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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Minha Casa, Minha Vida terá de destinar 3% das moradias a idosos

SÃO PAULO, 27 Dez (Reuters) - O programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida" terá de destinar 3 por cento das moradias previstas à população idosa, conforme normas publicadas na edição desta terça-feira do Diário Oficial da União.

Ainda de acordo com as novas regras, pelo menos 3 por cento das unidades de cada empreendimento deverão ser destinadas a pessoas com deficiência ou a famílias das quais façam parte pessoas com deficiência.

A segunda etapa do programa do governo federal prevê a contratação de 2 milhões de moradias até 2014, sendo 60 por cento para famílias com renda mensal de até três salários mínimos.
O "Minha Casa, Minha Vida" foi lançado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março de 2009, com objetivo de contratar 1 milhão de habitações, volume que chegou a 1,005 milhão de unidades ao final de 2010.

Conforme dados do Ministério das Cidades, até 30 de outubro, a segunda fase do projeto contratou 336 mil unidades. Do total contratado nas duas etapas, 652 mil moradias foram entregues.

(Por Vivian Pereira)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Falta de terreno leva Minha Casa, Minha Vida para o interior

A escassez de espaços adequados para construção de imóveis na capital paulista deve fazer com que o principal público a ser atendido pelo programa Minha Casa, Minha Vida em São Paulo passe a ocupar as chamadas regiões periféricas do Estado, afirmaram representantes de construtoras e incorporadoras nesta terça-feira.

"(A cidade de) São Paulo não tem terrenos que viabilizem projetos do Minha Casa, Minha Vida. Pode-se atuar no extremo leste do Estado, mas não há condição de construir para o principal público do programa nos grandes centros urbanos", disse o diretor geral da Living --braço da Cyrela Brazil Realty voltado para baixa renda--, Antônio Guedes, em evento do Secovi-SP (sindicato da habitação de SP).

Segundo o executivo, além de passar a considerar o interior do Estado, o setor tem como desafio ainda maior a criação de infraestrutura necessária para que sejam desenvolvidas habitações em condições adequadas.

"A grande questão é usar o interior de São Paulo e criar infraestrutura, caso contrário será muito difícil construir imóveis para essa classe", acrescentou, se referindo à população que ganha até R$ 1.600 reais e que será contemplada com 60% das 2 milhões de moradias no país previstas na segunda fase do programa habitacional.

Na visão do diretor superintendente da Direcional Engenharia, Roberto Senna, a parceria entre os governos federal, estadual e municipal é determinante para que a criação de moradias para a população de baixa renda não tenha efeito contrário ao previsto, dando origem a um novo problema: a "favelização" das regiões.

"Não adianta pensar em novas unidades habitacionais sem pensar nos desafios, principalmente infraestrutura. Nem governo nem iniciativa privada sozinhos conseguem isso. O programa só pode ser levado adiante com atuação conjunta", disse ele.

O governo lançou oficialmente em meados do mês passado a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, com recursos da ordem de R$ 125,7 bilhões. O preço médio das habitações nesta etapa passou a R$ 55,2 mil. 

Fonte: DA REUTERS, EM SÃO PAULO / Folha.com

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Banco do Brasil será agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida, anuncia ministra

SÃO PAULO – O Banco do Brasil vai se tornar agente financeiro do programa Minha Casa, Minha Vida a partir de 2012, anunciou nesta sexta-feira a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Em reunião com empresários, a ministra afirmou que o banco deve trabalhar no decorrer deste ano para montar a estrutura necessária para atuar com o programa habitacional, o que deve exigir um esforço conjunto com o governo. “Nós vamos ter que nos desdobrar para não transformar a entrada do banco em um peso”, disse, conforme publicado pela Agência Brasil.

Atuação
 
O Banco do Brasil vai operar de forma complementar à Caixa Econômica Federal, principalmente no financiamento de empreendimentos às famílias com renda até três salários mínimos.

Para estas famílias, explicou a ministra, as unidades habitacionais terão preço de R$ 59.940 na segunda fase do programa, contra os R$ 42 mil da primeira fase.

