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sábado, 5 de novembro de 2011

Como remover textura e papel de parede

Muitas vezes, papéis de parede e texturas podem ser removidos por qualquer pessoa, sem a necessidade de contratação de um profissional especializado. Antes de se aventurar na tarefa, é importante saber qual o procedimento correto para retirar estes revestimentos sem que a parede fique danificada.

Água e espátula são os acessórios básicos para a remoção do papel de parede. Juan Caballero, diretor comercial da Muresco, fabricante deste tipo de material, explica que existem dois tipos básicos deste revestimento: vinilizado e vinílico. "Para retirada do vinílico, deve-se retirar primeiro a capa de vinil. Basta iniciar por uma das pontas do produto e remover toda a camada plástica puxando com a mão", orienta Juan.

Depois disso, os dois tipos seguem o mesmo procedimento de remoção, pois o papel de parede vinilizado não possui capa de plástico. "Em seguida, deve-se umedecer com água o substrato que ainda ficou aderido à parede. Essa retirada é facilitada quando se usa uma espátula, de preferência de plástico para não danificar a parede. Embora o vinilizado seja mais resistente, por ter a camada de celulose mais espessa, a forma de retirada também é com umedecimento", menciona Juan.

Ângela Ferraz, da loja Textura e Cia, especializada em revestimentos, ensina que um balde com água limpa, sabão em pó e uma vassoura de pelo podem ajudar muito nesse processo. "Através de movimentos verticais, aplique água e sabão com abundância. Deixe descansar por algumas horas, depois é só remover o papel", afirma. Ela ressalta que para fazer isso é preciso que a parede não esteja com fundo de massa corrida, pois ela pode dissolver, e que o piso seja de cerâmica, pois a água pode danificar carpetes e pisos de madeira.

O representante da Muresco comenta que a solução para umedecer o papel de parede também pode ser de água morna com sal, na proporção de dez litros de água para 300 miligramas de sal. Caso a parede sofra danos, o ideal é que eles sejam corrigidos com a aplicação de massa corrida. Se usar sabão, lave a parede com água limpa para eliminar possíveis resíduos e não se esqueça de deixar que ela seque por completo antes de aplicar o novo revestimento.

Para remover texturas Clique Aqui

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Casas do futuro serão menores e mais baratas

Uma pesquisa conduzida ao longo do ano passado nos Estados Unidos pela Associação Nacional de Construtores (National Association of Home Builders) revelou o que pensam os profissionais do setor da construção civil, entre arquitetos e designers, sobre como serão as casas nos EUA em 2015 e aponta que a crise no setor impactou não apenas a venda de  imóveis hoje, mas a estrutura daqueles que ainda estão por serem construídos no futuro próximo.

Bom, a primeira tendência identificada pelo estudo não é exatamente uma surpresa: as casas vão diminuir de tamanho. Para fins de exatidão, a pesquisa aponta que os imóveis serão 10% menores que as casas construídas no primeiro semestre de 2010, com metragem de, no máximo, 200 metros quadrados. O motivo? Tudo indica que os consumidores estão decididos a baixarem os custos de manutenção de um imóvel. Outra razão, de acordo com a pesquisa, é que, até 2020, 29% dos americanos estarão na faixa etária acima dos 55 anos, aumentando a demanda por casas menores.

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Veja como dar efeito de papel de parede na pintura

Com um pedaço de tela de juta e duas cores de tinta epóxi é possível deixar a superfície com cara de que recebeu um papel de parede.

O efeito é discreto e pode ser usado em paredes extensas ou apenas em uma área, como sobre a cama ou no hall de entrada.

Confira nosso passo-a-passo

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Como faço para dimensionar o escoamento e não acumular água na laje de minha casa?

Para quem vai construir uma casa, ou vai colocar uma nova cobertura em uma já existente, esta é uma dúvida frequente. Quantos ralos minha laje deve ter para que eu não corra o risco de o sistema não aguentar uma chuva mais forte? Qual a inclinação que esta cobertura deve ter para que a água seja devidamente encaminhada para os tubos de drenagem?
 
É preciso primeiro entender o sistema como um todo: uma cobertura plana, uma laje, vai receber uma grande quantidade de água durante uma chuva. Essa água vai se acumular sobre a laje e será drenada por tubos verticais, ou seja, os ralos, conhecidos como tubos de queda ou de drenagem.
 
