ter uma inclinação em direção aos tubos de coleta, para que a água seja encaminhada rapidamente para eles, evitando o acumulo na cobertura. A inclinação mínima da laje em direção ao tubo deve ser de 0.5%. Se for possível que esta inclinação seja um pouco maior, tanto melhor. 
 
Mas quantos tubos de drenagem e qual o tamanho deles?

Os calculistas sempre recomendam que não se faça uso de apenas um tubo de drenagem, por mais superdimensionado que ele esteja. Essa recomendação vem de uma questão muito simples – a possibilidade de entupimento do duto por detritos. 
 
É fácil de entender: se sua cobertura tem apenas um tubo de escoamento, por maior que ele seja, pode acabar entupido por folhas ou detritos diversos, como, por exemplo, uma simples sacola plástica. Com a falta de um tubo auxiliar, você terá um sério problema de acúmulo de água em sua cobertura. Essa água acumulada pode causar problemas de infiltração, pode escorrer pela sua fachada estragando parte de sua construção, alem de sobrecarregar a estrutura em determinado momento, entre outros problemas. O acúmulo excessivo de água deve ser evitado a qualquer custo. 
 
Para auxiliar na questão de entupimento por detritos, é importante o uso de ralos hemisféricos ou grelhas similares, que ajudam bastante a evitar o entupimento da boca dos tubos de drenagem. São muito baratos e eficazes, além de evitar que você tenha que subir na sua cobertura  regularmente para checar se os ralos estão desimpedidos.
 
Quem está praticando a autoconstrução, ou dependendo de opiniões de leigos no assunto, costuma aplicar uma fórmula de aproximação para definir o dimensionamento dos tubos de coleta. 
 
A fórmula de aproximação trata-se basicamente do raciocínio de que um metro quadrado de área de cobertura equivale a um centímetro quadrado do diâmetro do tubo de captação. Assim, uma laje com 50 m² necessitaria de um diâmetro do tubo de escoamento de 50 cm². Portanto seguindo essa teoria, um tubo de 100 mm (que possui área de 78,5 cm²) seria mais do que suficiente, embora pelas razões já expostas acima, o correto seria utilizar pelo menos dois tubos de 75 mm.
 
Na realidade, esta fórmula de aproximação não é a forma mais adequada de se calcular a dimensão do escoamento de sua cobertura.  A drenagem de coberturas é regida, no Brasil, por uma norma chamada NBR 10844, e é de grande importância que ela seja sempre seguida. 
 
Como os cálculos que ela apresenta como norma para essas drenagens são mais complexos do que a fórmula de aproximação, o ideal é convocar um especialista no assunto, se possível, um engenheiro hidráulico. 
 
A norma leva em conta outras questões alem da fórmula de aproximação, como por exemplo, o índice pluviométrico de sua região nos últimos 25 anos e a área de contribuição de forma mais cuidadosa; leva em conta também uma eventual parede ou inclinações que ajudam a captar a água da chuva e outros cálculos mais complexos. Para cálculo de calhas de telhados, o correto é a utilização da fórmula de Manning Strickler, também complexa e que deve ser realizada por um especialista na área.
 
Não caia nunca no conto de um único tubo de coleta grande. Sempre é necessário mais de um. Utilize sempre grelhas de proteção ou ralos hemisféricos. Se puder, consulte, ainda que brevemente, um especialista. Se não puder consultar alguém que saiba calcular sua drenagem de acordo com as normas brasileiras, peque pelo excesso no tamanho e quantidade dos tubos de coleta. As chuvas podem se tornar uma grande dor de cabeça se não levadas a sério na hora de executar sua obra. 
 
Fonte: Uol Estilo
 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Quem paga pelos reparos feitos em um imóvel alugado?

Basta iniciar uma conversa sobre locação de imóveis para surgirem alguns temas que são verdadeiros campeões de audiência. Especialmente em época de chuvas e ventanias, tem sempre alguém que pergunta: quem paga pelo conserto de telhados e janelas? E quem paga pelos reparos de outros itens da casa?

Basicamente, o locador -ou seja, o proprietário- paga pelo reparo de todos os itens estruturais do imóvel. Assim, tudo que se referir ao prédio propriamente dito (sim, inclusive os telhados, as paredes, os muros) será consertado por ele, que é o responsável por manter a forma e a estrutura do imóvel durante todo o período da locação.