Os imóveis ainda terão mais qualidade no acabamento e serão mais amplos, aumentando acessibilidade dos deficientes físicos.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Idosos podem ter direito a 5% das moradias do Minha Casa, Minha Vida

O Estatuto do Idoso reserva 3% das unidades residenciais de programas habitacionais públicos ou subsidiados com recursos estatais aos idosos. No entanto, esse percentual pode aumentar. Projeto de lei em análise na Câmara prevê que 5% das moradias do programa Minha Casa, Minha Vida sejam destinadas aos idosos.

Segundo o autor do projeto (PL 185/11), deputado Weliton Prado (PT-MG), a população com mais de 65 anos costuma ser desprezada em financiamentos habitacionais, portanto, o Estado deve garantir condições especiais para que os idosos possam adquirir a casa própria.

"Se o governo pretende realmente demonstrar que está preocupado com a solução dos problemas habitacionais das pessoas com idade mais avançada, nada mais justo do que elevar o percentual de moradias destinadas a esse público", disse o deputado.

Tramitação

A proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Urbano, de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania, sem necessidade de ir para o Plenário.

O projeto é identico ao PL 6743/10, do ex-deputado Silas Brasileiro, que foi arquivado ao final da legislatura passada.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Minha Casa, Minha Vida: relator de MP quer levar programa a cidades menores

O deputado André Vargas (PT-PR) apresentou relatório para a Medida Provisória 514/10, que detalha novas regras da segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida.

O projeto de lei de conversão do deputado cria uma modalidade do programa específica para cidades que tenham entre 20 mil e 50 mil habitantes. De acordo com Vargas, isso beneficiará 278 pequenos municípios, com o aumento da oferta de imóveis financiados pelo programa.

Para o relator, a segunda etapa do programa não pode mais se concentrar em grandes cidades, mas, sim, ir para municípios menores.
"Temos necessidades de uma política habitacional que chegue aos pequenos municípios", afirmou Vargas, segundo a Agência Câmara.
MP 514/10
 
Nesta quarta-feira (27), o Plenário vota a MP 514/10,que muda as regras do programa Minha Casa Minha Vida.

Para a segunda fase do programa, está prevista a construção ou reforma de 2 milhões de moradias entre 2011 e 2014, sendo que as famílias chefiadas por mulheres, desabrigadas e que residam em áreas de risco e insalubres terão prioridadeMinha Casa, Minha Vida: relator de MP quer levar programa a cidades menores.

Fonte: InfoMoney

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Minha Casa, Minha Vida pode priorizar famílias chefiadas por mulheres

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida ganha novos moldes a partir da Medida Provisória 514/10, que tranca a pauta da sessão ordinária do Plenário.

Pela nova regra, estabelece-se prioridade de atendimento às famílias chefiadas por mulheres e às desabrigadas que residam em áreas de risco e insalubres ou tenham sido desalojadas por isso. Está prevista ainda a construção ou reforma de dois milhões de moradias entre 2011 e 2014.

Segundo informações da Agência Câmara, o texto aumenta de R$ 14 bilhões para R$ 16,5 bilhões os recursos que a União poderá transferir ao FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), uma das fontes de financiamento do programa.

Projetos
 
Outro destaque no Plenário é o Projeto de Lei 1481/07, que permite o uso de recursos do Fust (Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações) para financiar serviços como a internet de banda larga. A princípio, as escolas públicas da zona rural teriam prioridade.

A medida, no entanto, ainda segue aberta, por conta de discussões envolvendo o PSDB e o PT. A oposição quer proibir o uso dos recursos (R$ 9,6 bilhões até 2010) pela Telebrás. Já o partido governista defende que isso seja possível para a empresa gerenciar a expansão do serviço no âmbito do Programa Nacional de Banda Larga.

De acordo com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o Ministério da Fazenda quer rediscutir o projeto. Nesta semana, o PL 4361/04, que regulamenta o funcionamento das lan houses, também poderá ser analisado.


sexta-feira, 18 de março de 2011

Governo do Rio cria tarifa social do gás para Minha Casa, Minha Vida

Está publicado na edição desta sexta-feira (18) do Diário Oficial do Rio de Janeiro decreto do governador Sergio Cabral Filho, que torna mais barata a tarifa do gás para residências que participam do programa Minha Casa Minha Vida, Minha Vida.

De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, a medida, que cria a tarifa social do gás, fará com que o produto saia de R$ 3,43 para R$ 2,02, uma diferença de 41%.

