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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Segundo o Ibope os preços de imóveis continuam subindo

Os preços de imóveis residenciais, tanto novos quanto usados, nas principais capitais do país não devem desacelerar no curto prazo, conforme estimativas do Ibope. Segundo levantamento do instituto de pesquisas, realizado a cada seis meses e divulgado nesta quarta-feira, o preço médio do metro quadrado de imóveis novos na cidade de São Paulo registrou crescimento de 85 por cento desde abril de 2009 até outubro deste ano. Se considerados os imóveis usados, o aumento foi de 62 por cento.
 
A capital paulista apurou o maior aumento de preços no período em comparação a Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife, demais capitais envolvidas no estudo, realizado desde 2009. Nos seis meses de abril a outubro deste ano, os preços de imóveis novos em São Paulo cresceram 14 por cento e, no caso de imóveis usados, subiram 11 por cento, para 6.019 reais e 4.979 reais o metro quadrado, respectivamente, em valores atuais.
 
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Imóveis alugados representam 18% do total de domicílios ocupados no País

O número de imóveis alugados no Brasil representa 18% do total do total de domicílios ocupados no País. Entre 2000 e 2010, o número de locação de imóveis cresceu 5% na média anual.

De acordo com pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência nesta quinta-feira (1), dentre as cidades com maior percentual de imóveis alugados em relação aos ocupados, estão Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, com 45% dos imóveis alugados, seguido por Nova Mutum, também no Mato Grosso, com 42%, e Engenheiro Coelho, em São Paulo, com 40% de imóveis alugados, dentre os ocupados.

Considerando por região, a maior porcentagem de imóveis alugados ficou no Centro-Oeste, com 23,6%, e no Sudeste com 20,2%, seguidos pelo Sul, com 17%. As regiões Nordeste e Norte, por sua vez, registraram taxas de 15,4% e 14,5% de imóveis alugados sobre o total de domicílios ocupados.
 
Crescimento
 
De acordo com a pesquisa, o País deve ganhar 1,5 milhão de domicílios neste ano, que irão se somar às mais 67 milhões de unidades residenciais que existiam até dezembro de 2010.

As regiões que mais apresentaram crescimento médio anual foram o Norte, com 3,24%, seguido pelo Centro-Oeste, com 2,9%. Logo atrás, estão Nordeste e Sul, com 2,5% e 2% de crescimento anual, respectivamente. A região Sudeste foi a que menor apresentou crescimento de 1,8%.

Mesmo com o crescimento de 24% no total de imóveis na última década, o número de unidades vagas permanceu quase estável: em 2000 eram 6,03 milhões, enquanto em 2010 o número chegou a 6,10 milhões, o que representa um aumento de 0,11%.

A taxa de crescimento do número de apartamentos é superior ao de casas em todas as regiões do País. 

Apesar disso, as casas ainda representam 89% do total de unidades habitacionais ocupadas.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O proprietário do imóvel pode alterar o valor do aluguel antes do término do contrato?

São comuns consultas de inquilinos a respeito da seguinte questão: é possível alterar o valor do aluguel que foi combinado no início do contrato?

Quando se fala em alteração de valor é preciso atentar para duas situações diferentes: a primeira é a alteração em decorrência da inflação; a segunda refere-se a adaptar o valor da locação ao praticado pelo mercado.

No primeiro caso, simplesmente se aplica ao valor do aluguel o índice de atualização monetária. Isso pode ser feito uma vez por ano e jamais em períodos inferiores.

No tempo dos militares...

Em tese, é coisa simples e óbvia, mas foi transformada em um problemão na época em que os ditadores que tivemos no comando até um passado recente mandavam até nisso! Acredite se quiser, havia até decreto parcelando o reajuste ou limitando-o a uma parte da inflação.

Não é preciso muita imaginação para descobrir que rapidamente os proprietários concluíram que era melhor não alugar. Nessa época, as pessoas desistiram de investir no setor e passou a faltar imóvel para locação.

Felizmente, isto já faz parte do passado e, hoje, o locador e o locatário podem escolher o índice que quiserem quando ajustam a locação.

Proibições

Mas, atenção: a lei contém somente duas proibições: o aluguel não pode ser reajustado com base na variação do salário mínimo ou na oscilação de moeda estrangeira. O índice preferido na maioria dos contratos de locação é o IGP-M, calculado a partir de uma média ponderada dos índices de preços no atacado (IPA), de preços ao consumidor (IPC) e do custo da construção civil (INCC).

