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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aluguel, condomínio e esgoto elevam gastos com habitação em maio

De acordo com o resultado de maio do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15), os gastos com aluguel residencial, condomínio e água e esgoto, estão entre os principais fatores que impactaram os preços dos itens do grupo habitação, que passaram de 0,72% em abril para 0,93% em maio.

Segundo o índice, divulgado nesta sexta-feira (20) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os preços dos aluguéis registraram alta de 0,95%. Condomínio e taxa de água e esgoto também mostram fortes avanços, de 1,01% e 1,64% respectivamente.

Entre janeiro e maio o aluguel residencial apresentou elevação positiva de 4,98%, enquanto o condomínio e a taxa de água e esgoto avançaram 2,98% e 3,42% cada.

Cidades
Em maio, Recife, Goiás e Salvador foram as capitais que tiveram as maiores taxas de elevação dos preços de aluguel, de 1,41%, 1,33% e 1,20%, respectivamente. Por outro lado, Fortaleza e Belém apresentaram queda, de 0,41% e 0,08%,  nesta ordem.

Na análise do acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, os destaques, em termos de avanços, se concentraram em Goiás, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, que ficaram em 6,80%, 6,49% e 6,03%, respectivamente.

Ainda no acumulado do ano, água e esgoto mostrou forte alta em Curitiba (15,97%), Distrito Federal ( 7,16%) e Belo Horizonte (7,06%). O condomínio, por sua vez, pesou mais em Curitiba, no Distrito Federal e em Porto Alegre, com avanços de 7,09%, 4,59% e 4,45%, cada.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Argamassa e cimento puxam vendas de material de construção

O aumento as vendas de argamassa (8,5%) e cimento (6%) puxaram o incremento na comercialização de material de construção (6,5%) registrada em abril, conforme pesquisa da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).

Na comparação do primeiro quadrimestre deste ano com o mesmo período em 2010, as vendas do setor tiveram crescimento de 2,5%. Em 12 meses, a variação é de 9,5%.

"Nossa estimativa é a de fechar o ano de 2011 com 8,5% de crescimento sobre 2010. A recente aprovação pelo congresso do novo programa Minha Casa Minha Vida, de 2 milhões de casas, e a aceleração prevista do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] dará sustentação às vendas no segundo semestre", disse Cláudio Conz, o presidente da Associação.

Em 2010, o setor de material de construção teve um crescimento de 10,6% na comparação com 2009, e apurou um faturamento histórico de R$ 49,8 bilhões. 

Fonte: Folha.com

Novo índice garantirá mais segurança para investidores de imóveis comerciais

O IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial), novo indicador de rentabilidade de imóveis comerciais, lançado pela BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) na primeira quinzena de fevereiro, deve garantir mais segurança e transparência para os investidores de imóveis comerciais, de acordo com o sócio-proprietário da imobiliária ATO, André Luiz de Souza Júnior.

“Ele servirá de referência da rentabilidade e irá indicar a valorização dos empreendimentos no País, o que deverá contribuir para as vendas de imobiliárias e construtoras”, acrescenta Souza.

Além disso, para ele, o índice irá possibilitar que aqueles que costumam investir no setor imobiliário tenham uma visão mais ampla e agregada do mercado e da rentabilidade dos imóveis. “Anteriormente, cada um só conhecia os resultados de sua alçada, sem conseguir relacioná-los aos do restante do mercado”, aponta.

De acordo com Souza, o indicador também será útil para as vendas, na apresentação dos imóveis comerciais aos clientes. “Os corretores e donos de imobiliária poderão passar mais segurança ao cliente, baseados nos resultados de rentabilidade divulgados pelo índice”, afirma.

Flutuações do mercado imobiliário
 
Para o presidente do Creci–SP, Luiz Augusto Viana Neto, o IGMI-C vai proporcionar aos investidores uma ideia melhor das flutuações do mercado de imóveis.

“Ele permitirá que o mercado identifique os fatores que estão influenciando as negociações de imóveis. Após a bolha imobiliária dos EUA, o receio de que isso aconteça no Brasil é muito grande e o índice irá mostrar que este risco não existe no País”, acredita.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Índice que reajusta aluguel sobe 0,55% na 1ª prévia do mês

A inflação mensurada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, variou 0,55% nos primeiros dez dias do mês de abril, ante 0,48% do mesmo período de março. No acumulado dos últimos 12 meses, foi registrada variação de 10,71%, enquanto varia 3,00% no ano.
O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 e 31 do mês de março. 

