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quarta-feira, 9 de março de 2011

Consumo consciente deve ser ensinado desde a infância

Educar os filhos  não é tarefa fácil. Quando o assunto em questão é dinheiro, fica um pouco mais difícil, mas não impossível. E um dos itens que devem entrar na agenda dos pais é se eles estão criando crianças conscientes de seu consumo. Você já parou para pensar nisso?

De acordo com o educador financeiro Álvaro Modernell, consumidor é toda pessoa, seja criança ou jovem, seja adulto ou idoso, que compra alguma coisa ou contrata algum serviço. “E consumidor consciente é aquele que conhece e exerce os seus direitos de cidadão”.

Mas, além de conhecer os direitos – contidos no CDC (Código de Defesa do Consumidor) -, as pessoas devem saber dos seus deveres como consumidores, o que deve ser transmitido para as crianças desde cedo, para não se tornarem adultos endividados.

Os 10 mandamentosConfira, abaixo, os dez mandamentos do consumidor infantil consciente, elaborados por Modernell, e analise se você está transmitindo esses valores para os seus filhos:
  1. Valorize e aproveite bem a mesada;
  2. Aprenda a escolher, já que não se pode ter tudo o que se quer;
  3. Use e cuide de tudo o que ganhou ou comprou;
  4. Doe a quem não tem aquilo que não serve ou que não quer mais;
  5. Pense duas vezes antes de comprar ou gastar;
  6. Não gaste tudo o que tem;
  7. Não desperdice, principalmente recursos naturais;
  8. Guarde sempre um pouco para o futuro;
  9. Não julgue as pessoas pelo que vestem ou possuem;
  10. Conheça seus direitos, que estão no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), no CDC e na DUC (Declaração Universal dos Direitos da Criança).
Fonte: InfoMoney

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Como vender bem seu imóvel?

O mercado imobiliário brasileiro está aquecido. Com a disponibilidade de crédito e o aumento da renda da população, fenômenos identificados já há alguns anos, muitas pessoas têm comprado uma casa nova. Com isso, vendem seus imóveis usados. Mas como fazer isso da melhor forma possível?

De acordo com o sócio diretor da Imóvel A – Consultores Associados, Alexandre Villas, em primeiro lugar, a pessoa tem de procurar uma imobiliária especialista em seu tipo de imóvel, para avaliar qual o preço que é oferecido pela unidade. “Procure duas ou três avaliações”, orientou.
 
Escolha
Mas, na hora de entregar a um corretor a venda do imóvel, tome cuidado: analise aquele que avaliou com mais responsabilidade a unidade, não o que avaliou por um valor maior. “Peça para a imobiliária um laudo em que explica o critério de avaliação”, ressaltou.

Villas contou que, nos Estados Unidos, apenas um corretor é escolhido para o imóvel e que ele tem todas as informações da operação, por isso, é o responsável jurídico pela transação. “No Brasil, não há a obrigatoriedade de se ter o corretor, o que é uma pena, porque isso aumenta a segurança entre as partes”, destacou.

Além disso, ele indica que a pessoa interessada em vender o imóvel olhe o que tem à venda em seu bairro.
 
Exclusividade

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Senado aprova salário mínimo de R$ 545 para este ano

O Senado aprovou em votação simbólica nesta quarta-feira (23) o projeto de Lei 1/11, que muda para R$ 545 o valor do salário mínimo vigente para este ano, atualmente fixado em R$ 540, e determina a política de valorização do piso até 2015.

Como o texto não sofreu alterações, já que as emendas propostas foram rejeitadas, agora, ele segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff. Assim, conforme pretendia o governo, o novo valor do mínimo deve começar a valer em 1o de março.

Duas dessas emendas, de autoria da oposição, pediam valores maiores, sendo eles de R$ 560, defendido pelos Democratas, e de R$ 600 pelo PSDB. No caso da primeira emenda, conforme publicado pela Agência Senado, dos 77 senadores votantes, 54 foram contrários, 19 favoráveis e houve 4 abstenções. Já a outra emenda teve 55 votos contra e 17 a favor. Houve ainda cinco abstenções.  

Uma outra emenda, derrubada por 54 contrários, além de contar com 20 votos favoráveis e três abstenções, excluía do projeto do mínimo a possibilidade de reajuste anual por decreto presidencial.

O texto-base aprovado define também a política de valorização do salário mínimo, que considera a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do último ano mais a variação do PIB (Produto Interno Bruto) dos dois anos anteriores.

A votação mal havia terminado e o PSDB anunciou que vai levar o PL 1/11 ao STF (Supremo Tribunal Federal), por considerar inconstitucional um de seus parágrafos, que trata de crimes tributários.

No Senado 
Antes da análise pelo Plenário do Senado, que durou mais de seis horas, o relator da matéria no Senado e também líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), já havia se posicionado contra todas as 11 emendas apresentadas e a favor do texto proposto pelo Executivo.