É interessante lembrar que essa obrigação do locador abrange, também, os vícios e os defeitos anteriores à locação. Por exemplo, uma sacada que no início da locação já estava prestes a cair (embora o problema estivesse oculto) e que venha a desmoronar, será recuperada pelo locador.

Um alerta: se o locatário observar a existência de algum problema no imóvel, deverá se comunicar com o locador urgentemente, seja porque este é o único jeito de saber o que deve fazer, seja porque a demora pode piorar o problema, passando o locatário omisso a responder pelas consequências. 

Exemplificando: um telhado arrebentado deverá ser reconstruído por conta do proprietário; mas, se ele não for informado e o rombo aumentar, ou ainda se as paredes e pisos forem danificados pela chuva, o locatário (e não o locador) é que findará responsabilizado (qualquer advogado dirá: lógico, o direito não socorre a quem dorme).

O locatário também arca com despesas, porém somente aquelas referentes à manutenção do imóvel.

O locatário pagará, ainda, as obras relativas à recomposição do imóvel quando for responsável por algum dano. Nesta condição, entram incontáveis exemplos (as pessoas são criativas), podendo-se ilustrar com danos ao encanamento causados por coisas descartadas em vasos sanitários e ralos (é incrível a variedade de objetos encontrados em perícias).

Fazem parte desse grupo os telhados avariados devido a instalações mal feitas ou incompatíveis com o local; as paredes derrubadas sem autorização e as portas quebradas por mau uso (inclusive aquelas danificadas por animais). Quando isso acontecer, qualquer que seja a parte danificada do imóvel, o locatário arcará com os custos da recomposição.

Finalizando, um aspecto: em caso de imóvel que esteja em más condições antes da locação, nada impedirá que se combine que o locatário arcará com as obras de todo gênero, inclusive as estruturais. Porém, essa previsão deverá constar, muito claramente, no contrato de locação.

Fonte: Uol

quarta-feira, 30 de março de 2011

Justiça manda governo do MA restaurar prédio histórico

O governo do Maranhão foi condenado pela Justiça estadual a restaurar um casarão tombado que foi abandonado pelo próprio Estado. O prédio, localizado no centro de São Luís, foi comprado pelo governo na década de 60 e usado pelo Judiciário até 1994, quando foi devolvido.
Desde então, segundo a Promotoria de Proteção ao Meio Ambiente, o casarão está fechado. O prédio, que chegou a ser usado como moradia por sem-teto, está com o telhado deteriorado e tem a estrutura escorada por tijolos.

Para o promotor Fernando Barreto (Promotoria de Proteção ao Meio Ambiente), autor da ação, o prédio é "arquitetonicamente relevante", com fachada de azulejos e mirante. Segundo ele, o estado de deterioração prejudica um conjunto de outros imóveis do mesmo período --do final do século 19 e início do 20-- que estão em seu entorno. 

A decisão da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão determinou a restauração tanto da parte externa quanto interna do prédio.

O casarão foi tombado por meio de um decreto do governo do Estado e está localizado próximo do perímetro do centro histórico de São Luís, considerado patrimônio mundial pela Unesco.

Esse é o quinto prédio tombado na rua Rio Branco que é alvo de ações na Justiça solicitando o restauro, segundo a Promotoria. Em janeiro, a fachada de dois casarões históricos, localizados na mesma rua, ruíram. Os demais imóveis tombados pertencem a particulares.


Fonte: Folha.com UOL

terça-feira, 15 de março de 2011

Brasileiros gastarão R$ 469 em materiais de construção este ano

O comércio de materiais de construção deve movimentar R$ 76,4 bilhões este ano, ou seja, cada brasileiro deve gastar R$ 469 com estes itens, conforme aponta pesquisa do Ibope Inteligência.

