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Praça Capital - Lojas e Salas Comerciais - SIA

A Brasal Incorporações e a Odebrecht Realizações Imobiliárias apresentam: PRAÇA CAPITAL.

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O conceito de bem-estar, comodidade e conforto criado pela Brasal chega a Samambaia.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pintar telhado de branco não assegura o conforto térmico


Contrariando as usuais dicas de sustentabilidade, um estudo realizado na Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo) mostra que pintar o telhado de branco não resolve a longo prazo problemas de conforto térmico nem contribui para reduzir as ilhas de calor.

O problema é que as tintas imobiliárias são suscetíveis ao crescimento de fungos escuros. Atacado por micro-organismos, o telhado volta a absorver a mesma quantidade de calor devido à cor.

"Nossos estudos mostraram que o início da colonização ocorre já nas primeiras semanas após a pintura, mas os efeitos visíveis a olho nu começam a ser observados a partir do primeiro ano", explica Márcia Shirakawa, responsável pela pesquisa. 

Mesmo com biocida, usado para impedir o crescimento de micro-organismos, as tintas perdem essa capacidade porque o produto é retirado da superfície por ação da água de chuva conforme o tempo de exposição.

"O crescimento de fungos foi superior nas tintas expostas na cidade de São Paulo do que em Belém do Pará", afirma a pesquisadora.

Possivelmente isso acontece pela poluição atmosférica da capital paulista, avalia.

As tintas podem ficar bastante comprometidas antes de três anos de exposição, o que obrigaria à frequente manutenção do telhado.

Para resolver a questão, há outras opções. "É possível usar o sombreamento da unidade habitacional, soluções de isolamento térmico, tetos frios e telhados verdes", cita Vera Hachich, conselheira do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável). 

Telhado verde foi a solução usada nas torres Rochaverá para melhorar o conforto térmico, zona oeste de São Paulo
Fonte: Folha.com

Ajude a construir escolas de garrafas PET

O pessoal da ONG Hug It Forward quer que você ajude a construir escolas para o pessoal carente da Guatemala. E o jeito é o mais fácil da história.

Para ajudar a construção das escolas, é fácil: A cada abraço registrado no site, $1 cai na conta que vai ajudar a construir escolas feitas com garrafas PET. O mundo todo pode ajudar a somar, segundo a ONG, são necessários 10 mil abraços para construir uma escola.

O projeto conta com parcerias para ajudar na coleta das garrafas (a própria comunidade fará isso) e empresas vão ajudar com a obra. O dinheiro arrecadado é, praticamente, só para o cimento.

Já foram registrados cerca de 2 mil abraços e se o projeto construir 100 escolas até o fim do ano, eles devem começar a ajudar outro país do nosso continente.

Então, tá esperando o que para ir pro site registrar todos seus abraços?

Um abraço, até mais.

[ATUALIZAÇÃO] Vocês ficaram em dúvida sobre como registrar seus abraços, então explicamos:
1 – Entrando no site, clique em Sign Up no topo da página (ou aqui, para facilitar)
2 – Preencha o cadastro.
3 – Volte à capa do site e use a caixa laranja à esquerda para registrar seus abraços
3.1 – Em “Who hugged you”, escreva o nome de usuário de quem você abraçou (você pode me abraçar: juanlourenco)
3.2 – Em “Where were you hugged”, informe onde você foi abraçado (cidade/estado/país)
3.3 – Clique em “Register Your Hug”, e pronto!

Fonte: Uol / Eco Planet

Em alguns bairros, morador só consegue Habite-se se plantar árvore na calçada

Quem constrói em bairros como Alto da Lapa, Alto de Pinheiros, Anhangabaú, Butantã, Jardim América e Pacaembu não consegue liberação do Habite-se pela prefeitura, se não plantar árvores na sua calçada.

A obrigatoriedade vem do plano urbanístico feito pela empresa inglesa City, responsável pelo loteamento dessas regiões. A empresa desenhou seus bairros planejados com o conceito de "cidade-jardim".

"A maioria dos moradores destes bairros já constrói nestas condições por vontade própria, por querer um bairro arborizado. Assim, eles tentam ocupar menos o terreno, fazer o plantio de árvores e escolher pisos mais permeáveis", apoia Paulo Lisboa, arquiteto e conselheiro da CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável).