Em meio às vaias das centrais sindicais, que acompanhavam a votação, Jucá disse, ao dar parecer favorável ao projeto do governo, que o valor atende aos anseios dos trabalhadores e não enseja uma transferência de prerrogativas do Legislativo para o Executivo na definição do piso.

Isso porque, segundo Jucá, o texto apenas reafirma o acordo firmado entre governo, centrais sindicais e parlamentares para a política de reajuste do salário mínimo neste ano.

Na Câmara 
No dia 16 de fevereiro, a Câmara aprovou o salário mínimo de R$ 545, com vigência a partir do mês seguinte ao da publicação de futura lei.

Na casa, o deputado Vicentinho (PT-SP), relator da proposta do governo para correção do salário mínimo, apresentou parecer favorável ao projeto de lei.

Ele considerou a atitude favorável à luta por outras reivindicações trabalhistas, como jornada de 40 horas, o reajuste da tabela do Imposto de Renda e o fim do fator previdenciário.

Vicentinho também disse que negociações que começaram desde o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva resultaram na política de valorização do salário mínimo vista atualmente.

Fonte: InfoMoney

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Veja evolução do salário mínimo desde sua criação, há 70 anos

Em 1940, piso era R$ 1,2 mil em valores atuais; em 1959, R$ 1,7 mil. Para Dieese, cálculo é 'controverso', mas mostra rumo do poder de compra.

Fonte: G1

Em 70 anos de existência, o poder de compra do salário mínimo caiu consideravelmente, mostram dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Nesta quarta (16), o Congresso começa a votar o reajuste do salário para 2011. O governo propôs R$ 545, mas parte da oposição pede R$ 600.

Quando foi criado em 1940, durante o governo de Getúlio Vargas, o piso salarial valia R$ 1.202,29 em valores corrigidos pela inflação, conforme estudo do Dieese que leva em conta atualização com base no Índice do Custo de Vida (ICV) para a capital paulista. Em 1959, durante um período de crescimento econômico acelerado no governo de Juscelino Kubitschek, o mínimo chegou a R$ 1.732,28 em valores de 2011.

Entre as décadas de 60 e 80, o salário mínimo se manteve estável, em patamares que variam entre R$ 600 e R$ 700 em valores corrigidos. Nos anos 80 e 90, o piso salarial apresentou uma expressiva desvalorização: em janeiro de 1996, era equivalente a R$ 266,17 em cifras corrigidas. A partir de 2001, o mínimo voltou a se valorizar.

O quadro abaixo feito com dados atualizados pelo Dieese mostra a evolução do salário mínimo desde 1940 considerando os dados corrigidos. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2009, 29% dos trabalhadores ocupados do país ganhavam até um salário mínimo.

O Dieese destacou, em estudo publicado na comemoração sobre os 70 anos do salário mínimo, que "pode ser controversa a consideração de valores reais por um período histórico tão longo, de cerca de 70 anos, com sucessivos ciclos de surtos inflacionários", mas que isso oferece uma boa demonstração da trajetória histórica do poder de compra do mínimo.

"Por exemplo, em 1959, se todo o salário mínimo fosse destinado à compra de carne, seriam adquiridos 85 kg do produto na capital de São Paulo; já em 1995, todo o mínimo conseguiria adquirir apenas 21 kg; e, em 2009, 37 kg", exemplifica o instituto.

"Pode-se argumentar que o tipo de estrutura de consumo e os padrões de vida da década de 1940 são tão distintos dos que vigoram atualmente que não faz sentido tentar comparar o poder aquisitivo ao longo de todo esse intervalo. Apesar das dificuldades da atualização de valores por um período de tempo tão longo e durante o qual o Brasil passou por tantas modificações políticas, sociais, culturais, demográficas e econômicas, o esforço de análise e reflexão sobre a evolução do salário mínimo deve ser empreendido", aponta o instituto.

Fases do mínimo
 

O Dieese destaca que o salário mínimo é “um importante instrumento de regulação do mercado de trabalho. Atua como limite à superexploração e como freio à utilização da rotatividade do trabalho por parte dos empregadores, como forma de reduzir salários". Destaca ainda que o mínimo colabora para promoção da igualdade social, sexual, racial e regional.

A evolução dos valores do mínimo é dividida pelo instituto em oito fases: 1940-1945, fixação do mínimo; 1946-1951, rebaixamento do salário; 1952-1959, período com ganhos reais e significativos; 1960-1964, período razoável com inflação provocando efeito redutor dos ganhos; 1965-1975, arrocho em razão do período militar com perseguição a ações sindicais; 1976-1982, leve reação com reajustes semestrais; 1983-1994, nova corrosão com aceleração inflacionária e planos econômicos fracassados; e 1995 em diante, com a retomada da valorização do salário mínimo.

História
 

O salário mínimo começou a ser discutido na década de 30, com o marco regulatório das leis trabalhistas. No entanto, o decreto que instituiu o salário é de 1º de maio de 1940, criado para atender às necessidades básicas do trabalhador. Quando foi criado, foram implantados 14 salários mínimos, diferentes para cada região do país. Em 1984, o mínimo foi unificado no país.