A região Sudeste deve ser responsável por 54,5% dos gastos com materiais de construção este ano, o que representa R$ 41,66 bilhões. Na região, o consumo per capita deve ser de R$ 552.
Em seguida, vem a região Sul, onde o consumo deve atingir R$ 13,14 bilhões (17,2% do total). Apesar do gasto ser menor que na região Sudeste, o consumo per capita será de R$ 559, como pode ser observado na tabela abaixo:

Região Potencial de Consumo  Representatividade Consumo per Capita
Norte R$ 3,75 bilhões 4,9% R$ 315/hab por ano
Nordeste R$ 11,18 bilhões 14,6% R$ 285/hab por ano
Sudeste R$ 41,66 bilhões 54,5% R$ 552/hab por ano
Sul R$ 13,14 bilhões 17,2% R$ 559/hab por ano
Centro-Oeste R$ 6,70 bilhões 8,8% R$ 526/hab por ano
Fonte: Pyxis Consumo - Versão 2011 - Ibope Inteligência

Classes

O estudo ainda aponta que a classe B será responsável por 43,2% do consumo, o que totaliza R$ 32,98 bilhões. Segundo o estudo, mais de 11,8 milhões de domicílios são de classe B, representando 23,5% do total.

Já a classe C, cujo número de domicílios chega a 25,2 milhões (50,4% do total), será responsável por 33,1% do total movimentado este ano, o que corresponde a R$ 25,27 bilhões.

A classe A, por sua vez, soma 1,2 milhões de domicílios (2,5% do total) e representa 18,4% do consumo de materiais de construção, ou seja, R$ 14,10 bilhões. A classe DE, responsável por 23,6% dos domicílios (11,8 milhões) deve consumir este ano R$ 4,08 bilhões, o que corresponde a 5,3% do total.

Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mistura de cal e cloro ajuda no combate à dengue em obras

Uma combinação considerada simples e de baixo custo --cal e cloro-- está ajudando a combater os focos do mosquito Aedes aegypti em Manaus (AM). De acordo com o pesquisador e responsável pelo Laboratório de Malária e Dengue do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, do Inpa (Ministério da Ciência e Tecnologia), Vanderli Tadei, a fórmula pode ser aplicada em água parada pelos próprios funcionários das construtoras.

Em entrevista à"Rádio Nacional", ele explicou que a fórmula utilizada atualmente para o combate à dengue é falha, uma vez que se mantém a mesma desde 1998, quando foi registrada a primeira epidemia da doença em Manaus. O mosquito, segundo o professor, desenvolveu resistência ao produto.

"Agora, temos uma fórmula que os construtores podem utilizar, de rápida aplicação, sendo que uma pessoa é suficiente para fazer esse monitoramento, desde que treinada", disse. "Com a dengue, não temos muito o que fazer. O controle está centrado no vetor", completou.

Segundo Tadei, na próxima semana a mistura será apresentada aos construtores locais por meio da distribuição de folders que contêm um passo a passo para a aplicação. Ele explicou que a quantidade de água parada em canteiros de obras é alta em razão da necessidade de checar, em diversos momentos, a existência de infiltração.

A combinação de cal e cloro é considerada também ambientalmente correta, uma vez que é biodegradável e pode ser manuseada por adultos. "O importante para o construtor é que, fazendo esse tratamento, ele não vai ter casos de dengue nos funcionários, que ficam afastados por no mínimo sete dias", concluiu. 

Folha.com

terça-feira, 1 de março de 2011

Saiba como funciona o financiamento para material de construção

É possível dar uma entrada pequena ou, se seu cadastro for positivo, nem pôr a mão o bolso para pegar o valor

Para muitos, erguer a construção, mesmo que a “duras penas”, é a chance de sair do aluguel. Em outros casos, nem sempre o dinheiro disponível é suficiente para concluir a obra. Nessas horas, surge a ideia de fazer um empréstimo. A tentação aumenta diante das facilitações que os bancos e finaciadoras oferecem. Mas como proceder para pedir dinheiro emprestado?

SISTEMAS DE FINANCIAMENTO
Atualmente, o mais comum é o Sistema de Amortização Constante (SAC), pelo qual a prestação sofre redução constante mês a mês. Outro modelo é a Tabela Price, que no princípio é bastante atrativa, por apresentar um valor menor, mas aumenta no transcorrer das parcelas. Importante: antes de tomar qualquer decisão, considere os valores totais (primeiras e últimas parcelas), e não apenas os custos imediatos.

Primeiros passos
A recomendação inicial é procurar informações em vários lugares e não ceder à primeira opção que aparecer. Estude bem os pacotes dos bancos antes do contrato. Nessa fase, uma boa dica é manter toda a documentação pessoal de quem irá financiar em ordem. Se o nome estiver “sujo”, a dificuldade de conseguir o financiamento aumenta.

