Reserva Naturale - Noroeste

Mais um sólido empreendimento da Coleção Reserva da Brasal.

Praça Capital - Lojas e Salas Comerciais - SIA

A Brasal Incorporações e a Odebrecht Realizações Imobiliárias apresentam: PRAÇA CAPITAL.

VIVA Arquitetura de Lazer - Samambaia

O conceito de bem-estar, comodidade e conforto criado pela Brasal chega a Samambaia.

Flampark - Goiânia

Conheça o mais novo lançamento exclusivo da Brasal em Goiânia.

Reserva 109 - Noroeste

Único e Exclusivo

Mostrando postagens com marcador Financiamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Financiamentos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Santander reduz taxas para financiamento de imóveis

Taxas mínimas chegam a 8,8% e valem para clientes que contratarem pacote de serviços de R$ 45 mensais

O Santander anunciou hoje reduções de taxas para o financiamento de imóveis. Para clientes que aderirem ao pacote Serviços Imobiliários Van Gogh, as taxas mínimas praticadas passam a ser de 9,5% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR), para financiamentos de imóveis com valor abaixo de 500.000 reais, e 10% ao ano mais TR para imóveis acima deste valor. E para clientes que aderirem aos serviços Van Gogh e trouxerem a conta-salário ao banco, as taxas mínimas serão de 8,8% ao ano mais TR, para imóveis com valor inferior a 500.000 reais, e de 9,5% mais TR para imóveis com valores superiores. 

Para fazer a adesão ao pacote de serviços Van Gogh e poder desfrutar das taxas reduzidas, o cliente deve pagar 45 reais mensais e deve se manter no plano por, no mínimo, seis meses (período de carência). O pacote, além de oferecer taxas reduzidas, oferece serviços de assessoria ao cliente para compra do imóvel, desconto de 25% no seguro do imóvel e em outras modalidades de seguro e também taxas diferenciais para outras linhas de investimento, como em CDB e previdência. 

Para clientes que não contratarem os serviços do pacote Van Gogh, as taxas continuam as mesmas. Segundo José Roberto Machado, diretor executivo de negócios imobiliários do banco, a taxa média das linhas de crédito imobiliário praticadas anteriormente pelo banco e também fora do serviço Van Gogh é de 10,5% e a taxa máxima, que não foi modificada, é de 11%. 

Machado explica que as reduções visam a trazer mais clientes ao banco e também aumentar o volume de transações de quem já é correntista. “O banco entende a importância do produto, não só no relacionamento de longo prazo com o cliente, como na carteira de crédito de outros ativos do banco. O cliente que tem crédito imobiliário realiza um volume de transações 30% maior do que os outros clientes, descontando a transação do crédito imobiliário”, explica.

As novas taxas estão valendo desde o dia 7 de julho. A contratação do financiamento pode ser feita nas agências do Santander em todo Brasil e, segundo o banco, 75% dos financiamentos são aprovados imediatamente. Os prazos do financiamento podem chegar a 35 anos.

Fonte: Exame.com

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Imóveis: saiba a diferença entre financiar pelo SAC ou Price

Quando o consumidor decide financiar a compra de um imóvel, tem que optar por um sistema de amortização do empréstimo que vai pedir ao banco ou construtora. Eles definem a maneira como a dívida será paga ao longo do prazo de financiamento. Os mais comuns são a Tabela Price e o Sistema de Amortização Constante (SAC). O Sistema de Amortização Crescente (Sacre), utilizado somente pela Caixa Econômica Federal, já não é mais oferecido com frequência. Em todos eles, o comprador paga juros em cima do saldo devedor total.

Pela Tabela Price, as parcelas são fixas. Neste sistema, a maior parte da primeira prestação é formada por juros. Ao longo do financiamento, o valor pago em juros cai e o em amortização sobe, mas o valor da parcela é sempre o mesmo.

Já o SAC mantém o mesmo valor de amortização durante o financiamento, mas diminui o valor pago em juros, o que reduz o valor da prestação durante o contrato.

Por exemplo: ao financiar R$ 100 mil a 14% ao ano (1,16% ao mês), por 120 meses, pelo sistema Price, as prestações mensais seriam de R$ 1.552,86, o que faria o comprador desembolsar R$ 186.319 até o fim do financiamento. A primeira prestação seria composta por R$ 1.160 de juros (ou 1,16% de R$ 100 mil) e R$ 392,86 de pagamento da dívida. Já a segunda parcela seria formada pelos juros em cima do saldo devedor, ou seja, 1,16% de R$ 99.607 (R$ 1.155,4), além de R$ 397,4 da dívida.

