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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Santander reduz taxas para financiamento de imóveis

Taxas mínimas chegam a 8,8% e valem para clientes que contratarem pacote de serviços de R$ 45 mensais

O Santander anunciou hoje reduções de taxas para o financiamento de imóveis. Para clientes que aderirem ao pacote Serviços Imobiliários Van Gogh, as taxas mínimas praticadas passam a ser de 9,5% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR), para financiamentos de imóveis com valor abaixo de 500.000 reais, e 10% ao ano mais TR para imóveis acima deste valor. E para clientes que aderirem aos serviços Van Gogh e trouxerem a conta-salário ao banco, as taxas mínimas serão de 8,8% ao ano mais TR, para imóveis com valor inferior a 500.000 reais, e de 9,5% mais TR para imóveis com valores superiores. 

Para fazer a adesão ao pacote de serviços Van Gogh e poder desfrutar das taxas reduzidas, o cliente deve pagar 45 reais mensais e deve se manter no plano por, no mínimo, seis meses (período de carência). O pacote, além de oferecer taxas reduzidas, oferece serviços de assessoria ao cliente para compra do imóvel, desconto de 25% no seguro do imóvel e em outras modalidades de seguro e também taxas diferenciais para outras linhas de investimento, como em CDB e previdência. 

Para clientes que não contratarem os serviços do pacote Van Gogh, as taxas continuam as mesmas. Segundo José Roberto Machado, diretor executivo de negócios imobiliários do banco, a taxa média das linhas de crédito imobiliário praticadas anteriormente pelo banco e também fora do serviço Van Gogh é de 10,5% e a taxa máxima, que não foi modificada, é de 11%. 

Machado explica que as reduções visam a trazer mais clientes ao banco e também aumentar o volume de transações de quem já é correntista. “O banco entende a importância do produto, não só no relacionamento de longo prazo com o cliente, como na carteira de crédito de outros ativos do banco. O cliente que tem crédito imobiliário realiza um volume de transações 30% maior do que os outros clientes, descontando a transação do crédito imobiliário”, explica.

As novas taxas estão valendo desde o dia 7 de julho. A contratação do financiamento pode ser feita nas agências do Santander em todo Brasil e, segundo o banco, 75% dos financiamentos são aprovados imediatamente. Os prazos do financiamento podem chegar a 35 anos.

Fonte: Exame.com

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Banco do Brasil será agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida, anuncia ministra

SÃO PAULO – O Banco do Brasil vai se tornar agente financeiro do programa Minha Casa, Minha Vida a partir de 2012, anunciou nesta sexta-feira a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Em reunião com empresários, a ministra afirmou que o banco deve trabalhar no decorrer deste ano para montar a estrutura necessária para atuar com o programa habitacional, o que deve exigir um esforço conjunto com o governo. “Nós vamos ter que nos desdobrar para não transformar a entrada do banco em um peso”, disse, conforme publicado pela Agência Brasil.

Atuação
 
O Banco do Brasil vai operar de forma complementar à Caixa Econômica Federal, principalmente no financiamento de empreendimentos às famílias com renda até três salários mínimos.

Para estas famílias, explicou a ministra, as unidades habitacionais terão preço de R$ 59.940 na segunda fase do programa, contra os R$ 42 mil da primeira fase.

Os imóveis ainda terão mais qualidade no acabamento e serão mais amplos, aumentando acessibilidade dos deficientes físicos.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Financiamento imobiliário com poupança bate recorde em 2010

Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 56,2 bilhões em 2010, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). O desempenho superou o registrado no ano anterior (R$ 34,0 bilhões) em 65% e bateu novo recorde.

Em números absolutos, as contratações feitas pelos agentes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) no ano corresponderam a 421,4 mil unidades --um aumento de 39% ante 2009.
"2010 foi o melhor ano da história para o setor imobiliário", afirmou o presidente da Abecip, Luiz Antonio França.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Caixa atinge recorde ao investir R$ 77,8 bilhões no mercado habitacional em 2010

A CEF (Caixa Econômica Federal) investiu no mercado habitacional, ao longo de 2010, um montante de R$ 77,8 bilhões, 70% de todo o crédito imobiliário do mercado no período.
O investimento, recorde, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (11) pela instituição, é 57,2% superior ao contabilizado em 2009 e 1.435% maior do que o montante registrado em 2003.

Da fatia total de financiamentos registrados, R$ 27,7 bilhões foram realizados com recursos da poupança, o que viabilizou a construção de 203.931 unidades habitacionais.