Fontes de crédito
Atualmente, os bancos oferecem crédito com condições muito vantajosas. Há também os microcréditos oferecidos nas lojas do varejo da construção civil em parceria com os fabricantes de materiais. Em geral, as lojas oferecem cartões de crédito que possuem condições especiais de parcelamento, com juros mais baixos para compra de artigos de determinada indústria.

Você e o banco
Cada instituição oferece juros, planos e critérios de amortização diferentes. Alguns fatores como idade, renda familiar e limite para gasto nas parcelas mensais definem o crédito a ser disponibilizado. A análise depende também da fidelização do cliente com o banco.

Juros
Para famílias com renda de até 12 salários mínimos, por exemplo, algumas instituições financeiras cobram taxa de juros de 8% ao ano mais TR, e o valor pode ser pago em até 8 anos. A amortização dos juros pode ser feita quando se pagam parcelas a vencer. Por exemplo: em um determinado mês paga-se a parcela atual e também a última. Nesse caso, essa última parcela terá um valor bem inferior ao inicial e os juros serão reduzidos.

As prestações são fixas, portanto, você sabe quanto vai pagar. Na quitação, os juros restantes são descontados proporcionalmente,ou seja, as parcelas futuras não sofrem acréscimo.

Fonte: Uol

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Venda de materiais de construção cai 2,6% em janeiro na comparação com dezembro

O varejo doméstico de materiais de construção iniciou 2011 com desaceleração em relação ao final do ano passado. Em janeiro, as vendas recuaram 2,64% na comparação com dezembro, informou nesta terça-feira a associação que representa o setor no país, Abramat.
Já em relação ao mesmo mês do ano passado, as vendas dos insumos aumentaram 1,45%.
A queda mensal, segundo a entidade, é resultado da formação de estoques em dezembro, quando o consumo de materiais tende a ser sazonalmente maior. "Em janeiro, as compras se reduziram em função da queda típica do consumo no período", afirma o presidente da Abramat, Melvyn Fox, em nota.
No mês passado, as vendas de itens de acabamento tiveram alta de 10,79%, enquanto as de materiais básicos caíram 3,24% ano a ano.
"É provável que o comportamento se equilibre entre os materiais de base e acabamento nos próximos meses. Esse crescimento maior da indústria de acabamento está associado ao avanço das obras iniciadas na fase de elevado crescimento do setor, antes da crise", explica Fox.
A Abramat informou também que, em janeiro, o número de postos de trabalho gerados na indústria de materiais aumentou 6,86% ante o mesmo mês em 2010 e subiu 0,26% sobre dezembro.
A entidade prevê que o faturamento do setor aumente 9 por cento no fechado deste ano, após encerrar 2010 com expansão de 12,1%. "A tendência de crescimento é acentuar-se nos próximos meses", acrescenta o presidente da Abramat.
(Por Vivian Pereira do Uol casa e imóveis e Reuters)

Quando uma reforma desvaloriza um imóvel

Especialistas afirmam que reformas completas com mudanças na planta com a intenção de valorizar um imóvel para venda são desperdício de tempo e dinheiro

O sonho de todo proprietário que deseja se desfazer de um imóvel é conseguir um bom preço. Muitas pessoas chegam a investir em reformas para deixar a residência mais atraente para potenciais compradores. Só que não há nenhuma garantia de que o dinheiro investido vai retornar para os bolsos do vendedor.

Atitude que especialistas do setor imobiliário consideram um erro financeiro. “Uma proprietária uma vez gastou uma fortuna com paisagista. O jardim ficou maravilhoso”, conta Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis, uma das maiores imobiliárias de São Paulo. O problema é que o novo proprietário literalmente arrasou com o jardim recém-construído para a construção de mais uma garagem.

A opinião de quem entende é unânime: grandes reformas, principalmente estruturais, feitas com a intenção de valorizar um imóvel são uma péssima ideia. Luiz Paulo Pompeia, diretor de estudos de mercado da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), crê que oferecer um imóvel bem conservado é de extrema importância para garantir uma boa velocidade de venda e preço coerente com o mercado. Contudo, ele alerta que qualquer coisa que vá além da pintura e atualização de pisos ou azulejos não justifica o custo e o esforço envolvido numa grande reforma. “Quem vende deve deixar a reforma para quem compra”, sugere.