Situação bem diferente é a de ajustar o aluguel ao valor de mercado. Vamos imaginar que um apartamento foi alugado em maio de 2008 por R$ 1.000,00 e, com as atualizações pelo IGP-M, este aluguel esteja, em maio de 2011, em R$ 1.199,19 (atenção, a conta está certa).

Mas, imaginemos que no mesmo prédio, devido à procura enorme, os apartamentos estejam sendo alugados por R$ 3.000,00; ou ao contrário, devido à degradação da região, o aluguel saia por R$ 900,00.

Ora, o valor de mercado estará diferente do atual, reajustado conforme o índice originalmente combinado entre locador e locatário. Em consequência, poderá haver a "revisão" do valor do aluguel. No primeiro exemplo, o locador pode querer aumentar o aluguel; no segundo caso, o locatário desejará diminuir o valor.

Ação revisional de aluguel

Pois bem: as duas partes devem tentar um acordo e, se o conseguirem, ótimo. Se não chegarem a um acordo, qualquer um poderá promover uma ação judicial denominada “ação revisional de aluguel”, desde que cumpram dois requisitos: 1) possuam provas dessa alteração do valor de mercado; 2) tenham transcorrido pelo menos três anos desde o último ajuste de aluguel.

Mais um alerta: não confunda atualização monetária, sobre a qual se falou no início deste texto, com ajuste de aluguel.

Portanto, são duas as modalidades legais de alteração do valor do aluguel: o reajuste, uma vez por ano, e a adaptação ao preço de mercado, a cada três anos. Mas, nada impede, a qualquer tempo e passado qualquer período, que os contratantes -que são livres- façam o acordo que bem entenderem.


Jaques Bushatsky Jaques Bushatsky é advogado e membro do Conselho Jurídico do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para UOL

Preço de apartamentos usados sobe 2,3% em junho.

O preço de venda de apartamentos usados aumentou, em média, 2,3% em junho, ante 2,6% registrados no mês anterior, revelou o indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis, que trata de unidades residenciais anunciadas em seis capitais brasileiras.

Em junho, conforme o levantamento divulgado nesta segunda-feira (4), os preços subiram mais em Recife (3,1%) e no Rio de Janeiro (3%). São Paulo ficou na terceira posição, com acréscimo de 2,6%. Fortaleza apresentou alta de 2,4%, Belo Horizonte, de 1,5% e Distrito Federal, de 1,3%. Salvador registrou leve queda de 0,6%.

Em 12 meses, o Rio de Janeiro acumula alta de 44%, São Paulo, de 29%, Belo Horizonte, de 28% e Fortaleza, de 16%.

No ano, o destaque é o Rio de Janeiro, com alta nos preços de 19,5%, seguido por Belo Horizonte, que acumula acréscimo de 16%, e Recife (15%). Em média, houve alta de 14,6% no indicador.

Número de dormitórios
O indicador ainda acompanha o preço segundo o número de dormitórios. Em junho, a valorização mais intensa foi a dos imóveis de um dormitório e quatro dormitórios, ambos com alta de 2,5%, seguidos pelos de dois dormitórios (2,2%) e pelos de três dormitórios (2,1%).

Desde janeiro de 2008, em São Paulo, os apartamentos com um e dois dormitórios apresentaram variação de 112%, os de três dormitórios apresentaram alta de 94%, enquanto os de quatro ou mais dormitórios variaram 71%.

No Rio de Janeiro, por sua vez, os apartamentos de um dormitório ficaram, no período, 143% mais caros. Os de dois e três dormitórios subiram 120%, enquanto os de quatro quartos tiveram alta de 104%.

Preço médio
No geral, o preço médio do metro quadrado foi de R$ 5.471 no quinto mês do ano, com destaque para o Distrito Federal, que chegou a R$ 7.689 no período, conforme a tabela a seguir:

 
Preço médio anunciado do metro quadrado
Local Junho 2011
Distrito Federal R$ 7.689
Rio de Janeiro R$ 6.572
São Paulo R$ 5.449
Belo Horizonte R$ 4.362
Recife R$ 4.107
Fortaleza R$ 3.945
Salvador R$ 3.406
Fonte: Fipe/Zap Imóveis

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Imóveis ficam 2,7% mais caros em abril

São Paulo - Em abril, o preço médio dos imóveis em sete grandes cidades brasileiras subiu 2,7%, a maior alta desde agosto do ano passado. Com isso, a variação acumulada no ano já chega a 9,2%. É o que aponta o Índice FipeZap, que calcula o valor do metro quadrado com base nos apartamentos anunciados no site Zap Imóveis.