Pelo SAC, a primeira parcela, nas mesmas condições descritas acima, seria de R$ 2 mil, composta por R$ 833 referentes à amortização e R$ 1.167 referentes a juros. No segundo mês, a amortização continuaria a mesma, mas os juros diminuiriam a R$ 1.150, resultado de 1,16% do saldo devedor menos os R$ 833 pagos no mês anterior (R$ 99.167). Esta segunda parcela já seria menor, de R$ 1.983. Com isso, o desembolso total seria de R$ 172.796 ao fim do contrato.

A diferença mais latente entre os dois sistemas é que pelo Price as primeiras parcelas são mais baixas comparadas às primeiras do SAC. Contudo, como as parcelas pelo SAC vão diminuindo, em determinado momento a parcela pelo SAC fica menor, ao ponto de o saldo final do financiamento por esta última modalidade ficar mais barato.
 
SAC é recomendado, mas nem sempre possível
 
Para o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, a taxa mais vantajosa é aquela que se adequa melhor à renda do comprador. Isto, porque os bancos não costumam a emprestar um montante em que a parcela do empréstimo fique maior que 30% da renda familiar do cliente. Com isso, a Tabela Price, com parcelas menores no começo do sistema, acaba tornando-se a única alternativa para alguns.

"O crédito oferecido é de 25% do que você ganha, então quem recebe R$ 2,8 mil, por exemplo, consegue (ter acesso a) uma prestação menor no Price", diz.

No entanto, ele recomenda o uso do SAC que, apesar de exigir uma renda maior por ter uma parcela inicial mais alta, permite ao comprador economizar no pagamento total do financiamento - no exemplo acima, foram poupados R$ 13,5 mil.

Quanto mais o comprador amortizar o saldo devedor, mais "barata" a dívida fica no futuro. E quanto menor o prazo de financiamento, menor também o montante cobrado em juros, apesar da prestação mais elevada.

Em ambos os sitemas, o cliente tem a possibilidade de quitar o saldo devedor no meio do financiamento, evitando assim pagar os juros que incidiriam nas parcelas seguintes. Embora incomum e sujeito às condições do banco, um cliente também pode trocar de sistema durante o financiamento de um imóvel. Contudo, segundo Oliveira, será feito um novo contrato e estabelecidas novas taxas de juros.

"O cliente tem o direito de pedir ajuda, e não a obrigação de saber. Muitos não sabem que podem escolher a taxa de financiamento, mas se você chegar para o banco e pedir uma simulação, eles são obrigados a fazer", acrescenta.


Fábio Bonillo
Direto de São Paulo
Terra

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Os riscos do emprestimo deixando a casa como garantia


A Brazilian Mortgages, que administra o BM Sua Casa, também especializada no produto, terminou 2010 com R$ 320 milhões emprestados, 82% a mais que em 2009.

A taxa de juros é menor porque a garantia é o imóvel que o tomador do financiamento transfere para o nome da instituição em um sistema chamado de “alienação fiduciária”.

O perigo é a perda de controle desse  vai e vem. Os excessos levaram os americano a crise do subprime em 2008. O que acontece lá serve de aleta. Pode acontecer aqui com algum tempo de atraso.

Leia mais

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Financiamento de imóvel com recurso da poupança cresce 72% em um ano

Em fevereiro, foram emprestados R$ 5,14 bilhões de recursos da poupança para financiamentos imobiliários, uma alta de 72% frente ao mesmo período do ano passado e de 10,5% em relação a janeiro deste ano.

Desta forma, o saldo de financiamentos dos últimos 12 meses atingiu R$ 60,1 bilhões, uma alta de 66% em relação aos 12 meses finalizados em fevereiro de 2010, segundo os dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Unidades financiadas
O número de unidades financiadas em fevereiro somou 35 mil. Em comparação com fevereiro de 2010, houve crescimento de 41%. Em relação a janeiro, quando 33 mil unidades foram financiadas, houve alta de 6%.