Pompeia considera que, mesmo melhorias feitas na parte hidráulica e elétrica do imóvel, precisam ser bem-avaliadas . “Essas reformas devem ser feitas apenas se estiverem em péssimas condições. Do contrário, o que precisar ser mexido deve ficar à cargo de quem for entrar na propriedade."

Luiz Fernando Gambi, diretor de comercialização do SECOVI-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), também é partidário da ideia do “menos é mais”. Ele lembra de um apartamento de 4 quartos, “imóvel caro, metragem alta”, transformado pelos donos em um charmoso e moderno loft. Mais um fracasso, que acabou desvalorizando o apartamento em relação as outras unidades no mesmo prédio. “Fazer reforma que muda o desenho original é desvalorização na certa, além de ter uma velocidade de venda baixíssima”, explica.

Fonte: Exame.com

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Profissionais oferecem serviços de "faz-tudo" em casa

Na hora do aperto com reparos em casa, paulistanos recorrem aos serviços de profissionais "faz-tudo" que ficaram conhecidos pelo apelido de "marido de aluguel".

A ideia, importada dos Estados Unidos há alguns anos, é oferecer a quem está em apuros um leque de especialidades, como as de eletricista, encanador, pedreiro e até reparador de objetos e móveis danificados.
Um dos primeiros a oferecer o serviço, Valdir José Peres, 48, da Marido de Aluguel, conta que adaptou o conceito. "Nos EUA, a agência manda um encanador para os reparos hidráulicos e um eletricista para os elétricos. Aqui são pequenos serviços executados por um profissional com boa formação."

Essa é uma opção vantajosa para quem precisa fazer vários acertos em casa. Isso porque os prestadores de serviço cobram por hora -de R$ 60 a R$ 80-, fora o material que será utilizado. Borracha de vedação, cola, parafusos e buchas geralmente não são cobrados dos clientes.

Alguns profissionais estipulam um mínimo de uma a duas horas de trabalho. "Não vale a pena chamá-lo para pintar um cômodo, porque é preciso esperar pelo menos seis horas em dias quentes para dar a segunda demão, e o serviço é cobrado por hora", exemplifica Peres. "Mas é vantajoso quando envolve vários tipos de reparo."

Foi nessas condições que a chef de cozinha Carol Helena, 31, procurou Peres. "Não tenho muita habilidade nem paciência pra esses reparos, e meu marido foge deles como o diabo da cruz", diz.

Ela aprovou a performance do faz-tudo, que instalou suporte de prateleira e consertou o varal e uma válvula de descarga. "Ele é cuidadoso, não deixa muita sujeira."
Antes de "alugar um marido", verifique se não compensa mais chamar um ou mais profissionais específicos, considerando o tempo estimado para os consertos e o preço de cada um. O contador Jeová Carvalho, 45, chamou Cláudio Silva, 47, da Marido de Aluguel S.O.S, para desmontar um guarda-roupa planejado. "Minha mulher acha que eu mesmo não consigo fazer um serviço bem-feito", explica Carvalho.
 
ALTERNATIVAS

Quem mora em prédio pode pedir socorro ao zelador ou ao porteiro para reparar algum item no apartamento.
Foi o caso da auditora Fernanda Santos, 23, orientada pelo zelador a trocar o registro de água que vazava.

Ele indicou um profissional que orçou o serviço em R$ 160. Ela não quis pagar esse valor e contratou um faz-tudo que simplesmente substituiu uma borracha de vedação, comprada por R$ 0,60.
"Muitos prédios proíbem a prática porque o funcionário deixa de fazer seu trabalho e, se causa um dano no apartamento, o prejuízo é cobrado do condomínio", diz Peres.

Quem tem seguro de casa ou carro em geral tem direito a serviço de reparos domésticos, mas os consertos possíveis variam segundo a apólice contratada e há um limite para o número de visitas.
Planos com um leque maior de reparos cobram uma taxa por essa cobertura -em média, acima de R$ 400 anuais (para uma casa), com até oito visitas no período.