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) registrou variação de 0,63%. No mesmo período do mês de março, a taxa foi de 0,56%. A variação do índice referente a bens finais avançou de 0,66% para 0,87%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,27% para 1,05%. No estágio dos bens intermediários, a taxa de variação passou de 0,52% para 0,69%. A maior contribuição para esta aceleração partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,67% para 1,03%.

O índice referente a matérias-primas brutas registrou variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa foi de 0,52%. Os itens que mais contribuíram para a trajetória de desaceleração deste grupo foram: algodão (em caroço) (8,14% para -0,21%), café (em grão) (9,14% para 1,03%) e laranja (3,38% para -5,70%). Com taxas em sentido ascendente, destacam-se: soja (em grão) (-5,46% para -0,50%), suínos (-10,04% para 5,51%) e cana-de-açúcar (1,25% para 3,89%).

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou, no primeiro decêndio de abril, taxa de variação de 0,46%. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,35%. Cinco das sete classes de despesa componentes do índice registraram acréscimos em suas taxas de variação. A principal contribuição para o avanço da taxa do índice partiu do grupo alimentação (-0,04% para 0,28%). Nesta classe de despesa, os destaques couberam aos itens: carnes bovinas (-2,15% para -0,28%), laticínios (-0,22% para 1,16%) e pescados frescos (0,06% para 2,72%).

Também apresentaram acréscimos em suas taxas os grupos: Vestuário (0,54% para 1,14%), educação, leitura e recreação (0,07% para 0,40%), transportes (0,80% para 1,12%) e saúde e cuidados pessoais (0,43% para 0,61%). Nestes grupos, as principais contribuições partiram dos itens: roupas (0,68% para 1,41%), passagem aérea (-10,86% para 4,89%), gasolina (0,39% para 2,20%) e medicamentos em geral (0,22% para 0,72%), respectivamente.

Em contrapartida, registraram decréscimos em suas taxas de variação os grupos: despesas diversas (0,27% para -0,04%) e habitação (0,58% para 0,30%). Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: cigarro (0,87% para 0,00%) e condomínio residencial (0,69% para 0,03%), respectivamente.

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou, no primeiro decêndio de abril, taxa de 0,23%, a mesma do primeiro decêndio de março. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,13%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,44%. O índice que representa o custo da mão de obra apresentou variação de 0,34%, no primeiro decêndio de abril. Na apuração referente ao mesmo período do mês anterior, o índice não variou. 

Fonte: Folha.com

sábado, 2 de abril de 2011

Custo da construção civil sobe 0,1% em março, aponta SindusCon-SP

Os preços da construção civil paulista subiram apenas 0,1% em março, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

A variação positiva no mês é resultado do aumento de 0,09% no custo dos materiais de construção, de 0,1% da mão de obra e da estabilidade nos custos administrativos.

O CUB (Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 130,52 pontos no mês. Em fevereiro, a pontuação havia sido de 130,39 pontos.

No primeiro trimestre, o CUB acumula alta de 0,53%. Considerando os últimos 12 meses terminados em março, os custos registram aumento de 5,53%.

Valor por metro quadrado
No mês passado, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 907,06 por metro quadrado, sendo R$ 481,48 (53,08%) referentes à mão de obra e R$ 401,21 (44,23%) aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 24,37 (2,69%).

Em relação a fevereiro, o CUB relativo ao material aumentou 0,09%, atingindo 122,79 pontos no terceiro mês do ano. Os custos relativos à mão de obra subiram 0,1% para 137,62 pontos, enquanto os custos de despesas administrativas ficaram em 132,16 pontos.

Alta dos preços
Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, dez registraram em março aumento de preço acima do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que foi de 0,62%.

Os destaques vão para porta lisa (1,35%), vidro liso transparente 3mm sem colocação (1,28%), batente para pintura (1,13%), tubo de cobre 15 mm (1,03%), óleo diesel (0,96%), bancada de pia de mármore (0,77%), janela de correr de duas folhas (0,76%), areia média lavada (0,70%) e aço 10 mm (0,66%).