“Com a economia mensal de 41%, o dinheiro pode ser usado, por exemplo, na compra de bens de primeira necessidade, como alimentos”, ressalta a subsecretária estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Renata Cavalcanti.

Beneficiados 
A tarifa social do gás irá beneficiar famílias com renda de até três salários mínimos, cerca de R$ 1.620, que estejam inscritas no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e sejam beneficiárias da tarifa social de energia elétrica.

Quem já mora em imóvel do programa poderá se inscrever para ter o desconto, mas antes será necessário verificar se a tubulação da unidade permite a instalação do gás, que será fornecido pelas concessionárias.

Segundo a subsecretária Renata Cavalcanti, o Rio de Janeiro é responsável por 45% da produção de gás natural no Brasil e possui o segundo maior mercado consumidor, inclusive de GNV.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Construção só sentirá corte no Minha Casa, Minha Vida em 2012

Os impactos do corte anunciado pelo governo federal no programa Minha Casa, Minha Vida devem ocorrer no setor da construção civil somente a partir do próximo ano, segundo avalia a coordenadora de projetos da construção da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

"Os reflexos no nível de emprego, no ritmo de construção de moradias e no próprio programa podem ser sentidos somente a partir de 2002. Isso porque o governo manteve a meta de construir 2 milhões de unidades", afirma.

O programa Minha Casa Minha Vida foi lançado em 2009 e se tornou a principal vitrine de campanha à sucessão presidencial.

Para uma avaliação mais detalhada dos efeitos do corte de R$ 5 bilhões para o programa, uma das medidas anunciadas dentro do pacote de redução de despesas do Orçamento, a consultora considera que devem ser aguardadas a votação da segunda fase do MCMV no Congresso e também a revisão do valor de imóveis subsidiados na faixa de 0 a 3 salários mínimos.

"Os R$ 9 bilhões contratados do Minha Casa, Minha Vida para 2011 já foram aprovados e serão desembolsados. A previsão das entregas para este ano estão mantidas, e o mercado vai continuar construindo com recursos da poupança e do FGTS, o que garante o nível de atividade e de emprego neste ano", afirma.

A contenção de R$ 5 bilhões nos repasses do governo para o programa MCMV representa 40% de redução no projeto --com isso, passa de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões.
DEFICIT HABITACIONAL

Para a especialista, os impactos do corte de recursos para o programa sobre o deficit habitacional ainda são "difíceis" de serem mensurados.

O deficit habitacional no Brasil atingiu 5,808 milhões de famílias em 2009, ou 9,3% do total. O número ficou quase estável em relação a 2008, quando a carência por moradia atingiu 5,799 milhões de famílias.

O deficit habitacional é formado pela soma das famílias que vivem sob o mesmo teto, mas têm intenção de mudar (coabitação) e por aquelas que vivem em moradias inadequadas (cortiços, favelas) --nessa condição há 3,531 milhões de famílias.

Quase um terço dos domicílios considerados inadequados são habitados por famílias com renda mensal entre 1 e 2 salários mínimos. E 78% estão concentrados na faixa de até três mínimos.

Os dados fazem parte parte de estudo da FGV Projetos realizado para o SindusCon-SP (que reúne a indústria da construção paulista), divulgado com exclusividade pela Folha em novembro do ano passado. Foram usadas informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009, do IBGE, as mais recentes que estavam disponíveis. 

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 2 de março de 2011

Corte no Minha Casa, Minha Vida não prejudica obras, diz Planejamento

O Ministério do Planejamento informou que os R$ 31,5 bilhões destinados ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida são suficientes para garantir o andamento das obras já contratadas em 2011.

A pasta também assegurou que os recursos vão servir para o início da segunda etapa do programa, que prevê a construção de dois milhões de moradias até 2014.

Ontem, o governo anunciou o corte de R$ 5,1 bilhões nos investimentos do Minha Casa, Minha Vida. O ajuste faz parte de um contingenciamento de R$ 50 bilhões no orçamento geral da União.

O orçamento previsto para o programa neste ano era de R$ 36,7 bilhões. Com o ajuste, ficou em R$ 31,6 bilhões. Ou seja, 86% do previsto inicialmente. O ministério ressaltou ainda que ao valor definido ontem se somam outros R$ 9,5 bilhões de restos a pagar (RAP).

