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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Argamassa e cimento puxam vendas de material de construção

O aumento as vendas de argamassa (8,5%) e cimento (6%) puxaram o incremento na comercialização de material de construção (6,5%) registrada em abril, conforme pesquisa da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).

Na comparação do primeiro quadrimestre deste ano com o mesmo período em 2010, as vendas do setor tiveram crescimento de 2,5%. Em 12 meses, a variação é de 9,5%.

"Nossa estimativa é a de fechar o ano de 2011 com 8,5% de crescimento sobre 2010. A recente aprovação pelo congresso do novo programa Minha Casa Minha Vida, de 2 milhões de casas, e a aceleração prevista do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] dará sustentação às vendas no segundo semestre", disse Cláudio Conz, o presidente da Associação.

Em 2010, o setor de material de construção teve um crescimento de 10,6% na comparação com 2009, e apurou um faturamento histórico de R$ 49,8 bilhões. 

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 23 de março de 2011

Vendas de materiais de construção sobem 11,4% em fevereiro

As vendas de materiais de construção no Brasil subiram 11,46% em fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se do décimo sexto mês consecutivo de crescimento no faturamento do setor na comparação anual, segundo levantamento divulgado hoje pela Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

Na comparação com janeiro, as vendas subiram 5,52%, levando as empresas a acumular uma evolução de 6,35% no faturamento do primeiro bimestre, segundo valores que descontam a inflação no período.

A expectativa é de uma aceleração nos próximos meses, em decorrência de uma continuidade do ambiente de aumento na renda média das famílias em conjunto com a expansão do crédito imobiliário e dos programas e incentivos do governo ao setor. A previsão da Abramat aponta para um avanço de 9% nas vendas deste ano.

Segundo o balanço, a ocupação na indústria de materiais de construção avançou 0,48% de janeiro para fevereiro.

(Eduardo Laguna | Valor)

sábado, 5 de março de 2011

Sudeste ainda é a região mais cara para construir: R$ 810,01 por metro quadrado

 Mais uma vez, moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. 

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira (4), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 810,01, incluindo materiais e mão de obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 771,45 em fevereiro.

Em seguida estão as regiões Norte, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 782,23; Centro-Oeste, onde os custos atingiram R$ 756,83; e Sul, com o metro quadrado a R$ 754,17. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 733,15.

No entanto, em fevereiro, a maior variação mensal dos custos ficou com a região Nordeste, onde os custos ficaram 0,89% mais caros. Já a variação do Sudeste foi a menor do mês, de 0,12%. Por sua vez, no Centro-Oeste, o índice variou 0,22%; no Sul, 0,23%; enquanto no Norte a variação foi de 0,34%.
 
Por estado
Ao analisar os dados por estado, Maranhão registrou a maior variação mensal, de 4,79%, devido aos reajustes salariais. A segunda maior elevação ficou com o Mato Grosso do Sul, que registrou variação de 0,54% no mês passado, na comparação com janeiro.

Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Mato Grosso, onde os custos registraram alta de 0,03%. Sergipe (0,04%), Minas Gerais (0,05%) e São Paulo (0,08%) vieram em seguida.

Com relação ao estado mais caro para se construir, o Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar, com R$ 849,58. Por outro lado, o Espírito Santo registrou o menor custo, de R$ 684,96.
 
Índice
O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço dos materiais e mão-de-obra, que ficaram, cada, 0,39% mais caros em fevereiro.

Fonte: InfoMoney / UOL

Custo da construção civil tem variação de 0,39% em fevereiro

O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 0,39% em fevereiro, alta de 0,12 ponto percentual sobre o resultado de janeiro (0,27%).

Em relação a fevereiro de 2010 (0,43%), o índice apresentou desaceleração de 0,04 ponto percentual. 

No acumulado do ano, o índice ficou em 0,66%, menor do que o registrado no ano anterior (0,86%).

Já nos últimos 12 meses, a taxa de variação foi de 7,15%, abaixo dos 7,20% registrados nos doze meses anteriores.
 
Custos dos materiais registram aceleração
De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (4), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 771,45 em fevereiro, dos quais R$ 438,01 se referem aos materiais de construção e R$ 333,44 à mão de obra.

Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,39% no mês passado, avançando 0,07 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,32%). O índice referente à mão de obra passou de 0,20%, em janeiro, para 0,39%, verificado no mês passado.

No ano, os materiais subiram 0,72% e a mão-de-obra 0,59%. Os acumulados em doze meses foram: 5,30% (materiais) e 9,64% (mão-de-obra).
 
Nordeste teve a maior variação mensal
No mês passado, a maior variação mensal ficou com a região Nordeste (+0,89%). Já a variação do Sudeste foi a menor do mês, de 0,12%. No Norte o índice variou 0,34%; no Sul, 0,23%; e no Centro-Oeste, 0,22%.

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Termômetro da construção, venda de cimento recua em janeiro


A venda de cimento no país, que vinha crescendo em ritmo acelerado na década, em especial em 2010, registrou queda em janeiro, informa a coluna Mônica Bergamo na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Um dos termômetros mais precisos da economia, já que o material é usado tanto em grandes obras como naquela "formiguinha", em que o consumidor amplia seu próprio imóvel, a comercialização sofreu retração de 2,3%.

A queda maior foi verificada na região Norte: 12,1%. No Nordeste a queda foi de 2,4%; no Centro-Oeste, de 4% e no Sudeste, de 1,3%. Só a região Sul manteve a alta: crescimento de 0,2% nas vendas em relação a dezembro de 2010.
Ainda assim, o volume de cimento comercializado foi 33,6% maior que o de janeiro do ano passado. 

Fonte: Folha.com

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Construção civil crescerá 6% em 2011, diz CBIC

O setor de construção civil prevê crescimento de 6% este ano. A afirmação foi feita pelo presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), Paulo Safaty, nesta sexta-feira (11), após o encontro com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Conforme publicado pela Agência Brasil, de acordo com ele, o setor crescerá “mais que a indústria como um todo e acima do índice esperado para o Produto Interno Bruto”.
Entre os fatores que irão para contribuir com esta expansão, estão as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a Copa do Mundo e a Olimpíada, que acontecerão no País em 2014 e 2016.

Assuntos debatidos 
Durante o encontro com a ministra, a CBIC discutiu alguns projetos, como o programa de saneamento estaduais e municipais, denominado de Sanear é Viver, a implementação de programas de capacitação profissional de beneficiários do Bolsa Família, por meio do projeto Próximo Passo, e a proposta sobre a recuperação da Esplanada dos Ministérios.

Sobre o Sanear é Viver, uma das sugestões da CBIC é a criação de um fundo federal para ajudar as companhias de saneamento a planejar a ampliação da infraestrutura, com compensações por recursos recebíveis e isenções tributárias. Em relação ao programa de capacitação, Safady diz que a falta de mão de obra qualificada é um dos gargalos apresentados pelo País.

Fonte: InfoMoney

Criação de índice de preços de imóveis está em estudo, diz IBGE

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) disse que está realizando estudos para a possível criação de um índice que meça a variação dos preços dos imóveis no Brasil.

Conforme o instituto afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, por enquanto, a ideia da criação é apenas um estudo de caso, para análise sobre se o índice seria viável.
A ideia da criação do índice veio do governo e, segundo o IBGE, o trabalho está sendo desenvolvido em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal).
 
Lançamento

Enquanto o governo prepara seu índice, a BM&F Bovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) lançam nesta sexta-feira (11) um indicador de rentabilidade de imóveis comerciais.

O objetivo é que o indicador, chamado de IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial), se torne uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais – como escritórios, galpões e shoppings -, contribuindo para que os investidores tenham mais transparência em relação à formação de preços de compra, venda e locação.

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Índice da construção civil avança 0,27% em Janeiro

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou em janeiro variação de 0,27%, resultado praticamente igual ao de dezembro do ano passado, quando o índice foi de 0,26%.

Os números da pesquisa, divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram ainda ligeira queda no custo nacional da construção por metro quadrado, que passou de R$ 769,06 em dezembro para R$ 768,44 em janeiro. Desse total, R$ 436,29 são relativos aos materiais e R$ 332,15 à mão de obra.