Doze materiais apresentaram queda em março, sendo os destaques concreto (-0,72%), tubo de ferro galvanizado com costura (-0,73%) e bloco de concreto (-1,06%).


sexta-feira, 18 de março de 2011

IGP-M aponta inflação menor, com taxa de 0,59% na segunda prévia de março

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) apontou inflação de 0,59% na segunda prévia de março, taxa 0,29 ponto percentual menor do que a apurada no mesmo período do mês anterior, segundo dados divulgados na manhã desta sexta-feira (18) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Nesta medição, mais uma vez todos os grupos do IGP-M reduziram suas taxas de inflação. O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) apresentou a maior variação, ao cair 0,39 ponto percentual na comparação com o mesmo período de fevereiro, atingindo taxa de 0,68%.

Com a mesma trajetória de queda do ritmo inflacionário, porém com menor variação, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou taxa de 0,45%, 0,09 ponto percentual menor que a do mesmo período do mês anterior.

Por fim, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou o menor índice entre os componentes do IGP-M, com taxa de 0,37% - variação negativa de 0,05 ponto percentual na comparação com a segunda prévia de fevereiro. Confira:

Grupo 2° decêndio de março/2011
(em %)
2º decêndio de fevereiro/2011
(em %)
Variação
(em pontos percentuais)
IPA +0,68 +1,07 -0,39
IPC +0,45 +0,54 -0,09
INCC +0,37 +0,42 -0,05
IGP-M +0,59 +0,88 -0,29
Fonte: FGV
Os números referem-se ao segundo decêndio de março, que compreende o intervalo entre os dias 21 de fevereiro e 10 de março.
Metodologia de cálculo do IGP-M
 
O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional.

Ele é composto pela ponderação entre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC - peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA - peso de 60%) e Índice Nacional de Custo da Construção (INCC - peso de 10%).

sábado, 5 de março de 2011

Custo da construção civil tem variação de 0,39% em fevereiro

O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 0,39% em fevereiro, alta de 0,12 ponto percentual sobre o resultado de janeiro (0,27%).

Em relação a fevereiro de 2010 (0,43%), o índice apresentou desaceleração de 0,04 ponto percentual. 

No acumulado do ano, o índice ficou em 0,66%, menor do que o registrado no ano anterior (0,86%).

Já nos últimos 12 meses, a taxa de variação foi de 7,15%, abaixo dos 7,20% registrados nos doze meses anteriores.
 
Custos dos materiais registram aceleração
De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (4), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 771,45 em fevereiro, dos quais R$ 438,01 se referem aos materiais de construção e R$ 333,44 à mão de obra.

Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,39% no mês passado, avançando 0,07 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,32%). O índice referente à mão de obra passou de 0,20%, em janeiro, para 0,39%, verificado no mês passado.

No ano, os materiais subiram 0,72% e a mão-de-obra 0,59%. Os acumulados em doze meses foram: 5,30% (materiais) e 9,64% (mão-de-obra).
 
Nordeste teve a maior variação mensal
No mês passado, a maior variação mensal ficou com a região Nordeste (+0,89%). Já a variação do Sudeste foi a menor do mês, de 0,12%. No Norte o índice variou 0,34%; no Sul, 0,23%; e no Centro-Oeste, 0,22%.

Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Com IGP-M acima de 11%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel

O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, nos últimos 12 meses terminados em fevereiro, aumento acumulado de 11,3%. Logo, o fator multiplicador para contratos que vencem em março e tem pagamento em abril é de 1,1130.

Levando em conta somente o mês de fevereiro, o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) registrou alta de 1%, de acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgados pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
 
Cálculo
Com o reajuste atrelado ao IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1 mil até fevereiro passa a custar R$ 1.113 a partir de de março e pelos próximos 11 meses. Se o aluguel era, por exemplo, de R$ 1.200, passará a valer R$ 1.335,60.

Ainda de acordo com o Secovi, uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste que, multiplicado pelo valor de locação vigente, indicará o valor do novo aluguel.
Para contratos com aniversário em fevereiro e pagamento em março, considera-se 1,1150 como fator, como pode ser observado na tabela abaixo:
Reajuste de contratos
Aniversário Pagamento Fator
Novembro Dezembro 1,0881
Dezembro Janeiro 1,1027
Janeiro Fevereiro 1,1132
Fevereiro Março 1,1150
  Março   Abril 1,1130
Fonte: Secovi-SP
 

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O QUE É IGP-DI?