Esses tubos que recebem as águas de chuva devem ser levados da forma mais direta possível para fora da residência e são ligados no sistema público de coletas de águas de chuva pela guia da rua, ou ainda podem ser encaminhados para uma caixa coletora (inclusive para reuso), um reservatório ou um sistema de drenagem via caixa de areia, brocas infiltrantes e outros. Esse sistema faz parte do projeto de hidráulica da residência ou construção.
 
A laje deve sempre ter uma inclinação em direção aos tubos de coleta, para que a água seja encaminhada rapidamente para eles, evitando o acumulo na cobertura. A inclinação mínima da laje em direção ao tubo deve ser de 0.5%. Se for possível que esta inclinação seja um pouco maior, tanto melhor. 
 
Mas quantos tubos de drenagem e qual o tamanho deles?

Os calculistas sempre recomendam que não se faça uso de apenas um tubo de drenagem, por mais superdimensionado que ele esteja. Essa recomendação vem de uma questão muito simples – a possibilidade de entupimento do duto por detritos. 
 
É fácil de entender: se sua cobertura tem apenas um tubo de escoamento, por maior que ele seja, pode acabar entupido por folhas ou detritos diversos, como, por exemplo, uma simples sacola plástica. Com a falta de um tubo auxiliar, você terá um sério problema de acúmulo de água em sua cobertura. Essa água acumulada pode causar problemas de infiltração, pode escorrer pela sua fachada estragando parte de sua construção, alem de sobrecarregar a estrutura em determinado momento, entre outros problemas. O acúmulo excessivo de água deve ser evitado a qualquer custo. 
 
Para auxiliar na questão de entupimento por detritos, é importante o uso de ralos hemisféricos ou grelhas similares, que ajudam bastante a evitar o entupimento da boca dos tubos de drenagem. São muito baratos e eficazes, além de evitar que você tenha que subir na sua cobertura  regularmente para checar se os ralos estão desimpedidos.
 
Quem está praticando a autoconstrução, ou dependendo de opiniões de leigos no assunto, costuma aplicar uma fórmula de aproximação para definir o dimensionamento dos tubos de coleta. 
 
A fórmula de aproximação trata-se basicamente do raciocínio de que um metro quadrado de área de cobertura equivale a um centímetro quadrado do diâmetro do tubo de captação. Assim, uma laje com 50 m² necessitaria de um diâmetro do tubo de escoamento de 50 cm². Portanto seguindo essa teoria, um tubo de 100 mm (que possui área de 78,5 cm²) seria mais do que suficiente, embora pelas razões já expostas acima, o correto seria utilizar pelo menos dois tubos de 75 mm.
 
Na realidade, esta fórmula de aproximação não é a forma mais adequada de se calcular a dimensão do escoamento de sua cobertura.  A drenagem de coberturas é regida, no Brasil, por uma norma chamada NBR 10844, e é de grande importância que ela seja sempre seguida. 
 
Como os cálculos que ela apresenta como norma para essas drenagens são mais complexos do que a fórmula de aproximação, o ideal é convocar um especialista no assunto, se possível, um engenheiro hidráulico. 
 
A norma leva em conta outras questões alem da fórmula de aproximação, como por exemplo, o índice pluviométrico de sua região nos últimos 25 anos e a área de contribuição de forma mais cuidadosa; leva em conta também uma eventual parede ou inclinações que ajudam a captar a água da chuva e outros cálculos mais complexos. Para cálculo de calhas de telhados, o correto é a utilização da fórmula de Manning Strickler, também complexa e que deve ser realizada por um especialista na área.
 
Não caia nunca no conto de um único tubo de coleta grande. Sempre é necessário mais de um. Utilize sempre grelhas de proteção ou ralos hemisféricos. Se puder, consulte, ainda que brevemente, um especialista. Se não puder consultar alguém que saiba calcular sua drenagem de acordo com as normas brasileiras, peque pelo excesso no tamanho e quantidade dos tubos de coleta. As chuvas podem se tornar uma grande dor de cabeça se não levadas a sério na hora de executar sua obra. 
 
Fonte: Uol Estilo
 

quarta-feira, 23 de março de 2011

Vendas de materiais de construção sobem 11,4% em fevereiro

As vendas de materiais de construção no Brasil subiram 11,46% em fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se do décimo sexto mês consecutivo de crescimento no faturamento do setor na comparação anual, segundo levantamento divulgado hoje pela Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

Na comparação com janeiro, as vendas subiram 5,52%, levando as empresas a acumular uma evolução de 6,35% no faturamento do primeiro bimestre, segundo valores que descontam a inflação no período.