Em relação ao número de quartos, os imóveis de apenas um dormitório foram os mais valorizados no mês, sofrendo um acréscimo de 3,4% no preço final. Se análise parte para as cidades, o destaque fica com Recife, que registrou aumento de 3,6% no valor dos imóveis em abril. O Rio de Janeiro chegou bem perto da capital de Pernambuco, com aumento médio de 3,3%. No acumulado do ano, os cariocas foram os que mais sofreram com a subida de preços, já que a valorização média nos quatro primeiros meses de 2011 chegou a 11,4%. Para se ter uma ideia, esse percentual foi de apenas 2,8% em Salvador. 

Quando o assunto é valor do metro quadrado, entretanto, quem encabeça o ranking é o Distrito 
Federal, com preço médio de 7.447 reais.  Confira a variação de preços nas sete regiões pesquisadas:


  Variação em abril Variação em 2011 Média do m² (R$)
Recife 3,6% 7,9% 3.852
Rio de Janeiro 3,3% 12,6% 6.193
Belo Horizonte 3,2% 11,4% 4.194
Distrito Federal 2,5% 7,2% 7.447
São Paulo 2,4% 8,4% 5.177
Fortaleza 2% 4,3% 3.766
Salvador 0,9% 2,8% 3.406
Média 2,7% 9,2% 5.332

Fonte: Exame.com

Feirão da Caixa oferece mais de 450 mil imóveis

São Paulo – Mais de 450.000 imóveis novos, usados ou na planta serão ofertados no 7º Feirão da Casa Própria da Caixa, que acontece de 13 de maio a 12 de junho em diversas cidades do país. O maior evento do setor imobiliário contará com a presença de 700 construtoras e mais de 500 imobiliárias.

Entre 13 e 15 de maio, o Feirão ocorre em São Paulo, Uberlândia, Curitiba, Fortaleza e Salvador. De 20 a 22 de maio, é a vez de Belo Horizonte, Campinas, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Belém recebe o evento entre 3 e 5 de junho, e Florianópolis encerra o Feirão de 10 a 12 de junho.

A ideia do Feirão é facilitar a compra do imóvel próprio, reunindo no mesmo espaço todos os agentes da cadeia de habitação, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos da Caixa responsáveis por liberar os financiamentos. As linhas de financiamento do banco têm prazo de pagamento de até 30 anos, com juros que variam de 4,5% a 13,5% ao ano mais TR. No ano passado, 576.000 pessoas visitaram o evento, fechando 93.000 negócios num valor total de 8,4 bilhões de reais.

Para sair do Feirão com imóvel próprio é preciso levar RG, CPF e comprovantes de renda, como os três últimos contracheques ou seis últimos extratos bancários, no caso de quem tem renda informal. Especialistas, porém, alertam para a importância de não comprar um imóvel por impulso em um evento desse tipo. Clique aqui para ver algumas dicas sobre como não cair em armadilhas.
 
Fonte: Exame.com

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Em dez anos, cresce percentual de imóvel alugado e cai o de casa própria

Em dez anos, cresceu em quatro pontos percentuais a proporção de casas alugadas no Brasil. Em 2000, 14% dos domicílios pesquisados eram alugados. Em 2010, passaram a 18%. Esse percentual representa 10,5 milhões de casas de aluguel.

O percentual de casas próprias teve uma ligeira queda: era de 74% em 2000 e variou levemente para 73% em 2010. Em números absolutos, isso significa 42 milhões de casas próprias.

Também caiu a porcentagem de casas onde as pessoas moram de favor ou em troca de serviços (residências cedidas por parentes ou empresas). Em 2000, eram 10% de casas cedidas. A quantidade foi reduzida para 8% em 2010.

Os dados constam do Censo 2010 e foram divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O IBGE também registra outras situações de uso do imóvel. Podem ser residências alugadas que dividem espaço com lojas ou oficinas, estabelecimentos agropecuários arrendados ou imóveis invadidos. Essa categoria caiu pela metade em dez anos. Em 2000, representava 1,2% do total, passando a 0,6% em 2010.