Veja lista completa de bairros no site da City

RENATA CATTARUZZI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Morador pode arborizar a rua plantando árvore na calçada de casa

Caminhar em ruas arborizadas é mais agradável do que em bairros com muito cimento. Apesar da grande aceitação dessa máxima, moradores e condomínios de áreas cinzentas parecem se esquecer de que a calçada é de sua responsabilidade.

Todo proprietário pode plantar uma árvore no passeio público em frente a sua casa. Para isso, basta seguir as regras da prefeitura. 

A calçada precisa ter, no mínimo, 1,6 m de largura para receber uma muda. Desse espaço, 1,2 m deve ser preservado para a circulação de pedestres.

A dimensão da espécie escolhida deve estar adequada à largura da calçada.

"Em calçadas, como geralmente o espaço é limitado, o indicado é optar por árvores de pequeno e médio portes, para evitar que raízes quebrem o piso e copas atinjam o poste", diz a paisagista Juliana Kallas, da Kallas+Mardegan Arquitetura Paisagística.

Para evitar erros, a Prefeitura de São Paulo distribui gratuitamente mudas para o ambiente urbano. A solicitação pode ser feita em um dos parques municipais da cidade, onde são doadas espécies nativas como aroeira pimenteira; ipê amarelo; manacá-da-serra; quaresmeira; pau-formiga; ipê roxo; aroeira salsa, dedaleiro; pata-de-vaca e pau-viola.

Serviços de plantação, poda ou remoção de árvores podem ser solicitados pessoalmente nas praças de atendimento da prefeitura ou pelo telefone 156. 

Saiba mais na página da Prefeitura.  

Fonte: Folha.com

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Lace Hill: O edifício verde que é quase um bairro



O Lace Hill em Yerevan, Armênia terá 85 mil m² .

Um colosso verde que abrigaria residências, escritórios, comércios e até espaços de lazer. Tudo isso com o maior charme ecologicamente correto. Criado pelo escritório de arquitetura e design americano Forrest Fulton, o Lace Hill leva o formato de um monte, por conta do monte Ararat que fica próximo a cidade.

A colina artificial é coberta por vegetação da região que conta com um sistema de irrigação com água de reuso. O espaço interno é liberado para pedestres e ciclistas, já os carros precisam ficar num estacionamento subterrâneo que dá acesso para uma rodovia que liga o lugar a todas as cidades da região.
 
Veja mais aqui.
 
Dica: Ecoplanet

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cerca de 30 mil paulistanos mudarão para apartamentos até o final do próximo ano

Segundo levantamento da Lello Condomínios, cerca de 30 mil paulistanos irão mudar de casas para apartamentos em condomínios residenciais da cidade de São Paulo até o final do próximo ano.

Os futuros moradores de 300 dos 520 condomínios que serão entregues nos próximos dois anos fazem parte da classe C. Os imóveis de destino são empreendimentos com cerca de 120 apartamentos cada, duas torres, piscina e condomínio no valor de aproximadamente R$ 200,00.

Os novos condomínios econômicos contarão com 37 mil apartamentos residenciais, com ocupação média de duas pessoas por unidade. O estudo também apontou que cerca de 40% dos moradores são condôminos que migram de casas para apartamentos.

Perfil
Casais jovens, na faixa etária entre 25 e 35 anos, com um filho e rendimento mensal conjunto de aproximadamente R$ 4 mil é o perfil da maior parte dos moradores de condomínios de médio padrão, lançados nos últimos anos.

Angélica Arbex, gerente da Lello, observou que são pessoas que pela primeira vez terão de conviver com uma realidade totalmente nova, ou seja, uma vida em coletividade, tendo de acompanhar assembleias e efetuar o pagamento mensal do condomínio.


sábado, 2 de abril de 2011

E o verde virou objeto de desejo nos lançamentos imobiliários.

De acordo os especialistas, a valorização de unidades com vista para áreas verdes pode chegar a 30%, dentro de uma mesma região.

Em um mesmo prédio, a diferença de preço entre um imóvel voltado para um parque e outro sem a vista pode alcançar os 10%. "Mas é um fator decisivo para a compra, e para muita gente, não importa o valor."
Um empreendimento negociados à beira do Parque Burle Marx, no Panamby, zona sul da capital paulista, por exemplo com valor inicial de R$ 2,5 milhões, já teve 80% das unidades vendidas.