O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP). É medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

Como é calculado o IGP-DI?

O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) faz medições no mês cheio, de 1 a 30 ou 31 de cada mês. Ele é formado pelo IPA-DI (Índice de Preços por Atacado - Disponibilidade Interna), IPC-DI (Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna) e INCC-DI (Índice Nacional do Custo da Construção - Disponibilidade Interna), com pesos de 60%, 30% e 10%, respectivamente.

O período de coleta dos três é o mesmo do IGP-DI. Esses indicadores medem itens como bens de consumo (um exemplo é alimentação) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção, entre outros).

Entram, além de outros componentes, os preços de legumes e frutas, bebidas e fumo, remédios, embalagens, aluguel, condomínio, empregada doméstica, transportes, educação, leitura e recreação, vestuário e despesas diversas (cartório, loteria, correio, mensalidade de Internet e cigarro, entre outros).

O IGP-DI mede a inflação para que parcela da população?

Abrange toda a população, sem restrição de nível de renda.

Fonte: Blog da Raquel Leastro

Índice de custo da construção da FGV tem alta de 0,39% em fevereiro

O Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M) apresentou leve alteração entre janeiro e fevereiro, indo de 0,37% para 0,39%. No primeiro bimestre, o indicador subiu 0,76%. Em 12 meses, houve aumento de 7,46%.

Conforme levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou 0,65% em fevereiro, seguindo elevação de 0,42% na abertura de 2011. O indicador referente à Mão de obra saiu de 0,32% para 0,12% entre o primeiro e o segundo mês deste ano.

Das sete capitais avaliadas, o INCC-M foi mais marcado em Recife (0,92%). A menor taxa ficou com Brasília (0,04%).

(Juliana Cardoso | Valor online)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Índice que reajusta aluguel acumula alta de 11,2% em 12 meses

A inflação mensurada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços -- Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, teve variação de 0,88% na segunda prévia de fevereiro, ante alta de 0,63% no mesmo período do mês anterior. No acumulado dos últimos doze meses, a variação registrada foi de 11,18%, enquanto registra 1,68% no ano.

A prévia do IGP-M foi calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). 

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Índice da Fipe aponta maior alta de preços de imóveis no Rio

São Paulo - A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com o site Zap Imóveis, passará a divulgar, mensalmente, um índice brasileiro de preços de apartamentos, para medir a real valorização dos imóveis residenciais.

Lançado nesta quinta-feira, o indicador FipeZap registrou em janeiro variação de 1,8 por cento, abaixo da vista no mês anterior, que foi de 2,1 por cento.

Em janeiro, os destaques de altas e baixas, entre os municípios, foram Belo Horizonte (+2,2 por cento) e Fortaleza (-0,4 por cento), segundo a Fipe. São Paulo e Rio de Janeiro, por sua vez, registraram aumento nos preços anunciados de 1,7 por cento e 2,8 por cento, respectivamente.

Dentre as regiões avaliadas, a área com maior preço por metro quadrado de imóveis residenciais em São Paulo está na região do Morumbi (7.592 reais), enquanto aquela com os menores valores está na Vila Carmosina (2.187 reais), na região de Itaquera, zona leste da capital.

No Rio de Janeiro, o Leblon responde pelo valor mais alto por metro quadrado (12.051 reais). Por outro lado, a região de Guadalupe, na zona norte da cidade, figura como o local com menor valor (819 reais).

Já no acumulado de 12 meses, Rio de Janeiro apurou alta de 40 por cento, São Paulo teve variação positiva de 24 por cento e em Belo Horizonte houve valorização de 17 por cento.

No acumulado de três anos, a valorização dos preços dos imóveis residenciais no município de São Paulo chega a 79 por cento, enquanto no Rio de Janeiro é ainda maior, de 95 por cento.

Fonte: Exame.com

IPC-S diminui e fica em 0,82% na segunda prévia de fevereiro

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) diminuiu na segunda prévia de fevereiro. A variação mensal do índice medida até o dia 15 foi de 0,82%, 0,34 ponto percentual a menos do que na prévia passada.