A expectativa é de uma aceleração nos próximos meses, em decorrência de uma continuidade do ambiente de aumento na renda média das famílias em conjunto com a expansão do crédito imobiliário e dos programas e incentivos do governo ao setor. A previsão da Abramat aponta para um avanço de 9% nas vendas deste ano.

Segundo o balanço, a ocupação na indústria de materiais de construção avançou 0,48% de janeiro para fevereiro.

(Eduardo Laguna | Valor)

terça-feira, 15 de março de 2011

Brasileiros gastarão R$ 469 em materiais de construção este ano

O comércio de materiais de construção deve movimentar R$ 76,4 bilhões este ano, ou seja, cada brasileiro deve gastar R$ 469 com estes itens, conforme aponta pesquisa do Ibope Inteligência.

A região Sudeste deve ser responsável por 54,5% dos gastos com materiais de construção este ano, o que representa R$ 41,66 bilhões. Na região, o consumo per capita deve ser de R$ 552.
Em seguida, vem a região Sul, onde o consumo deve atingir R$ 13,14 bilhões (17,2% do total). Apesar do gasto ser menor que na região Sudeste, o consumo per capita será de R$ 559, como pode ser observado na tabela abaixo:

Região Potencial de Consumo  Representatividade Consumo per Capita
Norte R$ 3,75 bilhões 4,9% R$ 315/hab por ano
Nordeste R$ 11,18 bilhões 14,6% R$ 285/hab por ano
Sudeste R$ 41,66 bilhões 54,5% R$ 552/hab por ano
Sul R$ 13,14 bilhões 17,2% R$ 559/hab por ano
Centro-Oeste R$ 6,70 bilhões 8,8% R$ 526/hab por ano
Fonte: Pyxis Consumo - Versão 2011 - Ibope Inteligência

Classes

O estudo ainda aponta que a classe B será responsável por 43,2% do consumo, o que totaliza R$ 32,98 bilhões. Segundo o estudo, mais de 11,8 milhões de domicílios são de classe B, representando 23,5% do total.

Já a classe C, cujo número de domicílios chega a 25,2 milhões (50,4% do total), será responsável por 33,1% do total movimentado este ano, o que corresponde a R$ 25,27 bilhões.

A classe A, por sua vez, soma 1,2 milhões de domicílios (2,5% do total) e representa 18,4% do consumo de materiais de construção, ou seja, R$ 14,10 bilhões. A classe DE, responsável por 23,6% dos domicílios (11,8 milhões) deve consumir este ano R$ 4,08 bilhões, o que corresponde a 5,3% do total.

Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mistura de cal e cloro ajuda no combate à dengue em obras

Uma combinação considerada simples e de baixo custo --cal e cloro-- está ajudando a combater os focos do mosquito Aedes aegypti em Manaus (AM). De acordo com o pesquisador e responsável pelo Laboratório de Malária e Dengue do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, do Inpa (Ministério da Ciência e Tecnologia), Vanderli Tadei, a fórmula pode ser aplicada em água parada pelos próprios funcionários das construtoras.

Em entrevista à"Rádio Nacional", ele explicou que a fórmula utilizada atualmente para o combate à dengue é falha, uma vez que se mantém a mesma desde 1998, quando foi registrada a primeira epidemia da doença em Manaus. O mosquito, segundo o professor, desenvolveu resistência ao produto.

"Agora, temos uma fórmula que os construtores podem utilizar, de rápida aplicação, sendo que uma pessoa é suficiente para fazer esse monitoramento, desde que treinada", disse. "Com a dengue, não temos muito o que fazer. O controle está centrado no vetor", completou.

Segundo Tadei, na próxima semana a mistura será apresentada aos construtores locais por meio da distribuição de folders que contêm um passo a passo para a aplicação. Ele explicou que a quantidade de água parada em canteiros de obras é alta em razão da necessidade de checar, em diversos momentos, a existência de infiltração.

A combinação de cal e cloro é considerada também ambientalmente correta, uma vez que é biodegradável e pode ser manuseada por adultos. "O importante para o construtor é que, fazendo esse tratamento, ele não vai ter casos de dengue nos funcionários, que ficam afastados por no mínimo sete dias", concluiu. 

Folha.com

terça-feira, 1 de março de 2011

Saiba como funciona o financiamento para material de construção

É possível dar uma entrada pequena ou, se seu cadastro for positivo, nem pôr a mão o bolso para pegar o valor

Para muitos, erguer a construção, mesmo que a “duras penas”, é a chance de sair do aluguel. Em outros casos, nem sempre o dinheiro disponível é suficiente para concluir a obra. Nessas horas, surge a ideia de fazer um empréstimo. A tentação aumenta diante das facilitações que os bancos e finaciadoras oferecem. Mas como proceder para pedir dinheiro emprestado?