O total de domicílios considerados na pesquisa do IBGE em 2000 foi de 44,8 milhões. Em 2010, esse número cresceu para 57,3 milhões. Esses dados levam em conta os domicílios particulares permanentes. Segundo o IBGE, isso significa casas construídas a fim de servir exclusivamente para habitação e que, na data da pesquisa, tinham a finalidade de moradia para uma ou mais pessoas.
Maranhão tem mais casas próprias, e SP está entre os últimos

O Estado com maior porcentagem de casas próprias no país é o Maranhão, com 83,08%. Os imóveis alugados no Estado representam 9,83%, quase metade da média nacional (de 18%).

O Distrito Federal, conhecido por ter um alto custo imobiliário, apresenta a pior situação, com 59,07% de imóveis próprios, enquanto a porcentagem de aluguel chega a 30,37%.

São Paulo está abaixo da média nacional e mal colocado, na 22ª posição entre as 27 unidades da Federação, com 69,89% de imóveis próprios e 21,54% de aluguéis. Perde de longe para Estados como Piauí (81,64% de imóveis próprios) e Acre (80,87%).

O Rio de Janeiro fica acima da média nacional, com 74,88% de imóveis próprios. Com relação a aluguéis, também fica acima do número nacional, apontando 19,37% de casas alugadas.


  • Brasil

  • Estados Brasileiros
 
 

Novo índice garantirá mais segurança para investidores de imóveis comerciais

O IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial), novo indicador de rentabilidade de imóveis comerciais, lançado pela BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) na primeira quinzena de fevereiro, deve garantir mais segurança e transparência para os investidores de imóveis comerciais, de acordo com o sócio-proprietário da imobiliária ATO, André Luiz de Souza Júnior.

“Ele servirá de referência da rentabilidade e irá indicar a valorização dos empreendimentos no País, o que deverá contribuir para as vendas de imobiliárias e construtoras”, acrescenta Souza.

Além disso, para ele, o índice irá possibilitar que aqueles que costumam investir no setor imobiliário tenham uma visão mais ampla e agregada do mercado e da rentabilidade dos imóveis. “Anteriormente, cada um só conhecia os resultados de sua alçada, sem conseguir relacioná-los aos do restante do mercado”, aponta.

De acordo com Souza, o indicador também será útil para as vendas, na apresentação dos imóveis comerciais aos clientes. “Os corretores e donos de imobiliária poderão passar mais segurança ao cliente, baseados nos resultados de rentabilidade divulgados pelo índice”, afirma.

Flutuações do mercado imobiliário
 
Para o presidente do Creci–SP, Luiz Augusto Viana Neto, o IGMI-C vai proporcionar aos investidores uma ideia melhor das flutuações do mercado de imóveis.

“Ele permitirá que o mercado identifique os fatores que estão influenciando as negociações de imóveis. Após a bolha imobiliária dos EUA, o receio de que isso aconteça no Brasil é muito grande e o índice irá mostrar que este risco não existe no País”, acredita.


Com IGP-M em 10,6%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel

 
 
O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, nos últimos 12 meses terminados em abril, aumento acumulado de 10,60%. Logo, o fator multiplicador para contratos que vencem em maio e tem pagamento em junho é de 1,1060.

Levando em conta somente o mês de abril, o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) registrou alta de 0,45%, de acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgados nesta quinta-feira (28).

Cálculo
Com o reajuste atrelado ao IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1 mil até abril passa a custar R$ 1.106 a partir de de maio e pelos próximos 11 meses. Se o aluguel era, por exemplo, de R$ 800, passará a valer R$ 884,80.

De acordo com o Secovi-SP (sindicato da Habitação), uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste que, multiplicado pelo valor de locação vigente, indicará o valor do novo aluguel.

Para contratos com aniversário em abril e pagamento em maio, considera-se 1,1095 como fator, como pode ser observado na tabela abaixo:
 
Reajuste de contratos
Aniversário Pagamento Fator
Janeiro Fevereiro 1,1132
Fevereiro Março 1,1150
Março Abril 1,1130
Abril Maio 1,1095
Maio Junho 1,1060
Fonte: Secovi-SP

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cerca de 30 mil paulistanos mudarão para apartamentos até o final do próximo ano

Segundo levantamento da Lello Condomínios, cerca de 30 mil paulistanos irão mudar de casas para apartamentos em condomínios residenciais da cidade de São Paulo até o final do próximo ano.