Em 12 meses, foram financiados 442 mil imóveis, resultado 40% superior ao dos 12 meses anteriores. Este resultado, segundo a Abecip, se deve aos bons resultados de 2010 e ao início positivo de 2011.

Captação líquida
Em fevereiro, a captação líquida da poupança (depósitos menos saques) foi negativa em R$ 362 milhões, sendo que já havia sido negativa em no mês anterior, em R$ 200 milhões.

“Historicamente, janeiro e fevereiro apresentam captação líquida negativa ou baixa, porque os poupadores estão sujeitos ao pagamento de IPTU, IPVA, matrículas escolares etc (...) Outro ponto que pode influenciar a captação da poupança, não apenas no início de cada ano, é a elevação das taxas de juros, abrindo espaço para a migração de ativos para outras modalidades de aplicação”, diz a Abecip.

O saldo das contas de poupança atingiu a marca de R$ 302 bilhões em fevereiro e superou em 17% o saldo do segundo mês do ano passado.


sexta-feira, 18 de março de 2011

Financiamento imobiliário com recursos da poupança cresce 65% em 2010 e atinge novo recorde

O valor dos financiamentos imobiliários feitos com recursos da poupança cresceu 65% em 2010 e atingiu um novo recorde. No ano, foram concedidos R$ 56,2 bilhões em empréstimos para a compra de imóveis, R$ 22,2 bilhões a mais do que em 2009. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Os números levam em conta só os imóveis financiados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). De acordo com a Abecip, os bancos financiaram pelo SBPE a compra de 421,4 mil imóveis no ano passado. Em 2009, haviam sido 302,7 mil.
Segundo a associação, o saldo das cadernetas de poupança atingiu valor histórico no final de 2010. Em dezembro do ano passado, R$ 299,9 bilhões estavam depositados em contas-poupança do país. Isso representa um crescimento de 18,8% em relação a dezembro de 2009, quando R$ 253,6 bilhões estavam em poupanças.

sexta-feira, 4 de março de 2011

CEF já aceita os novos limites de financiamento de imóveis

A partir desta quinta-feira (3), a CEF (Caixa Econômica Federal) começou a praticar os novos limites para avaliação de imóvel do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Cada região terá um teto. Nas regiões metropolitanas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal o limite passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil . Já em outras cidades com mais de um milhão de habitantes e demais capitais, os moradores poderão financiar até R$ 150 mil, ante os R$ 130 mil anteriores.

Em municípios cuja população seja superior a 250 mil habitantes, mas inferior a 1 milhão de habitantes, o valor máximo de financiamento subiu de R$ 100 mil para R$ 130 mil, enquanto em municípios que tenham de 50 mil habitantes a menos de 250 mil habitantes, o teto foi de R$ 80 mil de R$ 100 mil. Nas demais cidades, os moradores continuam financiando até R$ 80 mil.

De acordo com a Caixa, as operações de financiamento com recursos do FGTS, na área de Habitação Popular, são destinadas a trabalhadores com renda mensal de até R$ 3.900.

No caso de empréstimos vinculados a imóveis situados nas cidades das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, Distrito Federal e nas capitais estaduais, o limite de renda é de R$ 4.900. Esse limite foi estendido aos municípios com população igual ou superior a 250 mil pessoas, o que pode beneficiar 50 cidades e 18 milhões de brasileiros.
 
Financiamento

As operações de financiamento habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é de 6% ao ano mais TR (taxa referencial), que pode chegar a 5%, com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.
O FGTS pode financiar até 90% do valor do imóvel, seja novo ou usado, em um prazo de até 30 anos.

Fonte:InfoMoney

quarta-feira, 2 de março de 2011

SP: financiamento imobiliário supera compras de imóveis à vista em quase todo estado

O financiamento imobiliário superou as compras à vista de imóveis usados em três das quatro regiões do estado de São Paulo analisadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em dezembro de 2010.

De acordo com levantamento divulgado nesta terça-feira (1), na região que compreende o ABCD, Guarulhos e Osasco, 65,26% das vendas de imóveis usados registradas no último mês de 2010 foram feitas por meio de financiamento, enquanto os pagamentos à vista chegaram a 32,63%.

No interior, os imóveis financiados representaram 49,32% do total vendido, enquanto os pagamentos à vista corresponderam a 46,85%.

Já na capital paulista, 53,18% dos imóveis vendidos em dezembro também utilizaram o financiamento como forma de pagamento, enquanto 45,24% das vendas foram à vista.