Outras 389.675 moradias foram originadas pelos R$ 31 bilhões com linhas que utilizam o FGTS. A CEF destinou ainda R$ 6,3 bilhões para subsídios e R$ 10,7 bilhões para arrendamentos residenciais. O restante do valor foi direcionado para consórcio imobiliário, Pró-Moradia e repasse.
A CEF, por meio da carteira habitacional, atingiu R$ 108,3 bilhões de saldo, uma evolução de 53,6% em relação aos R$ 70,5 bilhões registrados em dezembro de 2009.
 
Minha Casa, Minha Vida

Exatamente 1.005.028 unidades habitacionais foram financiadas pela Caixa e o Governo Federal valendo-se do programa Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009.
No período, 936.508 unidades contaram com a intervenção direta do banco, cujo investimento atingiu os R$ 51,31 bilhões. Só em 2010, foram R$ 37,4 bilhões destinados ao programa, beneficiando 639.983 famílias.
Das unidades financiadas em 2010, desconsiderados os consórcios, repasses e o programa Pró-Moradia, 59% foram destinadas a pessoas na faixa de renda de até seis salários mínimos, onde se encontra o maior deficit habitacional.

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Como ter cuidado com os serviços oferecidos pelos bancos?

Com o bom momento da economia brasileira, muitos consumidores viram nas instituições financeiras a porta de entrada para se inserir de vez nas classes intermediárias da pirâmide econômica do País.

Mas será que, mesmo com a situação financeira favorável, os brasileiros souberam ter cuidado com os serviços oferecidos pelos bancos?
“Quando um investidor vai procurar o gerente, ele deve ter bem claro para quem esse profissional trabalha, bem como as metas que ele deve atingir na instituição”, afirma o professor de economia da escola de negócios Trevisan, Alcides Leite.

Enfático, Leite atenta para a situação controversa de ambos os personagens: enquanto o cliente procura algo bom e barato, o banco direciona seus esforços aos produtos que não fazem parte do perfil do consumidor.

Metas contrárias 
Tornou-se comum, após uma ida ao banco, ouvir de algum funcionário: “Você conhece o nosso novo título de capitalização ou você tem interesse em um crédito pré-aprovado?"

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

'Não ganhei nem perdi nada', diz Silvio Santos

O empresário Silvio Santos afirmou ontem à noite que a venda do Banco Panamericano para o BTG Pactual deixou o grupo - que inclui a emissora SBT, a empresa de cosméticos Jequiti e as lojas do Baú Crediário - livre de obrigações com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). "Não ganhei nada nem perdi nada."

Embora o BTG tenha pago R$ 450 milhões pelo banco, esse valor foi entregue em títulos pelo empresário como pagamento ao FGC - o total, porém, é suficiente para cobrir somente pouco mais de 10% do rombo estimado nas contas da instituição, superior a R$ 4 bilhões. O prejuízo ficou com o FGC.

Fazendo piadas e vestindo camisa amarelo ouro, o empresário afirmou que o negócio foi suficiente para salvar as demais empresas do grupo. "A televisão não está mais à venda, a Jequiti também não está mais à venda e as Lojas do Crediário do Baú (sic) também não estão mais à venda. A única coisa que foi vendida foi o banco."

O empresário afirmou também que não participou diretamente das negociações com o BTG. "Foi tanto papel na minha frente... Eu nem assinei. Quem assinou foi minha filha Renata (Abravanel) e o meu sobrinho Guilherme (Stoliar)", explicou. Ao ser questionado sobre detalhes do negócio, respondeu: "Não tenho a mínima ideia". Silvio Santos afirmou que decidiu vender o banco porque "não entende nada" do negócio. "A dívida do banco eu não sei. O FGC sabe. Eu não me preocupo com os números. Número para mim é um zero à esquerda ou um zero à direita", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Isto É Dinheiro

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

HSBC reformula financiamento que usa imóvel como garantia

 O banco HSBC anunciou nesta quarta-feira (19) a reformulação do Crédito Casa, linha de financiamento que usa um imóvel já quitado como garantia da operação de crédito.
Com o novo modelo, o prazo máximo de pagamento passou de cinco para dez anos e o limite de empréstimo foi aumentado de R$ 200 mil para R$ 500 mil. Já a taxa de juros permaneceu em 19,5% ao ano.

A linha de financiamento está disponível para os clientes do banco e é disponibilizada após aprovação dos documentos necessários e a avaliação do imóvel. O crédito liberado pode chegar a até 50% do bem dado como garantia.

“O refinanciamento imobiliário é uma boa opção para os clientes que desejam recursos para realizar um projeto pessoal, como viagens ou cursos, entre outros”, diz o diretor de crédito imobilário do HSBC, Antônio Barbosa.
 
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