Os futuros moradores de 300 dos 520 condomínios que serão entregues nos próximos dois anos fazem parte da classe C. Os imóveis de destino são empreendimentos com cerca de 120 apartamentos cada, duas torres, piscina e condomínio no valor de aproximadamente R$ 200,00.

Os novos condomínios econômicos contarão com 37 mil apartamentos residenciais, com ocupação média de duas pessoas por unidade. O estudo também apontou que cerca de 40% dos moradores são condôminos que migram de casas para apartamentos.

Perfil
Casais jovens, na faixa etária entre 25 e 35 anos, com um filho e rendimento mensal conjunto de aproximadamente R$ 4 mil é o perfil da maior parte dos moradores de condomínios de médio padrão, lançados nos últimos anos.

Angélica Arbex, gerente da Lello, observou que são pessoas que pela primeira vez terão de conviver com uma realidade totalmente nova, ou seja, uma vida em coletividade, tendo de acompanhar assembleias e efetuar o pagamento mensal do condomínio.


Casa do "Barrados no baile" à venda


Se você sempre quis ter uma casa igual a de Kelly (Jennie Garth) e Donna (Tori Spelling) em "Barrados no baile", a chance de realizar seu sonho tem preço - e bem salgado.

É que a mansão que serviu de cenário para a série dos anos 90 está à venda por US$ 9 milhões (cerca de R$ 17 milhões).

A localização da casa - que era praticamente a protagonista de festas, términos de namoro, flertes e brigas no programa - não poderia ser melhor: Hermosa Beach, na Califórnia.

São seis quartos, jardim, três varandas e uma vista privilegiada da praia.

Fonte: O Globo

Depois de 50 anos, Cuba permite compra e venda de imóveis


Pela primeira vez desde a Revolução Comunista de 1959, os cubanos poderão comprar e vender seus imóveis. Nos últimos 50 anos, só era permitido passar propriedades para os filhos ou trocá-las através de um sistema complicado e muitas vezes corrupto.

A decisão foi tomada durante o primeiro congresso do Partido Comunista de Cuba em 14 anos, que busca revitalizar o sistema político e econômico no país.

O presidente cubano, Raúl Castro alertou que a concentração de terras não será permitida, mas nenhum detalhe do novo sistema foi divulgado.

Fonte : BBC

sábado, 16 de abril de 2011

Você pode ser dono do Empire State

Os donos do Empire State Building, um marco na paisagem urbana de Nova York, querem criar uma empresa imobiliária de mercado aberto, com ações na Bolsa, cujo chamariz seria o direito de possuir um pedacinho do edifício que é uma dos melhores exemplos da arquitetura art déco na cidade, além de cenário de filmes inesquecíveis, como "An affair to remember" , com Cary Grant e Deborah Kerr, e "King Kong".

A proposta foi feita pela família Malkin, que controla o Empire State, mas ainda tem que ser aprovada pelos outros sócios e pelo espólio de Leona Helmsley, que contratou consultores para avaliar seu grau de interesse no negócio. O mercado imobiliário de Nova York está em plena recuperação, e os investidores estrangeiros têm um apetite insaciável pelo mercado de Manhattan.

Fonte: O Globo/Fernanda Godoy

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Índice que reajusta aluguel sobe 0,55% na 1ª prévia do mês

A inflação mensurada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, variou 0,55% nos primeiros dez dias do mês de abril, ante 0,48% do mesmo período de março. No acumulado dos últimos 12 meses, foi registrada variação de 10,71%, enquanto varia 3,00% no ano.
O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 e 31 do mês de março. 

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) registrou variação de 0,63%. No mesmo período do mês de março, a taxa foi de 0,56%. A variação do índice referente a bens finais avançou de 0,66% para 0,87%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,27% para 1,05%. No estágio dos bens intermediários, a taxa de variação passou de 0,52% para 0,69%. A maior contribuição para esta aceleração partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,67% para 1,03%.