O resultado foi divulgado hoje (16) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo a entidade, cinco das sete classes de despesas incluídas no IPC-S subiram menos do que no índice fechado na semana anterior.

A alimentação foi a grande responsável pela redução do IPC-S nesta prévia. A inflação dessa classe de despesa passou de 1,15% para 0,55% da primeira prévia do mês para a segunda.
Isso foi causado, principalmente, pelo menor ritmo de alta dos preços das hortaliças (de 11,22% para 8,39%) e pela queda das frutas (-1,59%) e das carnes bovinas (-2,70%).

Também diminuiu a alta de preços das despesas incluídas nas classes de educação, leitura e recreação (de 2,92% para 1,95%), transportes (de 2,80% para 2,21%), vestuário (de -0,06% para -0,47%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,39% para 0,32%).

Em compensação, ocorreram altas de preços nas classes habitação (de 0,39% para 0,46%) e despesas diversas (de 1,41% para 1,48%).

Fonte: Agência Brasil
Edição: Juliana Andrade

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Não há bolha imobiliária no Brasil, diz Abecip

O Brasil não está passando por uma bolha imobiliária, afirma Luiz Antonio França, presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). De acordo com ele, o aumento nos preços dos imóveis visto nos últimos anos não é artificial e tem sido acompanhado por um aumento da massa salarial.
"Não há bolha. Não estamos vendo um deslocamento dos preços dos imóveis de outros ativos da sociedade", disse, em entrevista em São Paulo. Segundo ele, nos últimos dez anos, o preço dos imóveis acompanhou a curva no INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).
Além disso, de acordo com ele, a massa salarial crescente, com o aumento do emprego e da renda no país, aumenta a capacidade de pagamento da população.
França ressaltou ainda que não há um movimento de especulação com os preços dos imóveis. "Não há pessoas comprando imóveis esperando uma valorização dos preços para revendê-los."

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Inflação do aluguel aumenta para 0,66% na primeira prévia de fevereiro

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), utilizado como referência para reajustes em contratos de aluguel, ficou em 0,66% na primeira prévia de fevereiro. A taxa, calculada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), superou a verificada um mês antes, que foi de 0,42%. No ano, o índice acumula elevação de 1,46% e nos últimos 12 meses, de 10,93%.

O resultado da primeira leitura do mês reflete a elevação média de preços tanto no setor atacadista quanto no varejo. A alta mais expressiva foi observada no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que passou de 0,40% para 0,76%, com destaque para o aumento das matérias-primas brutas (de 0,59% para 2,40%), principalmente minério de ferro (de –2,29% para 5,65%), milho (de 0,93% para 7,69%) e algodão (de 2,83% para 14,20%). Já entre os que tiveram decréscimo na taxa estão aves (de 2,48% para –3,93%), soja (de 1,47% para –0,70%) e leite in natura (de 3,10% para 0,22%).

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou decréscimo ao passar de 0,62% para 0,52%, com a influência do custo da mão de obra (de 1,22% para 0,24%). A taxa relativa aos materiais, equipamentos e serviços subiu de 0,06% para 0,79%.
 
Agência Brasil

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Decisão judicial abre precedente para adiar o pagamento do ITBI

Os gastos com a compra de um imóvel não se limitam à entrada, à documentação e a parcelas do financiamento. Também é preciso pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis).
O tributo é recolhido pela prefeitura do município em que fica o imóvel e corresponde a 2% do valor do bem.

Hoje, ele é cobrado quando a escritura (ou matrícula) é emitida no cartório para registrar a negociação.
Alguns advogados entendem que o pagamento deve ocorrer apenas quando o bem é registrado em nome do comprador -o que só acontece quando ele quita o financiamento, por exemplo.
"Os tribunais defendem essa tese porque é nesse momento que a transferência do bem ocorre de verdade", afirma Flauzilino dos Santos, presidente da Arisp (Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo).

"O imposto incentiva os contratos de gaveta porque é caro e é cobrado quando o mutuário já teve gastos altos com documentação e financiamento", diz Santos.

Uma imobiliária de Ribeirão Preto (313 km ao norte de SP) ganhou na Justiça o direito de anulação da multa por não ter pagado o ITBI do imóvel transferido 18 anos antes.