De acordo com a pesquisa, a parcela dos materiais registrou em janeiro variação de 0,32%, recuando 0,11 ponto percentual em relação aos 0,43% apurados em dezembro. Já a mão de obra teve aceleração de 0,15 ponto percentual, passando de 0,05% em dezembro para 0,20% em janeiro.

Os reajustes salariais no estado do Piauí fizeram com que o Nordeste apresentasse a maior alta regional do índice em janeiro (0,46%). Nas demais regiões, as taxas foram de 0,37% (Norte), 0,21% (Centro-Oeste), 0,16% (Sudeste) e 0,14% (Sul).

Além do Piauí, onde o aumento salarial decorrente de um acordo coletivo elevou o índice da construção civil em 4,19%, o Tocantins apresentou variação significativa, pelo mesmo motivo, com alta de 3% na taxa.

Fonte: RSS Agência Brasil

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Custo da construção civil aumenta 0,28% em janeiro, aponta SindusCon-SP

Os preços da construção civil paulista subiram 0,28% em janeiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

A variação positiva no mês é resultado do aumento de 0,40% no custo da mão de obra, em comparação com dezembro do ano passado.

O CUB (Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 130,18 pontos no mês passado. Em dezembro, a pontuação havia sido de 129,82 pontos.
Considerando os últimos 12 meses terminados em janeiro, os custos registraram alta de 5,61%.
Valor por metro quadrado

No mês passado, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 904,75 por metro quadrado, sendo R$ 480,98 (53,16%) referentes à mão de obra e R$ 399,40 (44,14%) aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 24,37 (2,69%).
Em relação a dezembro, o CUB relativo ao material aumentou 0,14%, atingindo 122,24 pontos no primeiro mês do ano. Os custos relativos à mão de obra ficaram em 137,48 pontos. Já os custos de despesas administrativas se mantiveram em 132,16 pontos.
Alta dos preços

Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, o único que registrou em janeiro aumento de preço acima do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) foi o tubo de cobre de 15 milímetros, classe industrial: 0,99%, contra 0,79% do índice inflação.
Entre as altas de preço, destacam-se no mês passado as da brita 2 (0,68%), porta lisa para pintura 3,5x70x210cm (0,67%) e emulsão asfáltica com elastômero para impermeabilizante (0,67%). Entre os itens que apresentaram deflação estão o concreto FCK=25 MPa (-0,09%), o batente para pintura 3,4x14x70x210 cm (-0,14%), o prego 18x27 com cabeça (-0,65%) e o aço CA-50 10mm (-0,66%).

Fonte: InfoMoney

sábado, 29 de janeiro de 2011

Aluguel já acumula variação de 11,50% em 12 meses

A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta sexta-feira (28), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de janeiro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula variação de 11,50% em 12 meses. No primeiro mês do ano, a inflação é de 0,79%, maior que a apurada em dezembro, quando o índice variou 0,69%.

Em janeiro, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou aceleração, passando de 0,63% para 0,76%. O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), por outro lado, apresentou inflação menos intensa, de 0,37%, contra 0,59% da última medição.
A categoria de mão-de-obra chegou a 0,32% na apuração atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,42%.

Altas e baixas

No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou inflação maior no período estudado, ficando em 1,08%, contra 0,92% um mês antes.

A principal contribuição para o resultado do índice veio do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,42% para 2,75%), com impacto dos item cursos formais (0,00% para 4,64%).

Os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,48% para 0,53%), Transportes (0,57% para 1,94%) e Despesas Diversas (0,44% para 0,95%) também aceleraram, contribuindo para o resultado do índice.
Por outro lado, Alimentação (1,96% para 1,47%), Habitação (0,43% para 0,22%) e Vestuário (0,87% para 0,35%) registraram movimento contrário no primeiro mês do ano.

IGP-M

O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros.

O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).

Fonte: InfoMoney

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Inflação do aluguel avança 0,79% em janeiro

 A inflação medida pelo IGP-M acelerou para 0,79% em janeiro, ante variação de 0,69% em dezembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Essa é a maior variação para o mês desde 2008, quando o índice registrou alta de 1,09%. Em doze meses, o IGP-M acumula alta de 11,5%.