Atualmente, o Dieese estima que o salário mínimo necessário no Brasil para atender as necessidades do cidadão, em dezembro de 2010, seria de R$ 2.227,53.

Confira abaixo o valor dos salários durante os últimos 70 anos corrigidos pela inflação e compare com o valor nominal a partir da instauração do Plano Real, em julho de 1994.

Desconto na compra do primeiro imovel, veja lei

Villagio Tangará - Samambaia - DF
Uma lei de 1981 vai passar a valer, na prática, a partir de agora. O mutuário que comprar o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de Habitação vai ter desconto de 50% nas despesas de registro nos cartórios. O convênio foi assinado entre a Caixa Econômica Federal e a Corregedoria Geral de Justiça de Pernambuco.

A iniciativa vai permitir que um direito assegurado há 30 anos para quem compra o primeiro imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação passe a valer na prática. A Lei dos Registros Públicos garante ao consumidor o desconto nos custos de escrituração cobrados pelos cartórios.

Uma simulação feita pela Corregedoria Geral de Justiça mostra que na compra financiada de um imóvel no valor de R$ 200 mil, o consumidor teria uma economia de R$ 823,64.

O corregedor geral de Justiça, Bartolomeu Bueno, explicou que há punição e multa para o cartório que não cumprir a lei. “Caso haja uma reclamação na Corregedoria o cartório será obrigado a devolver o que ele cobrou a mais em triplo, além de receber uma multa que vai até dez salários mínimos.”

Caberá à Caixa Econômica Federal emitir, de graça, a declaração de que de fato se trata do primeiro imóvel do cliente. “Tão logo concluído o processo de análise da contratação e no momento da assinatura do contrato ele recebe, então, a declaração e leva ao cartório para agilização do processo de registro da escritura e redução de custo”, explicou o superintendente da Caixa Econômica no Recife.


Fonte: Globo.com

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Salário mínimo conseguiu recuperação histórica em 16 anos

Se for mantido o acordo firmado em 2006, o salário mínimo não terá ganho real nem perda este ano. Mas nas últimas décadas houve ganhos. Logo após o plano real, em 1995, o aumento foi de 22,62%. Nos anos seguintes, houve queda, mas daí para diante, aumento real, chegando a 13,04% em 2006.

Em 16 anos, a partir de 1995, período que pega os governos Fernando Henrique e Lula, o aumento acumulado foi de 121,78%. Ou seja, o salário mínimo conseguiu uma recuperação histórica. A inflação é o maior inimigo, tem que saber lidar com isso.

Pela regra negociada, este ano, subiria pouco por causa da recessão de 2009, mas em 2012 o reajuste seria forte, porque o PIB de 2010 cresceu bastante. A regra tem de ser obedecida quando é boa ou não. 

Hoje é o grande teste político da presidente Dilma, porque a Câmara vota a proposta que aumenta o piso para R$ 545. Já a oposição fala em R$ 600, mas é uma proposta demagógica para colocar o governo numa saia-justa.

Fonte: Miriam Leitão

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Economia continuará em crescimento, mostra Serasa

 Neste primeiro semestre, a atividade econômica continuará em ritmo de aceleração, segundo o Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Atividade Econômica, divulgado nesta segunda-feira (24), que antevê, em um horizonte de seis meses, em que patamar se encontrará a economia brasileira.
O indicador de novembro registrou ligeira alta de 0,1%, ao atingir o valor de 100,9 - esta é a sexta alta seguida. Quando está em nível superior a 100, o indicador aponta que o ritmo de crescimento tenderá a exibir uma trajetória de aceleração nos próximos meses.

Desaquecimento
 
De acordo com a Serasa, ainda que medidas estejam sendo adotadas no sentido de controlar o crédito e o consumo, a fim de conter o aumento da inflação, elas só surtirão efeito na atividade econômica no final deste primeiro semestre.
Segundo os analistas da instituição a restrição à concessão de crédito determinada pelo Banco Central em dezembro, o ciclo de elevação da taxa Selic e os esforços do Governo em conter os gastos públicos devem reduzir o ritmo de crescimento da economia.
Sobre a pesquisa
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva pretende antever, em um período de seis meses, em que fase do ciclo estarão algumas variáveis econômicas, como atividade econômica, concessões reais de crédito aos consumidores e às empresas, e inadimplência da pessoa física e jurídica.

Fonte: InfoMoney

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dólar fecha quase estável após leilão de swap reverso

 O dólar fechou praticamente estável ante o real nesta sexta-feira, deixando de acompanhar a queda da moeda norte-americana no exterior após o segundo leilão de swap cambial reverso neste ano.
A taxa de câmbio terminou o dia a 1,673 real, com variação positiva de 0,06 por cento. Enquanto o mercado local fechava, o dólar tinha baixa de 0,76 por cento em relação a uma cesta com as principais divisas, com destaque para o euro, que subia quase 1 por cento, para perto de 1,36 dólar, no maior nível em dois meses.