Por outro lado, no litoral do estado, predominaram as compras à vista, que representaram 61,02% do total de imóveis usados comercializados nessa região. Outros 31,11% foram financiados.
 
Financiamento pela CEF predomina

A pesquisa do Creci-SP ainda aponta que os financiamentos feitos pela CEF (Caixa Econômica Federal) prevalecem. Neste caso, em dezembro, a região do ABCD, Guarulhos e Osasco se destacou novamente, pois lá as transações feitas pelo banco representaram 45,79% das vendas.

No interior, 40,54% das vendas foram financiadas pelo banco e, na capital paulista, 31,75% financiaram o imóvel usado por meio da Caixa.

Já no litoral, os financiamentos feitos pela Caixa chegaram a 24,02% do total das comercializações.
 
Outras formas de pagamento

Em dezembro, ainda segundo o Creci-SP, os paulistas também negociaram a compra do imóvel usado diretamente com o proprietário. Na capital, 1,19% das vendas foram feitas dessa forma.

No interior, 3,15% das vendas foram feitas diretamente com o proprietário. No litoral e na região do ABCD, Guarulhos e Osasco, a participação atingiu 7,87% e 1,05%, respectivamente.

Já as compras por meio de consórcio tiveram maior registro nas regiões do ABCD, Guarulhos e Osasco e interior, representando 1,05% e 0,68%, respectivamente, do total de negócios realizados.
 
Vendas

Pelo segundo mês consecutivo, as vendas de imóveis usados no estado de São Paulo aumentaram.
Em dezembro, nas 1.676 imobiliárias de 37 cidades que constam na pesquisa, foram comercializadas 1.149 unidades, o que fez o índice de vendas subir 5,03% no último mês de 2010.

Fonte: InfoMoney

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Lei garante desconto na legalização do primeiro imóvel‏

Uma lei de 1981 vai passar a valer, na prática, a partir de agora. O mutuário que comprar o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de Habitação vai ter desconto de 50% nas despesas de registro nos cartórios. O convênio foi assinado entre a Caixa Econômica Federal e a Corregedoria Geral de Justiça de Pernambuco.

A iniciativa vai permitir que um direito assegurado há 30 anos para quem compra o primeiro imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação passe a valer na prática. A Lei dos Registros Públicos garante ao consumidor o desconto nos custos de escrituração cobrados pelos cartórios.

Leia mais

Valor médio de financiamento imobiliário sobe 91% em cinco anos

O valor médio do financiamento para aquisição de imóveis cresceu 90,8% no Brasil em cinco anos, revelaram dados divulgados nesta terça-feira (15) pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Em 2005, o valor médio do financiamento com recursos da poupança era de R$ 76 mil, mas passou a ser de R$ 145 mil no ano passado. “Vem subindo o tíquete médio do financiamento”, afirmou o presidente da associação, Luiz Antonio França.

O valor de entrada, por outro lado, tem caído. Os dados mostram que, em 2005, 47,8% do valor do imóvel era financiado, montante que foi para 62% no ano passado.
“O valor médio do financiamento vem crescendo e as pessoas estão, nos últimos anos, dando menos entrada, hoje em torno de 38%. Dependendo da capacidade de crédito de cada mutuário, nós podemos ter uma entrada de, por exemplo, 20%, mas as pessoas escolhem dar a entrada maior”.
 
Juros e inadimplência

Em relação à inadimplência neste mercado, ela tem se mantido estável. Em dezembro de 2007, os contratos com mais de três prestações em atraso eram 1,4% do total, enquanto que em dezembro de 2010 eles eram 1,1%.
“Ela está sob controle, isso graças ao instituto da alienação fiduciária, que foi fundamental para a recuperação do crédito no segmento imobiliário”, ponderou França.

De acordo com França, nem mesmo o aumento do juro básico, promovido pelo Banco Central no início deste ano e que impacta nas outras taxas do mercado, deve afetar o crédito imobiliário.
“A formação de preços nas operações de crédito no financiamento imobiliário depende da caderneta de poupança, que paga para seus investidores TR [taxa referencial] mais 6,17% ao ano. Se a Selic aumentar ou reduzir, não há alteração no custo da caderneta de poupança, então, não há alteração para o mutuário final, mantendo as mesmas condições creditícias”, disse.