Dois dos três grupos que compõem o cálculo do índice registraram aceleração da inflação em janeiro. No atacado, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,76% no mês, ante variação de 0,63% em dezembro. No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de 1,08% nesta leitura, em relação a 0,92% registrados no mês anterior.

Em sentido contrário, houve desaceleração no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que passou de 0,59% em dezembro para 0,37% em janeiro. 
O IGP-M é utilizado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel no Brasil.

Fonte: IG Economia

Assinatura de contrato de vendas de imóveis nos EUA sobe 2%

O índice de contratos pendentes de compra de imóveis nos EUA subiu 2% em dezembro, para 93,7 pontos, segundo levantamento do instituto privado NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis, na sigla em inglês), divulgado nesta quinta-feira.

 O indicador traz otimismo ao mercado em um dia em que o país anunciou números aquém do esperado em relação ao seguro-desemprego (que aumentou para 445 mil novos pedidos na semana passada) e em relação a demanda de bens serviços de dezembro, que contabilizou queda de 2,5% enquanto o mercado estimava alta de 1,5%.

Nos contratos pendentes, os analistas financeiros previam alta de apenas 1%. Mesmo com o bom resultado, o índice está 4,2% abaixo do registrado em dezembro 2009 (97,8 pontos).

O índice "Pending Home Sales" mede a atividade habitacional por meio da assinatura de contratos de imóveis residenciais, condomínios e cooperativas. Um contrato assinado não é contado como uma venda até que a transação seja fechada. O indicador analisa a relação mensal dos contratos de venda já existentes (pendentes) e o fechamento de transações nos últimos quatro anos.

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Material de construção: 82% da indústria está otimista para janeiro

 As expectativas otimistas quanto ao fechamento das vendas de janeiro no mercado interno predominam entre empresários da indústria de materiais de construção, segundo revela a Sondagem de Expectativas da Abramat (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção).

O índice de expectativas positivas é de 76%. Cerca de 21% das empresas acreditam que as vendas serão regulares e 3% afirmam que serão piores.
Quanto às vendas ao mercado externo, as expectativas positivas somam 39%, enquanto a expectativa pessimista é de 35%. Cerca de 26% dos empresários ouvidos esperam vendas regulares.

Perspectivas para fevereiro 
Em relação ao segundo mês de 2011, as projeções para as vendas ao mercado interno são otimistas em 76% dos casos. As perspectivas regulares somam 21%.
No que se refere ao mercado externo, para fevereiro, a expectativa pessimista é de 39%, mesmo percentual da expectativa otimista, enquanto a regular tem 22%.

Custo da construção desacelera para 0,37% em janeiro, diz FGV

 Em janeiro, o brasileiro gastou 0,37% a mais para construir, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quarta-feira (26).

A variação é 0,22 ponto percentual menor do que a registrada em dezembro de 2010, quando ficou em 0,59%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,42%.

Grupos

No primeiro mês do ano, o grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,42%, resultado superior ao apurado um mês antes, de 0,13%. A maior contribuição para o resultado do grupo veio do subgrupo Serviços, que passou de 0,25% para 1,21% no período analisado.

O subgrupo Materiais e Equipamentos também apresentou aceleração em janeiro, passando de 0,09% para 0,22%.

No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,32% este mês, frente a 1,08% no último mês do ano passado. Aqui, a maior contribuição para o resultado veio do item especializado, cujo índice ficou em 0,51%.

Influências

No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no primeiro mês de 2011 foram as seguintes: vale transporte (de 0,05% para 4,87%), condutores elétricos (de 1,91% para 4,11%) e taxas de serviços e licenciamentos (de 0,00% para 2,85%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram de materiais para instalação hidráulicas (de 0,38% para -0,15%), madeira para telhado (de 0,42% para -0,11%) e placa cerâmicas pára revestimento (de 0,54% para -0,16%)

Capitais

Considerando as sete capitais estudadas pela FGV no primeiro mês de 2011, três apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:
Cidade Dezembro de 2010 (%) Janeiro de 2011 (%)
Salvador 0,09 0,26
Brasília 0,28 0,10
Belo Horizonte 4,16 1,78
Recife 0,68 0,46
Rio de Janeiro 0,14 0,29
Porto Alegre 0,18 0,12
São Paulo 0,05 0,17

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

IGP-M desacelera ritmo na segunda prévia de janeiro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou para 0,63% na segunda prévia de janeiro, contra alta de 0,75% em dezembro. Apesar disso, os preços agropecuários voltaram a acelerar no atacado.