Como o atraso gera a incidência de juros de 1% ao mês e multa diária de 0,33% sobre o valor do imposto, a dívida chegou a R$ 250 mil.

Apesar de a causa abrir precedente para outros casos, segundo tributaristas ouvidos pela Folha, entrar na Justiça só vale a pena quando o valor do ITBI é alto. Caso contrário, os honorários custarão mais que a dívida. 

Fonte: UOL

sábado, 12 de fevereiro de 2011

IGMI-C não é capaz de constatar bolha, diz FGV

O novo índice criado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) para mensurar a rentabilidade dos imóveis comerciais no país ainda não poderá auxiliar o mercado a identificar ou prever uma situação de bolha.

Isso porque o Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial (IGMI-C), lançado hoje, não possui em sua série histórica, iniciada em 2000, cenários anteriores de sobrevalorização do valor dos imóveis no país para comparação.

"Pode estar acontecendo [uma bolha imobiliária] ou pode não estar acontecendo. Por enquanto, não dá para dizer com os dados que nós temos", explicou o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, Paulo Picchetti. Em outras palavras, um eventual cenário de bolha imobiliária no Brasil só será constatado após seu esgotamento.

Criação de índice de preços de imóveis está em estudo, diz IBGE

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) disse que está realizando estudos para a possível criação de um índice que meça a variação dos preços dos imóveis no Brasil.

Conforme o instituto afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, por enquanto, a ideia da criação é apenas um estudo de caso, para análise sobre se o índice seria viável.
A ideia da criação do índice veio do governo e, segundo o IBGE, o trabalho está sendo desenvolvido em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal).
 
Lançamento

Enquanto o governo prepara seu índice, a BM&F Bovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) lançam nesta sexta-feira (11) um indicador de rentabilidade de imóveis comerciais.

O objetivo é que o indicador, chamado de IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial), se torne uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais – como escritórios, galpões e shoppings -, contribuindo para que os investidores tenham mais transparência em relação à formação de preços de compra, venda e locação.

Fonte: InfoMoney

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Índice que reajusta aluguel acumula alta de 10,93% em 12 meses

A inflação mensurada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços -- Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, teve variação de 0,66% na primeira prévia de fevereiro, ante alta de 0,42% no mesmo período do mês anterior. No acumulado dos últimos doze meses, a variação registrada foi de 10,93%, enquanto registra 1,46% no ano.

A prévia do IGP-M foi calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 31 do mês de referência. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) registrou variação de 0,76%, no primeiro decêndio de fevereiro. No mesmo período do mês de janeiro, a taxa foi de 0,40%. A taxa de variação do índice referente a bens finais recuou de 0,36% para -0,64%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,19% para -2,17%. No estágio dos bens intermediários, a taxa de variação passou de 0,28% para 0,73%. A maior contribuição para esta aceleração partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,30% para 0,64%.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

IGMI-C, índice que medirá rentabilidade de imóvel comercial no Brasil


O Brasil contará com um índice que mede a rentabilidade de imóveis comerciais, que será lançado na próxima sexta-feira (11) pela BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas).

O indicador, denominado Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), foi desenvolvido com a colaboração de 26 entidades e empresas do setor financeiro e imobiliário.

O objetivo é que ele se torne uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais – como escritórios, galpões e shoppings -, contribuindo para que os investidores tenham mais transparência em relação à formação de preços de compra, venda e locação.

Carência 
O mercado de imóveis comerciais cresceu nos últimos anos e chamou a atenção de investidores. No ano passado, ele atingiu US$ 3,4 bilhões em investimentos.
No entanto, de acordo com o diretor-geral de Comercialização e Marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Luiz Fernando Gambi, não há nenhum indicador que meça a rentabilidade desse tipo de aplicação, uma lacuna do mercado.

Desta forma, os investidores só conseguem ter uma noção de como andam seus negócios, sem uma base fidedigna de comparação, tanto entre os negócios do próprio mercado quanto deste mercado de imóveis comerciais em relação a outras aplicações financeiras.
“Com esse índice, você tem uma postura muito mais profissional para quem quer investir em imóvel comercial”, disse Gambi, para quem, hoje, o investidor fica muito sujeito à análise restrita da região onde ele aplica, sendo que uma análise mais abrangente pode ser como um “bússola” em decisões de investimento.

Fonte: InfoMoney