"Comparando-se com 2010, a soma do orçamento e RAP, em 2011, é 4,9% superior", disse a pasta. O ajuste no programa foi alvo de críticas da oposição, que acusou o governo de iludir a população e fazer promessas que não pode cumprir.
(Fernando Taquari | Valor)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Imobiliárias caem forte após corte no orçamento do "Minha Casa, Minha Vida"

No dia em que o governo anunciou uma redução no orçamento  previsto para o programa "Minha Casa, Minha Vida", as ações do setor imobiliário encerraram esta segunda-feira (28) entre os principais destaques de queda do Ibovespa, contrariando a performance do índice, que fechou em alta de 0,72%.

Dentre todos os 14 papéis que compõem o IMOB (Índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa), 8 fecharam o dia em baixa. As desvalorizações mais expressivas ficaram com MRV (MRVE3, -5,30%), Cyrela (CYRE3, -2,65%) e Even (EVEN3-2,60%). O IMOB, por sua vez, caiu 1,14%.
Rossi Residencial (RSID3, -2,27%), Gafisa (GFSA3, -1,25%), PDG Realty (PDGR3, -1,09%), EzTec (EZTC3, -0,07%) e Inpar (INPR3, -0,65%) também estiveram entre os destaques de baixa.

As ações de Br Malls (BRML3), Iguatemi (IGTA3), Multiplan (MULT3), Brasil Brokers (BBRK3) e Brookfield (BISA3), porém, fecharam em alta de 1,28%, 1,87%, 1,44%, 1,97% e 0,65%, respectivamente. JHSF Participações (JHSF3) encerrou o dia estável.

Corte de R$ 5,1 bilhõesPela LOA (Lei Orçamentária Anual) aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa, que era de R$ 12,7 bilhões, foi reduzido em R$ 5,1 bilhões. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.

De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril, o que significa, segundo a Agência Brasil, que ele não terá o ano cheio para execução dos gastos para 2011.

Corte de R$ 50 bilhõesA ministra, em conjunto com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, detalhou nesta segunda o corte de R$ 50 bilhões no orçamento do governo. Entre os cortes anunciados, está o do seguro desemprego. 

Segundo informou Miriam, o abono neste ano será reduzido em cerca de 10% - o que equivale a R$ 3 bilhões. “Isso não é impossível de ser feito”, disse a ministra.

Já os cortes previdenciários ficarão em cerca de R$ 2,5 bilhões, o que foi considerado "ridículo" por Mantega, frente ao total de R$ 250 bilhões de recursos da Previdência.

Fonte: InfoMoney

Minha Casa, Minha Vida terá corte de R$ 5,1 bilhões neste ano

O governo anunciou nesta segunda-feira (28) uma redução no orçamento previsto para o programa Minha Casa, Minha Vida neste ano.

Pela Lei Orçamentária Anual (LOA), aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa era de R$ 12,7 bilhões, mas agora ele está R$ 5,1 bilhões menor. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.

De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril, o que significa, segundo a Agência Brasil, que ele não terá o ano cheio para execução dos gastos para 2011.
Corte de R$ 50 bilhões 
A ministra, em conjunto com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, detalhou nesta segunda o corte de R$ 50 bilhões no orçamento do governo.

Entre os cortes anunciados, está o do seguro-desemprego. Segundo informou Miriam, o abono neste ano será reduzido em cerca de 10% - o que equivale a R$ 3 bilhões. “Isso não é impossível de ser feito”, disse a ministra.

Já os cortes previdenciários ficarão em cerca de R$ 2,5 bilhões, o que foi considerado "ridículo" por Mantega, frente ao total de R$ 250 bilhões de recursos da Previdência.

Fonte: InfoMoney

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Regras do Minha Casa, Minha Vida estão mudando

Uma determinação da Caixa vai restringir as áreas para a construção de imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida. O banco só vai liberar financiamento para locais com infraestrutura urbana, como energia elétrica, esgoto pluvial e sanitário, pavimentação e abastecimento de água. A decisão está valendo desde o dia 11 de fevereiro e não vale para os projetos que estão em andamento.

Em Joinville, Santa Catarina, o principal entrave é com relação à pavimentação das vias – que pode ser de lajota, paralelepípedo ou asfalto – e às ligações de esgoto. Dados da Prefeitura apontam que cerca de 55% da malha viária tem tipo de cobertura.