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Financiamento imobiliário com poupança bate recorde em 2010

Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 56,2 bilhões em 2010, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). O desempenho superou o registrado no ano anterior (R$ 34,0 bilhões) em 65% e bateu novo recorde.

Em números absolutos, as contratações feitas pelos agentes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) no ano corresponderam a 421,4 mil unidades --um aumento de 39% ante 2009.
"2010 foi o melhor ano da história para o setor imobiliário", afirmou o presidente da Abecip, Luiz Antonio França.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Preços de imóveis atingiram pico em 2010, diz Secovi-SP

Os preços dos imóveis já atingiram o pico no Brasil no ano passado, afirmou o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana.
Entre os anos de 2007 e de 2009, os valores passaram por considerável reajuste, após anos de retração, e atingiram um alto patamar no ano passado.
“Em 2010, os preços já atingiram o limite na escalada de alta e não sofrerão grandes mudanças, meramente acompanhando os índices da inflação e as eventuais flutuações tópicas de procura, em quarteirões específicos de bairros especiais”, disse Crestana, para quem a demanda deve estar estável neste ano.

Compra? 
De acordo com Crestana, é indicada sim a compra de imóvel para morar ou investir em 2011, porém ele não aponta este negócio para especuladores.
“Este investidor deve se concentrar no mercado de papéis, moedas e derivativos. Imóvel, como investimento, é complemento de renda tão somente”, afirmou.

Para quem vai comprar imóvel, Crestana indica que seja feito com cautela, análise, estudo de mercado e acompanhamento profissional, seja de advogados, corretores ou engenheiros.
“Nunca se deve ceder a meros impulsos em aquisição de tal importância – em média, uma pessoa comprará pouquíssimos imóveis durante sua vida”.

Fonte: InfoMoney

Depois do primeiro, a vez do imóvel melhor

Puxado pelo movimento que realizou o sonho da casa própria dos brasileiros, a busca por uma habitação melhor tem sido responsável por parte do crescimento do mercado imobiliário. Favorecida pela demanda por imóveis novos e usados e pelo aumento de renda, a antiga casa foi deixada para trás.

Com financiamento farto, juro atraente e prazo de amortização alongado, o mercado começou a ensaiar resultados históricos nos últimos quatro anos. Desde então, linhas de crédito com recursos do FGTS e do programa Minha Casa, Minha Vida facilitaram a compra do primeiro imóvel.

Na mesma direção, as classes sociais que já desfrutavam da casa própria começaram a almejar uma nova morada – mais ampla e sofisticada.
– Antes não havia liquidez para unidades usadas. Hoje é muito mais fácil vender um imóvel e investir em um novo – diz o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado, Paulo Silveira.

Em 2010, a construção civil gaúcha teve expansão de 8,73% em relação ao ano anterior. O crescimento fez as unidades habitacionais girar com maior facilidade no mercado. O presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Sul (Sindimóveis-RS), Sidney Fontoura Gomes, ressalta a força do movimento recente:
– Principalmente nos casos em que parte do pagamento da casa nova é feito com a unidade usada.

Segundo o superintendente regional da Caixa em Porto Alegre, Valdemir Colla, “boa parte” dos R$ 1,9 bilhão ofertados em crédito com recursos da poupança “foi destinada para famílias que resolveram trocar seus imóveis, em busca de maior conforto”.

A possibilidade de abater parte do valor com o imóvel antigo tornou real o desejo da pedagoga Maria José Espindola, 49 anos, de residir em um condomínio com infraestrutura de lazer, na Capital. Morando com a mãe, Ilenida Espindola, 78 anos, em um apartamento construído na década de 70, no bairro Petrópolis, a porto-alegrense mudou-se para um empreendimento fechado no Jardim Lindoia.
– Demos o antigo apartamento no negócio e o restante completamos com dinheiro – conta Maria José, que agora desfruta também da companhia da sobrinha Camila da Rosa em todos os finais de semana.

JOANA COLUSSI  -  Zero Hora 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Deficit Habitacional, estamos no caminho para acabar, diz especialista

Uol

O ministério do Trabalhou ampliou de R$ 130 mil para R$ 170 mil o valor para financiamentos imobiliários que utilizem recursos do FGTS (Fundo de garantia por Tempo de Serviço). Segundo o ministro, Carlos Lupi, uma das intenções da medida é cobrir o deficit na habitação popular. 