SISTEMAS DE FINANCIAMENTO
Atualmente, o mais comum é o Sistema de Amortização Constante (SAC), pelo qual a prestação sofre redução constante mês a mês. Outro modelo é a Tabela Price, que no princípio é bastante atrativa, por apresentar um valor menor, mas aumenta no transcorrer das parcelas. Importante: antes de tomar qualquer decisão, considere os valores totais (primeiras e últimas parcelas), e não apenas os custos imediatos.

Primeiros passos
A recomendação inicial é procurar informações em vários lugares e não ceder à primeira opção que aparecer. Estude bem os pacotes dos bancos antes do contrato. Nessa fase, uma boa dica é manter toda a documentação pessoal de quem irá financiar em ordem. Se o nome estiver “sujo”, a dificuldade de conseguir o financiamento aumenta.

Fontes de crédito
Atualmente, os bancos oferecem crédito com condições muito vantajosas. Há também os microcréditos oferecidos nas lojas do varejo da construção civil em parceria com os fabricantes de materiais. Em geral, as lojas oferecem cartões de crédito que possuem condições especiais de parcelamento, com juros mais baixos para compra de artigos de determinada indústria.

Você e o banco
Cada instituição oferece juros, planos e critérios de amortização diferentes. Alguns fatores como idade, renda familiar e limite para gasto nas parcelas mensais definem o crédito a ser disponibilizado. A análise depende também da fidelização do cliente com o banco.

Juros
Para famílias com renda de até 12 salários mínimos, por exemplo, algumas instituições financeiras cobram taxa de juros de 8% ao ano mais TR, e o valor pode ser pago em até 8 anos. A amortização dos juros pode ser feita quando se pagam parcelas a vencer. Por exemplo: em um determinado mês paga-se a parcela atual e também a última. Nesse caso, essa última parcela terá um valor bem inferior ao inicial e os juros serão reduzidos.

As prestações são fixas, portanto, você sabe quanto vai pagar. Na quitação, os juros restantes são descontados proporcionalmente,ou seja, as parcelas futuras não sofrem acréscimo.

Fonte: Uol

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Síndrome do Pânico: Bombeiros investigam novo estalo em edifício em Belém


O Ciop e o corpo de Bombeiros de Belém teriam sido acionados pelos moradores de um apartamento do 13o andar de uma das torres do Real Seasons na madrugada desta terça, 22.

Eles teriam ouvido um estalo no edifício que fica no bairro do Umarizal em frente a Santa Casa e teriam sido orientados a deixar o apartamento.

Os peritos devem apurar o que aconteceu nesta manhã de quarta feira. 

Menos de 30 dias do desabamento do Real Class, o medo segue tirando o sono dos moradores.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Venda de materiais de construção cai 2,6% em janeiro na comparação com dezembro

O varejo doméstico de materiais de construção iniciou 2011 com desaceleração em relação ao final do ano passado. Em janeiro, as vendas recuaram 2,64% na comparação com dezembro, informou nesta terça-feira a associação que representa o setor no país, Abramat.
Já em relação ao mesmo mês do ano passado, as vendas dos insumos aumentaram 1,45%.
A queda mensal, segundo a entidade, é resultado da formação de estoques em dezembro, quando o consumo de materiais tende a ser sazonalmente maior. "Em janeiro, as compras se reduziram em função da queda típica do consumo no período", afirma o presidente da Abramat, Melvyn Fox, em nota.
No mês passado, as vendas de itens de acabamento tiveram alta de 10,79%, enquanto as de materiais básicos caíram 3,24% ano a ano.
"É provável que o comportamento se equilibre entre os materiais de base e acabamento nos próximos meses. Esse crescimento maior da indústria de acabamento está associado ao avanço das obras iniciadas na fase de elevado crescimento do setor, antes da crise", explica Fox.
A Abramat informou também que, em janeiro, o número de postos de trabalho gerados na indústria de materiais aumentou 6,86% ante o mesmo mês em 2010 e subiu 0,26% sobre dezembro.
A entidade prevê que o faturamento do setor aumente 9 por cento no fechado deste ano, após encerrar 2010 com expansão de 12,1%. "A tendência de crescimento é acentuar-se nos próximos meses", acrescenta o presidente da Abramat.
(Por Vivian Pereira do Uol casa e imóveis e Reuters)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O que levar em conta ao escolher um portão? Quais são as características de cada tipo?