Segundo a Caixa, até terça-feira, dia 22, 1.903 contratos foram assinados na cidade mais populosa do Estado, destes 590 foram feitos de forma individual, sem o intermédio de construtoras.

Como o valor máximo financiado pela Caixa para participar do programa é de R$ 100 mil, a dificuldade maior para se adequar às regras será para as pessoas que têm ou pretendem comprar um terreno para construir a casa própria com o subsídio do governo.

O sócio da Casa Pronta Constrular, Nasser Ibrahim, trabalha como correspondente bancário da Caixa e recebe todos os dias pessoas que querem construir a casa própria com recursos do programa. A empresa encaminha o processo para o banco, vende o material de construção e constrói o imóvel. “Dos cerca de 30 projetos que estão em andamento, 28 são em ruas sem pavimentação”, explica. A Constrular também atende pessoas que já têm terreno e querem construir. Com essa determinação, o sonho da casa nova está mais distante.

“Os terrenos valorizaram muito e hoje um em uma rua sem pavimentação o preço varia entre R$ 50 mil e R$ 60 mil”, explica. Para se adequar ao projeto, a casa junto com o terreno não podem passar de R$ 100 mil. “Foi o banho de água fria. Recebemos pessoas aqui todos os dias que procuraram o programa. Estamos orientando sobre a determinação e anotando os telefones”, finaliza.

Fonte: Pense Imóveis

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Portugal adota modelo próprio do " Minha Casa, Minha Vida"

Portugal vai recuperar áreas degradas para revende-las a preços populares e com incentivo.
A primeira interferência é na cidade do Porto.

Apartamentos, mobilados e equipados, a partir de 300 euros mensais (água e luz incluídas) são as ofertas que o «LowCostHouses» tem em mente já para 2011.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Reabertas inscrições para o Minha Casa, Minha Vida em Santa Maria

A prefeitura de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, reabriu as inscrições para o Programa Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda mensal de até R$ 1,4 mil.

O próximo empreendimento a ser entregue pelo programa é o Residencial Zilda Arns, próximo à Vila Maringá. Ele terá 500 casas, com 42 metros quadrados, dois dormitórios, sala, banheiro e cozinha.

As prestações mensais, depois que os beneficiados receberem a moradia, variam entre R$ 50 e R$ 140. Mais informações pelos telefones (55) 3921-7139 e 3932-7173 ou na Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, no 6º andar da prefeitura.

Fonte: Pense Imóveis

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Caixa atinge recorde ao investir R$ 77,8 bilhões no mercado habitacional em 2010

A CEF (Caixa Econômica Federal) investiu no mercado habitacional, ao longo de 2010, um montante de R$ 77,8 bilhões, 70% de todo o crédito imobiliário do mercado no período.
O investimento, recorde, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (11) pela instituição, é 57,2% superior ao contabilizado em 2009 e 1.435% maior do que o montante registrado em 2003.

Da fatia total de financiamentos registrados, R$ 27,7 bilhões foram realizados com recursos da poupança, o que viabilizou a construção de 203.931 unidades habitacionais.

Outras 389.675 moradias foram originadas pelos R$ 31 bilhões com linhas que utilizam o FGTS. A CEF destinou ainda R$ 6,3 bilhões para subsídios e R$ 10,7 bilhões para arrendamentos residenciais. O restante do valor foi direcionado para consórcio imobiliário, Pró-Moradia e repasse.
A CEF, por meio da carteira habitacional, atingiu R$ 108,3 bilhões de saldo, uma evolução de 53,6% em relação aos R$ 70,5 bilhões registrados em dezembro de 2009.
 
Minha Casa, Minha Vida

Exatamente 1.005.028 unidades habitacionais foram financiadas pela Caixa e o Governo Federal valendo-se do programa Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009.
No período, 936.508 unidades contaram com a intervenção direta do banco, cujo investimento atingiu os R$ 51,31 bilhões. Só em 2010, foram R$ 37,4 bilhões destinados ao programa, beneficiando 639.983 famílias.
Das unidades financiadas em 2010, desconsiderados os consórcios, repasses e o programa Pró-Moradia, 59% foram destinadas a pessoas na faixa de renda de até seis salários mínimos, onde se encontra o maior deficit habitacional.