Fonte: Folha.com /
 
ROSANGELA DE MOURA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Telhado branco, que visa a reduzir a temperatura das cidades, ganha adesões

Simples, barata e eficaz. A medida proposta pela campanha "One Degree Less - Um Grau a Menos" é exatamente assim: não requer grandes recursos, de tempo, material ou dinheiro para ser aplicada.

Criada pelo Green Building Council (GBC) para reduzir os efeitos do aquecimento global nos centros urbanos, a campanha pretende mobilizar a população e o poder público para que pintem de branco telhados de casas, edifícios e qualquer outra construção.

Assim, diz o GBC, é possível reduzir de dois a três graus a temperatura no interior dos imóveis. E em até um grau, a das cidades - caso haja um grande número de telhados na cor, é claro.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O que levar em conta ao escolher um portão? Quais são as características de cada tipo?

A maioria das nossas casas e prédios tem o seu fechamento no limite do lote, em frente à rua de acesso, feito por portões. Os portões podem ser apenas para a circulação de pedestres ou podem permitir a passagem de um ou mais veículos. Podem ser altos ou baixos e fabricados com diversos materiais, tendo a sua abertura manual ou automática. Mas quais são as características mais importantes a se levar em conta na hora de adquirir um portão?

Dimensões
 
A primeira preocupação deve ser com relação às dimensões do portão e para que ele servirá. Se for apenas um portão de pedestres, pode ser pequeno. Mas se for um portão de garagem, o ideal é que ele seja um pouco mais largo do que um carro grande. Assim, o motorista tem uma folga na hora de passar.

A altura é outra consideração importante. É necessário ver se o portão precisa ser alto por questões de segurança ou se pode ser baixinho, que, em geral, fica muito mais bonito. Quanto maior e mais alto for o portão, mais pesado ele será e, portanto, mais força (manual ou um motor mais parrudo) será necessária para manuseá-lo. Leve isso em consideração na hora da escolha.

Veja matéria completa em UOL

Venda de material de construção eleva atividade do comércio em janeiro

As vendas de materiais de construção elevaram a atividade do comércio varejista em janeiro, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado nesta quinta-feira (3).
No mês passado, o comércio em geral registrou aumento de 9,8% nas vendas, frente ao mesmo mês do ano passado. Este resultado ficou abaixo dos 11,2% verificados em novembro e dos 12,8% de dezembro.

Somente as comercializações do grupo Material de Construção apresentaram alta de 15% no período. Já as vendas de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática cresceram 10,4% no período e também influenciaram no desempenho do índice anual.

De acordo com o indicador, em janeiro, frente a dezembro de 2010, a atividade do comércio varejista registrou queda de 2,7%.
Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, a adoção das medidas macroprudenciais de restrição ao crédito e o início do processo de aumento da taxa básica de juros (taxa selic) deverão fazer com que, em 2011, o varejo exiba crescimento positivo em sua atividade, porém em taxas mais moderadas do que as verificadas ao longo de 2010.

Veja mais em InfoMoney

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Inquilino: o que fazer na hora de reformar um imóvel alugado?

Disposição e dinheiro suficientes para a reforma da casa. O único imprevisto, porém, é que o imóvel em questão não é seu, mas alugado. O que fazer nessas situações?

Neste caso, antes de tomar qualquer atitude, é indicado conversar com o proprietário do imóvel, principalmente com relação aos custos que essa reforma irá apresentar.
“O inquilino deve ter em mente que, ao entregar o imóvel diferente do jeito que ele o alugou, pode lhe causar problemas financeiros”, afirma o coordenador do curso de finanças da Veris Faculdade, Ednei Augusto Januário.
Como forma de preservar o orçamento, a dica, em casos como este, é partir para uma conversa franca, para aparar as arestas do contrato e da situação com o dono do imóvel.

Segure os gastos 

A prática de boa conduta no mercado imobiliário prevê que o proprietário tome para si a responsabilidade de arcar com gastos por eventuais reformas de ordem de manutenção, como encanamentos, luz, entre outros.

Contudo, quando o assunto é mudança estrutural, pode haver discussão entre ambas as partes. Para evitar que o dinheiro caia pelo ralo, o inquilino deve negociar condições com o locador.
“Se o inquilino quer aumentar um cômodo da casa, por exemplo, ele deve argumentar com o proprietário que deixará o imóvel, que nem pertence a ele, mais valorizado”, diz Januário.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Que cuidados tomar na minha construção para evitar problemas com as fortes chuvas de verão?