O verde virou apelo irresistível de vendas pra fazer a diferença entre muitos iguais

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domingo, 27 de março de 2011

Sustentabilidade: Produza sua própria energia e ainda venda-a


O impacto de smart grids nas cidades

O mundo rico começa a descobrir as smart grids, redes elétricas inteligentes por meio das quais o consumidor pode gerar sua própria energia e vendê-la no mercado

Em todo o mundo, as smart grids são impulsionadas por razões diversas — inclusive a preocupação em produzir energia mais limpa. Na Alemanha, para reduzir a dependência do gás vindo da Rússia, o governo financia a compra de geradores eólicos.

Nos Estados Unidos, as empresas querem cortar gastos com pessoal — já que, com a nova tecnologia, parte dos reparos pode ser feita a distância.

A energia captadas por paineis solares abastece sua casa e pode render dinheiro.

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Sistema de energia solar com placas fotovoltaicas?

As  placas fotovoltaicas, que nada mais são do que geradores de energia a partir da energia solar.

Diferente dos aquecedores solares, que apenas geram água quente para chuveiros, torneiras ou piscinas, as placas fotovoltaicas têm a capacidade de gerar energia elétrica a partir dos raios do sol. 

Essa energia pode ser utilizada para diversos fins, como acender uma lâmpada ou ligar uma televisão.

Os painéis fotovoltaicos são compostos por estruturas chamadas células fotovoltaicas, que têm a propriedade de criar uma diferença de potencial elétrico por ação da luz. O efeito fotovoltaico faz com que essas células absorvam a energia do sol e façam a corrente elétrica fluir entre duas camadas com cargas opostas.

Os materiais mais frequentemente usados para a fabricação destas células são o silício cristalino e o arsenieto de gálio. Um conjunto de células formam cristais, que são posteriormente cortados em pequenos discos polidos, que são as pequenas bolinhas que vemos nos painéis. Com a adição de fósforo e condutores metálicos, formam-se as células, que são posteriormente fixadas num painel rígido ou flexível e que recebe uma placa de vidro na face frontal para proteção das células.

O uso em grande escala

A quantidade de energia gerada por uma usina solar está diretamente ligada à quantidade de sol que incide sobre a região a cada dia e à área de painéis de cada usina. O Brasil ainda é incipiente no uso da energia solar, mas países como Alemanha, Portugal, México e Canadá já possuem diversos parques de geração de energia solar.

Esta é uma forma totalmente limpa de geração de energia e a tendência é que seu uso se intensifique. O custo de produção ainda é bastante elevado e os investimentos até o momento dependem de incentivos governamentais.

O uso em pequena escala

É possível contar com painéis solares para suprir uma residência ou parte dela com esse tipo de energia?

Como o custo de produção dessa energia ainda é bastante alto, vemos poucos exemplos de aplicação atualmente. Podemos, porém, identificar nas estradas uma série de antenas ou postes de luz nos pontos de descanso de automóveis.

Devido ao fato da quantidade de energia gerada estar intimamente ligada à quantidade de painéis, podemos dividir os circuitos de uma residência, ligando apenas parte deles ao sistema de geração solar, enquanto a outra fica ligada ao sistema comum que vem da rua. Dessa forma conseguimos chegar na melhor relação custo x benefício do sistema.

Outra maneira de utilizarmos a energia solar -e que está se tornando mais comum- é para a iluminação externa. O mercado começa a produzir luminárias (várias delas usando lâmpadas de LED) que funcionam unicamente com energia solar. A grande vantagem da utilização dessas luminárias é poder dispensar todos os conduítes e a fiação para a instalação, posto que cada luminária funciona como um sistema autônomo. Ou seja, as luminárias são mais caras, mas o custo é compensado por dispensar as instalações.

Por fim, devemos lembrar que, assim como acontece com os aquecedores solares e os geradores eólicos, o custo de instalação das placas fotovoltaicas vai se pagando ao longo dos anos. Logo, quanto mais intensa a utilização no dia a dia, mais rapidamente o sistema vai se pagar.

Portanto, montar um sistema como esse e mudar de casa dois anos depois é jogar dinheiro fora, assim como é difícil fazer essa conta fechar em casas de veraneio, utilizadas poucos dias por mês. Mas se a idéia é permanecer no mesmo local por bastante tempo, o sistema pode ser considerado, e deverá se tornar ainda mais eficiente nos anos vindouros.

Fonte: Uol