O índice referente a matérias-primas brutas registrou variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa foi de 0,52%. Os itens que mais contribuíram para a trajetória de desaceleração deste grupo foram: algodão (em caroço) (8,14% para -0,21%), café (em grão) (9,14% para 1,03%) e laranja (3,38% para -5,70%). Com taxas em sentido ascendente, destacam-se: soja (em grão) (-5,46% para -0,50%), suínos (-10,04% para 5,51%) e cana-de-açúcar (1,25% para 3,89%).

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou, no primeiro decêndio de abril, taxa de variação de 0,46%. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,35%. Cinco das sete classes de despesa componentes do índice registraram acréscimos em suas taxas de variação. A principal contribuição para o avanço da taxa do índice partiu do grupo alimentação (-0,04% para 0,28%). Nesta classe de despesa, os destaques couberam aos itens: carnes bovinas (-2,15% para -0,28%), laticínios (-0,22% para 1,16%) e pescados frescos (0,06% para 2,72%).

Também apresentaram acréscimos em suas taxas os grupos: Vestuário (0,54% para 1,14%), educação, leitura e recreação (0,07% para 0,40%), transportes (0,80% para 1,12%) e saúde e cuidados pessoais (0,43% para 0,61%). Nestes grupos, as principais contribuições partiram dos itens: roupas (0,68% para 1,41%), passagem aérea (-10,86% para 4,89%), gasolina (0,39% para 2,20%) e medicamentos em geral (0,22% para 0,72%), respectivamente.

Em contrapartida, registraram decréscimos em suas taxas de variação os grupos: despesas diversas (0,27% para -0,04%) e habitação (0,58% para 0,30%). Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: cigarro (0,87% para 0,00%) e condomínio residencial (0,69% para 0,03%), respectivamente.

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou, no primeiro decêndio de abril, taxa de 0,23%, a mesma do primeiro decêndio de março. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,13%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,44%. O índice que representa o custo da mão de obra apresentou variação de 0,34%, no primeiro decêndio de abril. Na apuração referente ao mesmo período do mês anterior, o índice não variou. 

Fonte: Folha.com

Oportunidade : Imóveis na periferia vão aumentar de preço

Os imóveis deverão ser mais valorizados na periferia nos próximos anos. "Quem quiser ganhar dinheiro com a valorização de imóveis tem de apostar em regiões que ainda não estão consolidadas.

Os preços altos das regiões nobres estáo contaminando as áreas periféricas das metropoles. Anida existe espaço para ganhar dinheiro com essa valorização.Mas não espere nada muito excepcional, porque voc~e já vai estar chegando atgrasado a esses bairros mais distantes,

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Preços Imobiliários: valor médio m² já passa de R$ 5 mil em SP


Apesar das expectativas de que o mercado iria se estabilizar neste ano, dados do índice FipeZap mostram que o setor imobiliário segue aquecido em São Paulo.

Segundo o índice, os preços médios dos imóveis na cidade subiram 2% em março, depois de terem avançado outros 2% em fevereiro. No acumulado de 12 meses, a alta paulistana é de 25%.

Pela primeira vez, segundo a Fipe, o preço médio do metro quadrado na capital paulista passou de R$ 5 mil - estava em R$ 5.055 no mês passado.
A alta na renda e no emprego formal continua sendo a responsável pela alta na demanda por imóveis, que puxa os preços, segundo o coordenador da pesquisa.

Fonte: Destak/SP

Imóveis rendem o dobro da média mundial

A renda gerada pelo aluguel de imóveis comerciais no Brasil foi a décima maior do mundo em 2010.

Segundo uma pesquisa da consultoria imobiliária Colliers, que leva em consideração 130 cidades em 50 países mundo, a taxa de retorno de escritórios representou em média 11% do valor da propriedade em São Paulo e 10,5% no Rio de Janeiro.

Os percentuais são equivalentes ao dobro da média mundial (5,5%) e superam os valores obtidos nos principais centros mundiais, como Nova York (6%), Londres (5,75%), Milão (5,5%), Paris (5,1%) e Tóquio (4,6%).

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mercado imobiliário brasileiro vive alta estimulada por Copa e Olimpíadas

Manuel Pérez Bela Rio de Janeiro, - A proximidade da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 deve manter em alta o mercado imobiliário do Brasil, que vive uma alta dos preços de venda e aluguel de seus imóveis.