Fonte: InfoMoney

Minha Casa, Minha Vida: SindusCon pede aumento do valor limite por unidade

O presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Sérgio Watanabe, pediu ao vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, que aumentasse os valores máximos que a instituição financeira paga para contratar a construção das unidades habitacionais na segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida.
"Na primeira fase do programa, o valor limite de R$ 52 mil por unidade habitacional foi insuficiente para a capital paulistana, onde os terrenos, escassos, são caros", afirmou Watanabe.
De acordo com o presidente do SindusCon, devido ao atual valor limite, São Paulo não conseguiu atingir a cota de contratação de habitações para as famílias com renda de até três salários mínimos.
Resultados

Segundo dados preliminares da primeira fase do programa Minha Casa, Minha Vida, o número de unidades habitacionais em todo o País superou a cota de 400 mil, enquanto a meta era de 1 milhão.
Em São Paulo, segundo o Sinduscon, a cota ficou abaixo do esperado, devido ao preço do terreno mais o custo da construção, que superam o limite de R$ 52 mil.

As pequenas e médias construtoras responderam por cerca de 90% do 1 milhão de moradias contratadas no Brasil. "Agora, precisamos viabilizar o programa para as famílias de mais baixa renda na capital paulistana", disse Watanabe.

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Quanto menor a renda, maior o percentual de casas como tipo de habitação

A casa é o tipo de habitação mais comum dos brasileiros. E, de acordo com pesquisa do instituto Data Popular, quanto menor a renda, maior o percentual de casas como tipo de habitação.
A pesquisa mostra que 95% das classes D e E, 87,5% dos brasileiros da classe C e 64,74% das famílias das classes A e B vivem em casas. Por outro lado, considerando o apartamento como tipo de habitação, o percentual é maior nos segmentos mais abastados, sendo que 35,26% das classes A e B moram em apartamentos, ao passo que o percentual alcança 12,36% na classe C e 4,51% nas classes D e E.
Preferências

Dos 9 milhões de consumidores que querem comprar um imóvel nos próximos 12 meses, 4,9 milhões querem uma casa. Desse total, 40% pertencem às classes D e E. Já 48% são de famílias da classe C. Apenas 12% são de famílias das classes A e B.
Já o apartamento é o preferido das classes A e B. Ao todo, 1,9 milhão de brasileiros pretendem comprar um apartamento neste ano. Desse total, a maior intenção é dos mais abastados: 31% querem esse tipo de imóvel.
Dos que pretendem comprar um apartamento, 20% pertencem às classes D e E. Já a classe C representa quase metade daqueles que têm intenção de comprar um apartamento: 49%.
A compra do terreno também está nos planos de 884 mil famílias nos próximos 12 meses. Desse total, 50% são da classe C, 36% das classes D e E e 14% são das classes A e B.
Do total de pessoas que querem comprar um imóvel neste ano, 1,1 milhão ainda não decidiram que tipo querem. Dentre os indecisos, 44% percentem à classe C, 42% às classes D e E e 14% à classe A.
Potencial

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

6 milhões de famílias que querem comprar imóvel têm algum tipo de medo

Embora a intenção de comprar um imóvel no próximo ano atinja 9 milhões de famílias, a maior parte delas tem algum tipo de receio para realizar a compra, mostra estudo realizado pelo instituto de pesquisa Data Popular. E quanto menor a renda, maiores são os receios.

De acordo com a pesquisa, 6 milhões de famílias que desejam comprar um imóvel declararam ter algum medo em relação à compra. Dentre as classes sociais, o maior percentual de receio foi registrado entre as classes D e E: 84% tem algum tipo de medo de comprar a casa própria.

Já entre os consumidores da classe C, 73% declararam ter algum tipo de receio e mesmo entre os segmentos mais abastados (classes A e B), 52% disseram o mesmo.
Para a pesquisa foram ouvidos 3.005 brasileiros de 35 cidades do País. E a análise foi feita de acordo com os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os dois extremos

Embora o percentual das famílias que se sentem inseguras em comprar um imóvel seja significativo em todos os segmentos sociais, os tipos de receios são bem diferentes nos dois extremos da pirâmide.
Enquanto os brasileiros das classes C, D e E têm medo de não conseguir pagar o imóvel, o principal receio dos consumidores das classes A e B é o de não receber a casa – motivo que ficou na quarta colocação entre aqueles que percentem às classes de renda mais baixa. Já o receio de não conseguir pagar o imóvel ficou na quarta posição da lista dos receios das classes A e B.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Deficit Habitacional, estamos no caminho para acabar, diz especialista

Uol

O ministério do Trabalhou ampliou de R$ 130 mil para R$ 170 mil o valor para financiamentos imobiliários que utilizem recursos do FGTS (Fundo de garantia por Tempo de Serviço). Segundo o ministro, Carlos Lupi, uma das intenções da medida é cobrir o deficit na habitação popular. 