A maioria das nossas casas e prédios tem o seu fechamento no limite do lote, em frente à rua de acesso, feito por portões. Os portões podem ser apenas para a circulação de pedestres ou podem permitir a passagem de um ou mais veículos. Podem ser altos ou baixos e fabricados com diversos materiais, tendo a sua abertura manual ou automática. Mas quais são as características mais importantes a se levar em conta na hora de adquirir um portão?

Dimensões
 
A primeira preocupação deve ser com relação às dimensões do portão e para que ele servirá. Se for apenas um portão de pedestres, pode ser pequeno. Mas se for um portão de garagem, o ideal é que ele seja um pouco mais largo do que um carro grande. Assim, o motorista tem uma folga na hora de passar.

A altura é outra consideração importante. É necessário ver se o portão precisa ser alto por questões de segurança ou se pode ser baixinho, que, em geral, fica muito mais bonito. Quanto maior e mais alto for o portão, mais pesado ele será e, portanto, mais força (manual ou um motor mais parrudo) será necessária para manuseá-lo. Leve isso em consideração na hora da escolha.

Veja matéria completa em UOL

Venda de material de construção eleva atividade do comércio em janeiro

As vendas de materiais de construção elevaram a atividade do comércio varejista em janeiro, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado nesta quinta-feira (3).
No mês passado, o comércio em geral registrou aumento de 9,8% nas vendas, frente ao mesmo mês do ano passado. Este resultado ficou abaixo dos 11,2% verificados em novembro e dos 12,8% de dezembro.

Somente as comercializações do grupo Material de Construção apresentaram alta de 15% no período. Já as vendas de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática cresceram 10,4% no período e também influenciaram no desempenho do índice anual.

De acordo com o indicador, em janeiro, frente a dezembro de 2010, a atividade do comércio varejista registrou queda de 2,7%.
Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, a adoção das medidas macroprudenciais de restrição ao crédito e o início do processo de aumento da taxa básica de juros (taxa selic) deverão fazer com que, em 2011, o varejo exiba crescimento positivo em sua atividade, porém em taxas mais moderadas do que as verificadas ao longo de 2010.

Veja mais em InfoMoney

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Construção: otimismo quanto ao nível de atividade cresce em janeiro

Empresários da construção civil estão mais otimistas , já que a expectativa deles sobre o nível de atividade para os próximos seis meses passou de 61,5 pontos  em dezembro de 2010 para 61,9 pontos em janeiro de 2011. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.

O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 68,4 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 59,7 pontos, e das pequenas, com 57,7 pontos.

Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e divulgada nesta segunda-feira (30).

Novos empreendimentos e serviços

sábado, 29 de janeiro de 2011

Que cuidados tomar na minha construção para evitar problemas com as fortes chuvas de verão?

 Relação área externa e interna

Um primeiro cuidado que você deve ter em mente para seu projeto é bastante básico e simples: crie um desnível entre a parte interna e a externa. Esse desnível não chega à altura de um degrau. Ele deve ter apenas poucos centímetros, de três a cinco. Essa simples medida promove um isolamento das águas que porventura podem se acumular devido à grande vazão momentânea da chuva, evitando muita dor de cabeça. No calçamento externo tome o cuidado de executar caimentos sempre contrários à casa, afastando as águas da construção.

Cuidados com telhados

No caso de casas com telhados, ao executar sua inclinação, tenha certeza de que ela está sendo feita de acordo com a norma para o tipo de telha utilizada. Cada tipo de telha exige uma inclinação diferente, que deve ser respeitada, de maneira que, durante as chuvas torrenciais, não exista a possibilidade de infiltração por entre elas. Um cuidado adicional muito interessante é a utilização de uma manta de subcobertura sob o telhado. Ela garante o isolamento da casa na ocorrência de um pequeno vazamento.

Para o telhado já construído procure verificar, ao menos visualmente, antes do final de cada ano, se as telhas parecem estar no lugar e se o telhado não apresenta qualquer “ondulação”, pois isso pode ser sinal de madeiramento cedendo. Também faça sempre a limpeza periódica de seu telhado para que as chuvas tenham caminho desimpedido por cima das telhas. Uma simples sacola plástica enganchada aliada a chuvas fortíssimas pode criar um pequeno ponto de infiltração.

Cuidados com lajes