 Relação área externa e interna

Um primeiro cuidado que você deve ter em mente para seu projeto é bastante básico e simples: crie um desnível entre a parte interna e a externa. Esse desnível não chega à altura de um degrau. Ele deve ter apenas poucos centímetros, de três a cinco. Essa simples medida promove um isolamento das águas que porventura podem se acumular devido à grande vazão momentânea da chuva, evitando muita dor de cabeça. No calçamento externo tome o cuidado de executar caimentos sempre contrários à casa, afastando as águas da construção.

Cuidados com telhados

No caso de casas com telhados, ao executar sua inclinação, tenha certeza de que ela está sendo feita de acordo com a norma para o tipo de telha utilizada. Cada tipo de telha exige uma inclinação diferente, que deve ser respeitada, de maneira que, durante as chuvas torrenciais, não exista a possibilidade de infiltração por entre elas. Um cuidado adicional muito interessante é a utilização de uma manta de subcobertura sob o telhado. Ela garante o isolamento da casa na ocorrência de um pequeno vazamento.

Para o telhado já construído procure verificar, ao menos visualmente, antes do final de cada ano, se as telhas parecem estar no lugar e se o telhado não apresenta qualquer “ondulação”, pois isso pode ser sinal de madeiramento cedendo. Também faça sempre a limpeza periódica de seu telhado para que as chuvas tenham caminho desimpedido por cima das telhas. Uma simples sacola plástica enganchada aliada a chuvas fortíssimas pode criar um pequeno ponto de infiltração.

Cuidados com lajes

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Como reformar, sem traumas, seu imóvel

 Seja por economia ou capricho estético, muita gente opta por comprar um imóvel usado para reformar em vez de pagar por um novo. E não sem motivo. A diferença pode ser suficiente para cobrir as despesas com obras, muitas vezes até com sobra. Mas a repaginação também tem seu lado B: estouros no orçamento, problemas na entrega de material, atrasos e serviços mal feitos. Pior: em meio à poeira, podem não faltar motivos para incontáveis brigas conjugais.

Para minizar e não evitar – a dor de cabeça, confira as dicas do escritório Szabó e Oliveira Arquitetura:

- Não compre material ou inicie as obras antes de ter finalizado o projeto e orçamento. Fuja também da tentação de pedir mudanças de última hora. “Quem começa a quebradeira sem projeto definido ou muda de ideia no meio do caminho corre o risco de ficar sem dinheiro para terminar a reforma”, adverte o arquiteto Fernando Oliveira.

- Na busca de harmonia visual, planeje de uma vez só a compra de todo material para que, por exemplo, o piso da cozinha não destoe do da área de serviço.
- Peça indicações de conhecidos para escolha dos profissionais envolvidos, como arquitetos, empreiteiros ou pedreiros. Não só: visite obras realizadas . Afinal, o padrão de qualidade de seus amigos pode ser diferente do seu.
- Na contratação de mão de obra, compare pelo menos três orçamentos para se interar melhor dos preços do mercado.
- Na comparação de preços de materiais e mão de obra peça informações sobre formas de pagamento, juros cobrados nas compras a prazo, descontos para preço à vista, prazo de entrega e existência de cobrança pelo frete.
- Pague os serviços por etapas, à medida em que a obra avance conforme o cronograma estipulado. “Nunca, em hipótese nenhuma, faça o pagamento antes de verificar que o trabalho previsto foi concluído conforme o combinado”, alerta Oliveira.
- Tenha em mente que, mesmo com bom planejamento, gastos imprevistos podem ocorrer. Problemas no encanamento, por exemplo, às vezes só são identificados depois de quebradas as paredes. Por isso, sempre que possível, previna-se com uma folga de 30% no orçamento – ou pelo menos pense em formas de conseguir o dinheiro extra em caso de necessidade.
- Evite comprar móveis novos no início da obra. Ao adiar os gastos com decoração, você ganha reserva de caixa para despesas inesperadas.
- Ao comprar produtos fora de linha, geralmente mais baratos, lembre-se de que pode ser difícil encontrar material para reposição. Por isso, sobretudo no caso de pisos e azulejos, vale a pena levar um pouco a mais e formar um estoque para eventuais necessidades.

Fonte: IG Economia