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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Cuidando dos Móveis da varanda e do Jardim

Muitas pessoas estão acostumadas a deixar os móveis de áreas externas expostos ao sol e à chuva nas varandas, jardins e piscinas. Mas será que eles são realmente preparados para isso ou esta prática acaba diminuindo sua vida útil?

De acordo Marcelo Yamasita, designer e diretor comercial da fabricante DonaFlor, os móveis de áreas externas são preparados para resistir às mudanças climáticas. Ele explica que o alumínio e a fibra sintética são ideais para esse tipo de ambiente, por isso são os materiais mais usados na fabricação desses móveis, assim como a madeira. "O Cumaru, madeira de manejo florestal sustentável, também é bastante resistente às ações do tempo, fungos e insetos", comenta o designer.

José Tonin Júnior, proprietário da Green House Móveis, também especializada em mobiliário de áreas externas, comenta que as telas e tecidos usados nos móveis devem ser produzidos 100% em poliéster, além de receber tratamento antimofo e impermeabilização na fábrica. "Materiais como o alumínio, telas e fibras sintéticas, por exemplo, já possuem tratamentos anti-UV que visam dar durabilidade e evitar o ressecamento destes materiais", acrescenta José Tonin. Por isso, não é preciso aplicar nenhum tipo de produto químico para garantir que seus móveis de jardim, varanda e piscina durem mais tempo.

"Este tipo de tecido não desbota facilmente, não perde a uniformidade e irá garantir almofadas com cores vivas por mais tempo", completa o proprietário da Green House. Mesmo assim, os fabricantes indicam que guardar as almofadas ou cobri-las quando não estiverem sendo utilizadas é uma boa medida de conservação. 

Fonte: Uol

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Como deve ser feita a manutenção do gramado durante o inverno?

Muita gente fica preocupada com o gramado durante o inverno e, às vezes, até exagera nos cuidados. Nos meses frios, a grama merece realmente uma atenção especial: limpeza, aeração e cobertura, mas sem dramas!

Abaixo, três passos para esses cuidados:
 
1. Limpeza: deve começar com a retirada das ervas daninhas, de preferência manualmente, para que sejam arrancadas as raízes. Depois disso, a grama pode ser aparada.
 
2. Aeração: durante o inverno é preciso garantir a aeração do gramado. Portanto, após o corte, é recomendável recolher o excesso de aparas. Retire os restos do corte com um ancinho ou um restelo. Essa tarefa vai melhorar a aeração e a luminosidade e diminuir a temperatura e umidade da grama, eliminando os fatores que facilitam o surgimento de doenças.

Outra medida que contribui para aumentar a circulação de ar entre as raízes é fazer perfurações finas e profundas no solo, manualmente, usando uma ferramenta apropriada, como o garfo. É preciso, entretanto, tomar cuidado para não perfurar e danificar as folhas.
 
3. Cobertura: em algumas regiões onde o inverno não é muito rigoroso, costuma-se dispensar a cobertura do gramado. Entretanto a prática não é indicada apenas como proteção contra o frio e geadas. A cobertura com terra vegetal incorpora ao solo alguns nutrientes e também ajuda a nivelar o gramado, cobrindo eventuais buracos.

Não é preciso adicionar adubo à terra -nesta época a grama está em estado de repouso e a adubação não será bem aproveitada. Também não é preciso "soterrar" a grama: uma camada de no máximo três centímetros de altura é suficiente para cumprir a função. Caso o gramado apresente falhas, aproveite para corrigi-las antes da cobertura, completando as áreas com pedaços de placas de grama da mesma espécie. Após a cobertura, regue o gramado para ajudar a incorporar a terra.

Não deixe de pensar que, para cada função, existe um tipo de grama. Caso você tenha dúvidas sobre a qualidade de grama que deve usar no seu jardim, mande sua dúvida pra gente!

Fonte: Uol Jardinagem

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Caminhos para seu jardim

Os jardins não apenas enfeitam a casa trazendo a natureza para mais perto de sua família, mas também são terapêuticos por proporcionarem contato com plantas e animais. Para diminuir o impacto dos passos sobre o gramado os caminhos para o jardim são a solução já que as pessoas são orientadas em sua caminhada. Separamos dicas para combinar elementos para deixar o passeio ainda mais agradável.

Selecione pedras de quartzitos de São Tomé em uma variedade aleatória de tamanhos e formas, depois os disponha sobre a grama. A dica para assentar as pedras é colocá-las sobre o gramado e conseguir fazer o desenho que melhor se encaixa em seu espaço, espalhar areia sobre as pedras, deixando que ela transborde pelas beiradas e marcar o lugar onde ficarão as pedras. Depois retire as pedras, cave o gramado e recoloque-as.

Os caminhos assim dispostos ao nível do solo são mais seguros nos casos em que o jardim é pouco iluminado ou não possui iluminação, já que sem mudanças bruscas de nível há menos chances de acidentes. A simples combinação de materiais diferentes pode criar texturas que tornam as passagens entre árvores e flores ainda mais interessantes. Caso haja desnível no terreno, crie uma sutil escada usando blocos de arenito rosa (40 x 40 cm) e envolva o entorno com cascas de pinus para dar uma atmosfera outonal ao jardim.

Fonte: BBel UOL

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Conheça a rotina de cuidados para cultivar rosas no jardim ou em vaso

Mundialmente cultivadas, as rosas oferecem uma infinidade de tipos, com milhares de híbridos e variedades, trazendo diferenças em termos de tamanho, cor e perfume. Com origem natural ou fruto de melhoramentos genéticos obtidos por meio de técnicas agronômicas, essas plantas demandam atenção de quem quer mantê-las em casa, seja no quintal ou mesmo em corte num vaso. Veja abaixo algumas recomendações de especialistas para cuidar de sua planta:

Poda
 
Existem dois tipos principais de poda que devem ser realizados em uma roseira: de formação e limpeza, também chamada de manutenção. Ambas devem ser realizadas com uma tesoura de poda bem afiada e limpa, para não esmagar o tecido vascular da planta, o que pode promover a entrada de fungos indesejados. O corte é sempre feito na diagonal.

A poda de formação tem como objetivo dar à planta uma forma equilibrada e produtiva, com boas condições de arejamento. Geralmente é feita no início do cultivo, com a roseira em formação, e repetida anualmente, de preferência durante o inverno. Nela, são retirados ramos fracos, doentes e cegos (aqueles cuja rosa murcha já foi cortada e não possui mais nenhuma gema para se desenvolver). “Essa prática vai renovar e melhorar a formação da planta”, afirma Paulo Hercílio Viegas Rodrigues, professor da ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”), em Piracicaba (SP).