A escalada de preços afetou as grandes cidades de todo o país, mas, principalmente, o Rio de Janeiro, que sediará os Jogos Olímpicos, e onde o preço dos imóveis à venda dobrou em alguns bairros, enquanto os aluguéis subiram em até 159% em 2010, segundo dados da associação de imobiliárias Secovi.

"Os preços dos apartamentos vão continuar subindo no Rio, embora não na mesma proporção do último ano", disse à Agência Efe a vice-presidente financeira da Secovi Rio, Maria Teresa Mendonça.

Um dos principais fatores que também explicam esta escalada de preços é a nova política de segurança adotada pelo governo do estado Rio de Janeiro de pacificar as favelas.

Segundo a Secovi, na Tijuca o preço dos imóveis subiu rapidamente, inclusive antes de a Polícia tomar o controle de favelas do bairro.

A alta dos preços é ainda maior em bairros da zona sul como Ipanema e Leblon, onde os apartamentos de quatro quartos custam 355% a mais que há dois anos.

No caso desses bairros, a Secovi acredita que também influiu a recente implantação de numerosas empresas do setor petrolífero no Rio de Janeiro, que estão dispostas a pagar caro por um escritório.

As empresas petrolíferas reaqueceram o mercado de vendas de escritórios, que registrou alta de 53% em 2010, enquanto neste ano são esperados aumentos ainda maiores.

Segundo agentes imobiliários, o problema se vê agravado porque há uma crescente demanda e uma oferta quase nula de escritórios.

No entanto, os analistas acreditam que a partir de agora o fenômeno será registrado principalmente nas áreas que vão receber melhores infraestruturas por causa dos Jogos Olímpicos.

A escalada de preços não é um fenômeno exclusivo do Rio de Janeiro e afeta todo o Brasil, segundo a Associação brasileira das entidades de crédito imobiliário e poupança (Abecip).

A Abecip calcula que o volume de créditos contratados para a compra de imóveis se multiplicou por seis nos últimos quatro anos em todo Brasil.

No último ano, os bancos concederam créditos imobiliários por R$ 58 bilhões, o que representou um aumento de 66% com relação ao ano anterior, segundo a Abecip.

Os motivos para esta melhoria são claros: o aumento da renda média dos brasileiros e a baixa relativa das taxas de juros, o que permitiu a expansão do mercado creditício.

"As letras (dos empréstimos) são mais baixas e os bancos alargaram os prazos de financiamento de dez para 30 anos. Isso ocorreu nos últimos três anos", analisou o presidente da Abecip, Luiz Antônio França.
 
 

domingo, 3 de abril de 2011

Brasileiro acha imóvel o melhor investimento em 2011

São Paulo - Os brasileiros acreditam que os imóveis serão os ativos com melhor desempenho em 2011, mostra levantamento da gestora de recursos Franklin Templeton. Perguntados sobre os mercados que teriam melhor performance neste ano, 34% dos entrevistados respondeu que seria o de imóveis, e 26% acreditam que o mercado imobiliário continuará liderando em performance nos próximos dez anos.

Além disso, 39% das pessoas consultadas declararam que pretendem investir em imóveis em 2011. À frente desse percentual só ficou a renda fixa, presente nas intenções de investimentos de 53% dos entrevistados. Trinta por cento responderam ter a intenção de investir em ações em 2011.

Depois do mercado imobiliário, os mercados que devem ter as melhores performances em 2011 são o de ações, apontado como o de provável melhor desempenho por 23% dos entrevistados, e o de commodities não metálicas, indicado por 14% das pessoas.

A pesquisa da Franklin Templeton mostra, ainda, que o investidor brasileiro está bastante otimista em relação ao mercado nacional e também às oportunidades no exterior. Boa parte dos entrevistados acredita que a performance da Bolsa brasileira foi melhor do que de fato foi, e metade crê num desempenho ainda melhor em 2011.

A média de retorno esperada pelos brasileiros é de 16,7%, bem acima da média global, de 11,5%. Para os próximos dez anos, cerca de 70% dos brasileiros pretendem investir fora do país.

A pesquisa de sentimento global em relação a investimentos consultou, no mês de janeiro, 13.076 pessoas, com idades de 18 a 64 anos em 12 países (Brasil, Chile, México, Hong Kong, Coreia do Sul, Cingapura, Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá). No Brasil, foram ouvidos 1.004 adultos.

Fonte: Exame.com