Os dados foram publicados nesta quarta-feira (19/1) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado, foi o principal responsável pelo arrefecimento, ao passar de 0,77% em dezembro para 0,60% em janeiro.
Essa redução foi puxada pelos produtos industriais, que registraram taxa de 0,35%, ante 0,67% no mês anterior. Teve destaque o grupo componentes para manufatura, que passou de 1,21% para 0,63%.
No entanto, os preços agropecuários no atacado voltaram a acelerar, passando de 1,05% para 1,26%. As maiores influências vieram do café em grão (de 3,42% para 7,94%) e da cana-de-açúcar (de 1,80% para 2,35%).

domingo, 9 de janeiro de 2011

Centro-Oeste encerra 2010 com a maior variação no custo da construção


A região Centro-Oeste encerrou o ano passado com a maior variação no custo da construção civil no País. Passados 12 meses, os preços para se construir ficaram 9,08% mais caros.
Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta sexta-feira (7) revela que a região Norte apresentou a segunda maior variação no período, de 8,84%. O Nordeste, com 7,50%, aparece em terceiro.
Por fim, as regiões Sudeste e Sul registraram as menores variações no período: de 6,93% e 6,46%, respectivamente. Na média geral, a alta do custo da construção nacional fechou 2010 em 7,36%.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O que são os Indíces INCC E IGPM? Quando são aplicados? Como são calculados?

      Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, afere a evolução dos custos de construções habitacionais. É uma estatística contínua, de periodicidade mensal para os 18 municípios das seguintes capitais de estados do país: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. O índice nacional é levantado pela FGV desde Janeiro de 1944.

             Os índices de custos da construção estão subdivididos em residenciais e obras públicas de engenharia civil ou infra-estrutura. Os principais índices, específicos para construções residenciais, são: Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), Índice de Custo da Construção do Rio de Janeiro (ICC-RJ) e Índice de Edificações.

  • Índice Nacional de Custo da Construção (INCC)

É um dos três itens que compõem o Índice Geral de Preços (IGP), representando 10% do índice. Sua divulgação teve início em fevereiro de 1985, como resultado do encadeamento da série do Índice de Custo da Construção - Rio de Janeiro (ICC-RJ), mais antiga, com a série do Índice de Edificações, mais abrangente geograficamente.


Como nos demais componentes do IGP, também é apresentada a versão do INCC para o mercado (INCC-M), que é calculado entre os dias 21 do mês anterior ao dia 20 do mês de referência (O INCC é calculado entre o primeiro e o último dia do mês civil)

      É utilizado para reajustar o valor dos imóveis mensalmente durante sua construção, conseqüentemente, as parcelas a serem pagas durante a construção sofrem este reajuste mensal.


IGPM – INDICE GERAL DE PREÇOS DE MERCADO


IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) - Calculado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), sua coleta de dados é efetuada entre o dia 21 do mês anterior ao dia 20 do mês de referência.


É formado por três taxas:

 - Índice de Preços por Atacado (IPA) - que corresponde a 60% do IGP-M;
- Índice de Preços ao Consumidor (IPC) - que responde por 40% do IGP-M total;
-Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) - que é 10% do IGP-M. 
A cada decêndio (Período de 10 dias) do período de coleta ocorrem divulgações de prévias. O IGP-M foi criado com o objetivo de se possuir um indicador confiável para as operações financeiras, especialmente as de longo prazo, sendo utilizado para correções de Notas do Tesouro Nacional (NTN) dos tipos B e C e para os CDB pós fixados com prazos acima de um ano.

O IGPM é utilizado também como taxa de juros no financiamento imobiliário junto as construtoras, que na maioria das vezes cobram a taxa de IGPM + 1% ao mês, após a entrega do imóvel.