Apesar de elogiar a alteração, o vice-presidente de Condomínios do Secovi Rio, Leonardo Schneider, diz que só essa alteração não é suficiente para solucionar o problema do deficit habitacional. 
“Essa é apenas mais uma ação que, junto com outras, podem sim acabar com a falta de habitação para a baixa renda. Mas tem muita coisa que precisa acontecer para se atingir esse objetivo. Claro, já há várias ações em andamento, mas ainda falta muita coisa. Hoje já há opções de moradia para esse público, os juros são mais atrativos e os prazos são maiores. Ainda não é a solução, mas é o caminho certo”, afirma. 
Preços

Schneider explica que o aumento foi determinado para que houvesse uma equivalência dos valores impostos nas regras do financiamento com FGTS e os preços praticados no mercado.
“Nos últimos 2 ou 3 anos, os preços se valorizaram e o valor máximo acabava limitando a compra com o benefício do uso do FGTS, principalmente nos grandes centros urbanos, onde os preços dos imoveis são mais altos. Então é um ajuste bem vindo que propiciará mais acesso às pessoas que querem comprar imóvel financiado com a facilidade do FGTS”. 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Conselho do FGTS amplia limite para financiamento de imóveis

O Conselho Curador do FGTS decidiu ampliar o limite do financiamento com recursos do fundo para a população de baixa renda. Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Brasília, o novo teto para o financiamento passa a ser de R$ 170 mil.

Nas demais capitais e cidades com mais de um milhão de habitantes, o limite será de R$ 150 mil; nos municípios com mais de 250 mil habitantes ou em regiões metropolitanas, o teto será de R$ 130 mil; em municípios com mais de 50 mil habitantes, podem ser financiados até R$ 100 mil; e nas demais cidades, até R$ 80 mil.

No entanto, a renda familiar máxima para enquadramento no financiamento continua em R$ 4,9 mil para regiões metropolitanas e municípios com população superior a 250 mil habitantes, e R$ 3,9 mil para as demais cidades.

O ministro do Trabalho e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, disse em nota que "a A medida traz equivalência aos valores praticados no mercado imobiliário e visa cobrir o déficit na habitação popular". Os limites do financiamento não eram reajustados desde 2007.
A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano mais a variação da TR, sendo que essa taxa pode chegar a 5% com o subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790. O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos.

Fonte: VALOR Online / UOL

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Fantástico, da Globo alerta para obras não entregues



Um levantamento mostra que aumentou em 136% as ações ajuizadas na capital paulista contra as seis maiores construtoras por causa de atrasos na entrega dos apartamentos

Fonte: Blog Imóvel

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

HSBC reformula financiamento que usa imóvel como garantia

 O banco HSBC anunciou nesta quarta-feira (19) a reformulação do Crédito Casa, linha de financiamento que usa um imóvel já quitado como garantia da operação de crédito.
Com o novo modelo, o prazo máximo de pagamento passou de cinco para dez anos e o limite de empréstimo foi aumentado de R$ 200 mil para R$ 500 mil. Já a taxa de juros permaneceu em 19,5% ao ano.

A linha de financiamento está disponível para os clientes do banco e é disponibilizada após aprovação dos documentos necessários e a avaliação do imóvel. O crédito liberado pode chegar a até 50% do bem dado como garantia.

“O refinanciamento imobiliário é uma boa opção para os clientes que desejam recursos para realizar um projeto pessoal, como viagens ou cursos, entre outros”, diz o diretor de crédito imobilário do HSBC, Antônio Barbosa.
 
Cuidados

Imóveis: financiamento ou consórcio? Veja o que considerar antes de optar

 A compra da casa própria é um dos maiores sonhos, se não o maior, de muitos brasileiros. Para realizá-lo, contudo, são poucas as pessoas que têm condições financeiras de fazê-lo sem recorrer a alguma forma de crédito. Assim, nessas horas, surge a pergunta: o que é melhor, financiamento ou consórcio?

