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quarta-feira, 23 de março de 2011

Valor do condomínio poderia ser 17% menor, se a limpeza fosse correta

Os condôminos poderiam pagar um valor 17% menor de condomínio, se houvesse uma correta operação de limpeza nos prédios.

De acordo com a diretora administrativa do Grupo Natzar, Luciana Barbarow, a limpeza correta é um item fundamental no "mix" de custos.
 
Desperdício de produtos por ignorância

Em alguns condomínios, é possível observar o desperdício de produtos de limpeza. "A maior causa é a falta de informação de funcionários com relação à composição e dosagem dos produtos", explicou o diretor comercial, Marcello Babarow.

Ainda segundo ele, o uso inadequado de equipamentos também gera prejuízos com consertos e reposição de peças.
 
Água poderia custar 40% menos

Uma forma certa de limpar os condomínios também ajudaria a reduzir outros gastos. A conta de água, por exemplo, poderia cair em cerca de 40%.

Já os gastos com energia elétrica poderiam ser reduzidos em 10% e as despesas com a manutenção do condomínio cairiam 60%.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Consumo consciente deve ser ensinado desde a infância

Educar os filhos  não é tarefa fácil. Quando o assunto em questão é dinheiro, fica um pouco mais difícil, mas não impossível. E um dos itens que devem entrar na agenda dos pais é se eles estão criando crianças conscientes de seu consumo. Você já parou para pensar nisso?

De acordo com o educador financeiro Álvaro Modernell, consumidor é toda pessoa, seja criança ou jovem, seja adulto ou idoso, que compra alguma coisa ou contrata algum serviço. “E consumidor consciente é aquele que conhece e exerce os seus direitos de cidadão”.

Mas, além de conhecer os direitos – contidos no CDC (Código de Defesa do Consumidor) -, as pessoas devem saber dos seus deveres como consumidores, o que deve ser transmitido para as crianças desde cedo, para não se tornarem adultos endividados.

Os 10 mandamentosConfira, abaixo, os dez mandamentos do consumidor infantil consciente, elaborados por Modernell, e analise se você está transmitindo esses valores para os seus filhos:
  1. Valorize e aproveite bem a mesada;
  2. Aprenda a escolher, já que não se pode ter tudo o que se quer;
  3. Use e cuide de tudo o que ganhou ou comprou;
  4. Doe a quem não tem aquilo que não serve ou que não quer mais;
  5. Pense duas vezes antes de comprar ou gastar;
  6. Não gaste tudo o que tem;
  7. Não desperdice, principalmente recursos naturais;
  8. Guarde sempre um pouco para o futuro;
  9. Não julgue as pessoas pelo que vestem ou possuem;
  10. Conheça seus direitos, que estão no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), no CDC e na DUC (Declaração Universal dos Direitos da Criança).
Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Economize no Verão

O calor excessivo é um grande vilão para nossos bolsos. Recorremos ao ar-condicionado na hora de dormir, ventilador para quebrar o galho no meio da tarde, banhos demorados para refrescar até a alma. Temperaturas de até 40 graus exigem um bocado de energia - no caso, elétrica. O alívio, porém, dura pouco. Basta a conta chegar para deixar muita gente de cabeça quente.

Economizar é uma arte. Para ter sucesso nesta área, informação é fundamental. Você sabe quanto paga por oito horas de sono embaladas por um ar-condicionado? Quanto custa um banho mais demorado no chuveiro? A quanto sai, no final do mês, o consumo do ventiladorzinho da cozinha, para tornar o fogão um pouco menos insuportável? Certamente, muito mais do que imagina. Sabendo do aumento significativo do consumo de energia nesta época do ano, o país coloca em prática o horário de verão.  

Adotado pela primeira vez em território brasileiro no verão de 1931/32, a mudança de horário surgiu com a intenção de poupar eletricidade. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, esses quatro meses de pôr-do-sol tardio garantirão ao país uma economia de aproximadamente 5% no Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país. Mas o que começou como uma pura questão econômica, hoje garante segurança e lazer com uma hora a mais de claridade em dez estados brasileiros. 

A economia pode ser considerável para o governo, mas quando a conta chega o susto é grande. Se por um lado damos uma folga à luz por uma hora, por outro gastamos mais - e bota mais nisso - tentando burlar o calor.  

Veja no itodas do UOL dicas de quem entende do riscado.