Apesar de elogiar a alteração, o vice-presidente de Condomínios do Secovi Rio, Leonardo Schneider, diz que só essa alteração não é suficiente para solucionar o problema do deficit habitacional. 
“Essa é apenas mais uma ação que, junto com outras, podem sim acabar com a falta de habitação para a baixa renda. Mas tem muita coisa que precisa acontecer para se atingir esse objetivo. Claro, já há várias ações em andamento, mas ainda falta muita coisa. Hoje já há opções de moradia para esse público, os juros são mais atrativos e os prazos são maiores. Ainda não é a solução, mas é o caminho certo”, afirma. 
Preços

Schneider explica que o aumento foi determinado para que houvesse uma equivalência dos valores impostos nas regras do financiamento com FGTS e os preços praticados no mercado.
“Nos últimos 2 ou 3 anos, os preços se valorizaram e o valor máximo acabava limitando a compra com o benefício do uso do FGTS, principalmente nos grandes centros urbanos, onde os preços dos imoveis são mais altos. Então é um ajuste bem vindo que propiciará mais acesso às pessoas que querem comprar imóvel financiado com a facilidade do FGTS”. 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

FGTS amplia limites de financiamento do Minha Casa, Minha Vida

Os novos limites foram aprovados pelo Conselho Curador do FGTS. Agora, o limite anterior, de R$ 130 mil, passa para R$ 170 mil.

O programa Minha Casa, Minha Vida recebeu reforço de até 30% na ampliação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o financiamento de imóveis destinados às populações carentes de áreas urbanas.

A informação é do Ministério das Cidades. Segundo a pasta, os limites anteriores, de R$ 80 mil a R$ 130 mil, eram insuficientes para atingir os valores mínimos de imóveis nas principais capitais e suas respectivas regiões metropolitanas.

Os novos limites foram aprovados, ontem (2), pelo Conselho Curador do FGTS. Agora, o limite anterior, de R$ 130 mil, para financiamentos nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, passa para R$ 170 mil.

Nas demais capitais, com mais de 1 milhão de habitantes, o limite aumenta dos atuais R$ 130 mil para R$ 150 mil; nos municípios com mais de 250 mil moradores o limite passa de R$ 100 mil para R$ 130 mil; e nos municípios com mais de 50 mil pessoas o limite sobe de R$ 80 mil para R$ 100 mil.

A segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida prevê a contratação de mais 2 milhões de moradias até 2014. A renda máxima familiar para financiamentos com dinheiro do FGTS é de R$ 4,9 mil em regiões metropolitanas e municípios com mais de 250 mil habitantes. Para as demais regiões, o valor máximo da renda familiar é de R$ 3,9 mil.

O programa para reduzir o déficit habitacional do país é uma das principais vertentes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê investimentos totais de R$ 955 bilhões durante o atual governo (2011-2014), de acordo com números do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Além do Minha Casa, Minha Vida, o PAC vai aplicar R$ 48,4 bilhões em rodovias, R$ 43,9 bilhões em ferrovias, R$ 40,6 bilhões em água, recursos hídricos e no Programa Luz para Todos. Serão direcionados também R$ 57,1 bilhões para saneamento, pavimentação, mobilidade urbana e prevenção em áreas de risco, mais R$ 23 bilhões em equipamentos urbanos e sociais nas áreas de saúde, segurança, creches, pré-escolas e esportes.

O maior volume de recursos do PAC, estimado em R$ 461,6 bilhões, será destinado ao financiamento de projetos na área do Ministério de Minas e Energia. Serão R$ 281,9 bilhões para a exploração de petróleo e de gás natural, R$ 113,7 bilhões para geração de energia elétrica e R$ 26,6 bilhões para a transmissão de energia.

Fonte: No Minuto