De acordo com o vice-presidente de habitação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Flávio Prando, a resposta para tal questão passa por diversos fatores, como tempo e dinheiro disponível para a entrada.
Quem quer sair do aluguel, por exemplo, talvez deva optar pelo financiamento, já que esta modalidade permite que o dinheiro esteja à mão em um curto espaço de tempo. Outra vantagem, ainda conforme Prando, é o fato de o financiamento bancário contar com seguro de vida e invalidez permanente, protegendo a família do tomador de empréstimo, se houver necessidade.
Por outro lado, alerta o especialista, o comprador precisa ficar atento às taxas de juros e possuir alguma reserva para dar de entrada. “Apesar de não serem altos, quem pretende adquirir um financiamento imobiliário precisa pesquisar bem os juros bancários para garantir o melhor negócio”, diz.

Consórcio

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O sonho cada vez mais próximo

Numa economia com inflação relativamente estável e crescimento econômico acelerado, os financiamentos imobiliários explodiram nos últimos tempos. Para se ter uma idéia,a estimativa é de que o volume de recursos voltados ao crédito imobiliário contratados na Caixa Econômica Federal, o maior ofertante do País, tenha alcançado a cifra de R$ 70 bilhões em 2010, segundo a presidente da instituição, Maria Fernanda Coelho. Se confirmado, esse valor representará um aumento de 42,8% em comparação a 2009, quando foram contratados R$ 49 bilhões em crédito imobiliário.

Mas, embora muitos brasileiros tenham conquistado sua casa própria, o déficit habitacional está longe de ser eliminado. Calcula-se que o saldo negativo alcance 5,6 milhões de unidades habitacionais.
Quem já adquiriu a sua sabe que, no percurso, abriu mão de desejos para alcançar seu acalentado sonho.

Para quem pensa em fazer parte desta condição de proprietário de imóvel ou esteja pensando em adquirir um segundo bem, tanto para lazer ou como investimento, o iG preparou um especial sobre Casa Própria com informações para a contratação de um financiamento imobiliário, o uso do FGTS, a atenção na hora de selecionar um imóvel e as documentações exigidas, entre outras dicas para evitar sustos e não ter seu sonho frustrado.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Valor médio da cota de consórcios de imóveis cresce 15,6% em um ano


O valor gasto pelo brasileiro em consórcios de imóveis é cada vez maior. Segundo dados divulgados pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), em um ano, o tíquete médio deste segmento cresceu 15,6%, passando de R$ 89,4 mil, em novembro de 2009; para R$ 103,3 mil, no penúltimo mês de 2010.
De acordo com a Abac, a estabilidade econômica e segurança no emprego são responsáveis pelo maior volume de cotas vendidas com tíquete médio 15% mais alto.

Mais aumentos

Cinco de seis segmentos que fazem parte do sistema de consórcios também apresentaram alta no tíquete médio entre novembro de 2009 e o de 2010. O destaque continua com os consórcios de serviços, com alta de 25%, saindo de R$ 5.653 para R$ 7.068. A retração ocorreu no segmento de eletroeletrônicos (-19,6%).
Na tabela abaixo é possível conferir os valores das cotas para novembro de 2009 e 2010, bem como a variação apurada no período

Fonte: InfoMoney 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Habitação ganha impulso com pacote de estímulo a financiamento de longo prazo

O financiamento habitacional pode ganhar novo impulso com o pacote de incentivo ao crédito de longo prazo. Uma das medidas permitirá aos bancos fazer mais empréstimos utilizando os recursos da poupança.

Atualmente, as instituições financeiras são obrigados a direcionar 65% dos depósitos da caderneta para financiar a casa própria. Quando não conseguem atingir esse patamar, a parte que falta é recolhida como depósito compulsório no Banco Central.

Se o banco "vende" parte desses empréstimos para reciclar os recursos, corre o risco de ser obrigado a recolher mais dinheiro ao BC.
A novidade é que as instituições terão agora 36 meses para "diluir" o impacto de créditos vendidos antes de ficarem desenquadradas.

"É um estímulo para o banco que não fazia isso [vender parte dos empréstimos] entrar nesse mercado e criar uma alternativa estratégica de captação [de dinheiro]", afirma Fernando Brasileiro, presidente da Cibrasec, maior securitizadora do país.
Para Dyogo de Oliveira, secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, a medida fortalece esse mercado, mas ainda há dois grandes entraves.

O primeiro é o desinteresse dos bancos em se desfazer de empréstimos rentáveis. O outro é convencer os aplicadores a optar por esse título, mesmo tendo papéis de longo prazo com retorno maior no mercado.